Entretenimento
Repórter é agredida durante transmissão ao vivo em João Pessoa
Jornalista da TV Arapuan foi atacada enquanto realizava reportagem sobre o movimento de vendas para o São João no Mercado Central da capital paraibana.
Uma cena de violência interrompeu uma transmissão ao vivo da TV Arapuan, afiliada da Band em João Pessoa, na manhã desta sexta-feira (29). A jornalista Jéssica Aquino foi surpreendida e agredida por um homem enquanto realizava uma reportagem para o programa Tribuna Livre, gerando indignação entre telespectadores e profissionais da comunicação.
A repórter estava no Mercado Central da capital paraibana, destacando o aumento das vendas de milho e a movimentação dos comerciantes em preparação para os festejos juninos. Durante a entrada ao vivo, um homem se aproximou repentinamente e passou a agredi-la com empurrões e tapas, diante das câmeras e de dezenas de pessoas que acompanhavam a movimentação no local.
O ataque aconteceu em plena transmissão, deixando a jornalista visivelmente abalada. Assustada com a situação, Jéssica Aquino começou a chorar e não conseguiu concluir a reportagem, sendo imediatamente retirada do ar pela equipe da emissora.
No estúdio, o apresentador Bruno Pereira interrompeu a cobertura ao perceber o ocorrido e demonstrou preocupação com a integridade da profissional. O episódio gerou forte repercussão nas redes sociais, onde internautas, colegas de profissão e entidades ligadas à imprensa manifestaram solidariedade à jornalista e cobraram providências diante da agressão.
Casos de violência contra profissionais da comunicação têm gerado preocupação crescente no Brasil, especialmente quando ocorrem durante o exercício da atividade jornalística. Especialistas destacam que garantir a segurança dos repórteres é fundamental para a preservação da liberdade de imprensa e do direito à informação.
A agressão também reacende o debate sobre a necessidade de medidas mais rigorosas para proteger jornalistas que atuam em coberturas externas, frequentemente expostos a situações de risco e vulnerabilidade.
O caso deverá ser acompanhado pelas autoridades competentes, enquanto a repercussão segue mobilizando o setor da comunicação e a sociedade civil em defesa do respeito ao trabalho jornalístico.
