Política
Otto rejeita suplência e descarta cargo no governo Lula
Senador reafirma protagonismo do PSD na Bahia e nega articulação para integrar gestão federal
O senador Otto Alencar (PSD), presidente da legenda na Bahia, reagiu às especulações sobre a possibilidade de seu partido indicar um nome para a suplência nas chapas ao Senado encabeçadas pelos pré-candidatos Jaques Wagner e Rui Costa, ambos do PT. Durante agenda oficial do governador Jerônimo Rodrigues nesta sexta-feira (27), o parlamentar foi direto ao descartar a hipótese de o PSD ocupar posição de suplente na disputa.
Segundo Otto, o partido mantém uma estratégia própria no cenário político baiano e não trabalha, neste momento, com a perspectiva de assumir papel secundário nas composições eleitorais. A declaração reforça o posicionamento de independência da sigla, que busca preservar protagonismo nas articulações para as eleições.
Além disso, o senador também negou qualquer संभावना de integrar a administração federal, ao afirmar que não pretende assumir cargo no governo do presidente Lula. A fala ocorre em meio a especulações sobre possíveis convites para que lideranças do PSD ocupem espaços estratégicos na gestão nacional.
A movimentação política evidencia o cenário de intensas negociações na Bahia, onde partidos da base aliada buscam alinhar interesses e definir estratégias para a disputa ao Senado. A eventual formação de chapas com nomes como Wagner e Rui Costa tem gerado debates sobre composição, alianças e distribuição de espaços entre as legendas.
Com a rejeição à suplência e o afastamento de um possível cargo federal, Otto Alencar sinaliza que o PSD pretende atuar com autonomia nas decisões políticas, mantendo influência tanto no âmbito estadual quanto nacional. O posicionamento pode impactar diretamente as negociações futuras e o desenho das alianças para o pleito.
