Brasil
Destaques do dia: voto impresso, julgamento de Bolsonaro e ataques a igrejas cristãs
Oposição articula mudanças no Senado, manobras podem alongar processo de Bolsonaro e violência contra cristãos preocupa no Brasil e no exterior
A oposição trabalha para emplacar no Senado a volta do voto impresso, por meio de uma emenda ao novo Código Eleitoral já aprovada na CCJ. O caminho, no entanto, enfrenta obstáculos como o calendário apertado e a resistência do STF, que em ocasiões anteriores declarou a proposta inconstitucional.
No campo político, o Centrão e parte do empresariado já escolheram seu candidato à presidência para 2026. O nome deve ganhar mais força nos próximos meses.
Outro ponto de tensão é o julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro, marcado para setembro. Manobras jurídicas podem estender o processo até 2026, criando efeitos diretos sobre o cenário eleitoral.
Política, Economia e Mundo
As investigações no INSS avançam, com mais de 100 suspeitos podendo ser indiciados por fraudes bilionárias. Na economia, cresce a pressão após o tarifaço dos EUA, que pode resultar em novas sanções ao Brasil conforme o país se aproxime da China.
No cenário internacional, um ato com o presidente argentino Javier Milei foi interrompido após kirchneristas lançarem pedras. Já nos Estados Unidos, ataques a tiros contra igrejas cristãs reforçam a escalada de violência religiosa.
Pressão política sobre o Banco Central
Governos ao redor do mundo pressionam por juros mais baixos, mas poucos foram tão hostis quanto Lula em suas críticas ao Banco Central. Segundo editorial da Gazeta, usar influência política sobre a autoridade monetária é uma prática “altamente deletéria”.
Outros destaques
- Recondução do procurador-geral Paulo Gonet depende de aprovação do Senado.
- Sul domina ranking de competitividade com três capitais no top 5 nacional.
- Ilha particular em Florianópolis entra em leilão pela metade do preço.
- Colunas de opinião trazem reflexões sobre aborto, perseguição ideológica e novos rumos para o Brasil.
- Pesquisadores anunciam possível tratamento para o Alzheimer, chamado de “faxina no cérebro”.
