Polícia

Cinco ônibus são usados como barricadas no Rio

Coletivos foram atravessados em uma via da Cidade de Deus durante operação da Polícia Militar; dez linhas tiveram a circulação afetada.

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Cinco ônibus foram sequestrados e utilizados como barricadas durante uma operação da Polícia Militar na Cidade de Deus, na Zona Sudoeste do Rio de Janeiro, na manhã desta quarta-feira. Os coletivos foram posicionados na Estrada Marechal Miguel Salazar Mendes de Moraes, uma das principais vias da região.

Até o momento, não havia informações sobre pessoas feridas em decorrência da ocorrência.

A utilização dos ônibus como barricadas provocou impactos no transporte público e alterou a circulação de diversas linhas que passam pela região. Segundo informações do Rio Ônibus, dez linhas tiveram o itinerário afetado durante a manhã.

Entre as linhas impactadas estavam:

  • 550 – Cidade de Deus x Gávea
  • 900 – Merck x Downtown
  • 990 – Merck x Alvorada
  • 861 – Curicica x Rio das Pedras
  • 368 – Riocentro x Candelária
  • 348 – Riocentro x Candelária via Linha Amarela
  • 600 – Saens Peña x Recreio
  • 611 – Camorim x Del Castilho
  • 353 – Cidade de Deus x Praça XV
  • 691 – Méier x Cidade de Deus

A interrupção provocada pelas barricadas afetou diretamente moradores e passageiros que dependem do transporte coletivo para se deslocar pela região.

De acordo com o Rio Ônibus, por volta das 9h15 a circulação dos coletivos começou a entrar em processo de normalização, após os impactos provocados pela ocorrência.

A ação da Polícia Militar ocorre em uma área marcada por episódios de violência e confrontos entre forças de segurança e grupos criminosos. A situação na região foi acompanhada pelas autoridades ao longo da manhã.

O uso de ônibus como barricadas voltou a causar transtornos à mobilidade urbana, obrigando passageiros e motoristas a enfrentar alterações no transporte em uma das áreas de maior circulação da Zona Sudoeste do Rio.

As circunstâncias envolvendo o sequestro dos coletivos e a instalação das barricadas deverão ser apuradas pelas autoridades responsáveis pela operação.

Redação Saiba+

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