Brasil
Haddad sai de cena enquanto governo retoma pagamentos do Auxílio Gás
Enquanto o ministro da Fazenda inicia período de férias, mais de 5 milhões de famílias voltam a receber o benefício do Auxílio Gás a partir desta segunda-feira (16)
Em meio a uma economia instável e críticas à condução fiscal do país, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, inicia oficialmente seu período de férias nesta segunda-feira (16). A ausência acontece num momento em que o governo federal retoma os pagamentos do Auxílio Gás, benefício essencial para mais de 5,37 milhões de famílias em situação de vulnerabilidade social.
O valor repassado neste mês será de R$ 108, correspondente ao preço médio do botijão de 13 kg de gás de cozinha, calculado com base nos últimos seis meses pela Agência Nacional do Petróleo (ANP). O benefício é depositado a cada dois meses e segue o cronograma escalonado conforme o Número de Identificação Social (NIS) dos beneficiários.
Veja o calendário de pagamentos do Auxílio Gás para junho de 2025:
- NIS final 1: 16/06
- NIS final 2: 17/06
- NIS final 3: 18/06
- NIS final 4: 20/06
- NIS final 5: 23/06
- NIS final 6: 24/06
- NIS final 7: 25/06
- NIS final 8: 26/06
- NIS final 9: 27/06
- NIS final 0: 30/06
Para consultar o benefício, os cidadãos podem utilizar os aplicativos Bolsa Família, CAIXA Tem, o Portal Cidadão, ou o telefone 111. O número do NIS também pode ser encontrado no Cartão Cidadão, Carteira de Trabalho (física ou digital), no site e app do Meu INSS, ou presencialmente nas agências da Caixa Econômica.
Quem tem direito ao Auxílio Gás?
É necessário estar com o cadastro atualizado no CadÚnico e possuir renda mensal por pessoa de até meio salário mínimo (R$ 759). Famílias que já recebem o Bolsa Família ou outro benefício de transferência de renda também estão aptas ao programa, que não computa o valor do auxílio como parte da renda familiar.
A retomada do pagamento ocorre paralelamente ao recesso do ministro da Fazenda, em um momento de pressão sobre as metas fiscais, com o crescimento das críticas sobre a condução econômica do governo Lula. Haddad deixa temporariamente o posto em meio a incertezas e discussões sobre cortes no Orçamento e novas taxações.
