Polícia
Suspeito retira câmera após morte em salto rope jump no ES
Tragédia envolvendo Maria Eduarda Rodrigues de Freitas é investigada pela Polícia Civil; três pessoas foram presas temporariamente.
Um dos três presos no último fim de semana pela morte de Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, em um salto de rope jump sem cordas, teria retirado a câmera que registrava o momento logo após a tragédia. A informação consta no pedido de prisão apresentado à Justiça pela Polícia Civil e pelo Ministério Público (MP).
De acordo com o documento, o suspeito identificado como João Antônio Pivetta Ribeiro da Silva, de 35 anos, teria removido o equipamento de gravação imediatamente após a queda da jovem. O caso é investigado como parte das circunstâncias que cercam a morte da vítima durante a prática do esporte radical.
Além de João, também foram presos temporariamente Evelyne dos Santos Gonçalves, de 43 anos, apontada como responsável pelo grupo que realizava os saltos, e Gabriel Barros Martins, de 30 anos. Os três são investigados por possível envolvimento direto ou indireto na realização da atividade sem as condições de segurança adequadas.
A Polícia Civil apura se houve negligência ou irregularidades na condução do salto, que terminou na morte de Maria Eduarda. A remoção da câmera, segundo os investigadores, pode ser um elemento importante para reconstrução dos fatos e análise das provas.
O caso gerou forte repercussão e segue sob investigação, com expectativa de novos desdobramentos nos próximos dias à medida que depoimentos e laudos técnicos forem concluídos.
As autoridades trabalham para esclarecer todas as circunstâncias do acidente e determinar responsabilidades no caso que chocou pela gravidade e pelas condições em que a atividade foi realizada.
