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Terremotos de até 7,5 atingem a Venezuela
Abalos sísmicos ocorreram com intervalo de apenas 39 segundos e foram registrados pelo Observatório Sismológico da Universidade de Brasília.
Dois fortes terremotos atingiram a Venezuela no fim da tarde desta quarta-feira (24), provocando alerta entre autoridades e moradores da região norte do país. Os tremores foram registrados pelo Observatório Sismológico da Universidade de Brasília (SIS-UnB), que identificou os eventos sísmicos pouco depois das 19h, no horário de Brasília.
De acordo com os dados monitorados pelos especialistas, o primeiro terremoto atingiu magnitude 7,2, enquanto o segundo alcançou 7,5 na escala de magnitude, sendo considerado ainda mais intenso. Os dois fenômenos ocorreram em um intervalo de apenas 39 segundos, chamando a atenção da comunidade científica.
Os registros apontam que os epicentros dos tremores ficaram localizados próximos à costa norte venezuelana e separados por aproximadamente cinco quilômetros de distância. A proximidade geográfica e o curto espaço de tempo entre os eventos reforçam a intensidade da atividade sísmica registrada na região.
O primeiro abalo foi detectado às 19h04, horário de Brasília, mobilizando centros de monitoramento e órgãos especializados em acompanhamento de terremotos. Tremores dessa magnitude têm potencial para serem sentidos a grandes distâncias e podem gerar impactos significativos dependendo da profundidade e localização do epicentro.
Especialistas destacam que a Venezuela está situada em uma área de atividade tectônica relevante, sujeita à movimentação de placas geológicas que podem provocar terremotos de diferentes intensidades ao longo dos anos.
Até o momento, autoridades seguem monitorando possíveis consequências dos abalos, enquanto equipes técnicas avaliam informações sobre eventuais danos estruturais e impactos em áreas urbanas próximas ao local dos epicentros.
A rápida sucessão dos terremotos chamou a atenção dos sismólogos, que acompanham a evolução do fenômeno e a possibilidade de novos tremores secundários, conhecidos como réplicas, comuns após eventos sísmicos de grande magnitude.
O caso reforça a importância dos sistemas de monitoramento geológico e da preparação de regiões suscetíveis a atividades sísmicas, especialmente diante de eventos considerados de alta intensidade como os registrados nesta quarta-feira.
