Polícia
Homem morre após ter corpo queimado na Bahia
Vítima ficou 11 dias internada em UTI após sofrer queimaduras em Formosa do Rio Preto; Polícia Civil investiga o caso
Um homem de 30 anos morreu nesta sexta-feira (25), em Barreiras, no oeste da Bahia, após passar 11 dias internado com 62% do corpo queimado. A vítima foi identificada como Marcelio da Silva Pinto e estava recebendo atendimento médico no Hospital do Oeste.
Segundo relatos de familiares, Marcelio teria sido surpreendido enquanto dormia na residência onde morava com a companheira, no município de Formosa do Rio Preto. O caso aconteceu na madrugada de 14 de setembro.
Ainda conforme os relatos, a mulher teria jogado álcool sobre o corpo do companheiro e, em seguida, ateado fogo, fazendo com que as chamas também atingissem a cama onde ele estava. As circunstâncias do episódio estão sendo investigadas pelas autoridades.
Vítima ficou internada por 11 dias
Após sofrer as queimaduras, Marcelio foi socorrido e encaminhado para atendimento médico. Devido à gravidade dos ferimentos, ele precisou permanecer internado em uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital do Oeste, em Barreiras.
Apesar dos cuidados médicos, o homem não resistiu à gravidade das queimaduras e morreu após 11 dias de internação.
Familiares informaram ainda que Marcelio e a companheira não tinham filhos. O corpo foi sepultado no sábado (26), um dia após a morte.
Polícia Civil investiga o caso
De acordo com a Polícia Civil da Bahia (PCBA), o caso foi inicialmente registrado na 1ª Delegacia Territorial de Barreiras. Um inquérito policial foi instaurado pela Delegacia Territorial de Formosa do Rio Preto, responsável pela investigação.
As autoridades emitiram guias periciais e de remoção, enquanto equipes realizam diligências para esclarecer a dinâmica do ocorrido e as circunstâncias que levaram às queimaduras.
A investigação também deverá aguardar a conclusão do laudo de necropsia, que será utilizado para complementar os procedimentos e subsidiar o relatório final do inquérito.
Até o momento, não havia confirmação oficial sobre uma eventual prisão da companheira da vítima, apontada nos relatos como suspeita de ter provocado o incêndio. A Polícia Civil segue apurando o caso.
