Polícia
Dois suspeitos são presos pela morte de advogado na Bahia
Gabriel da Silva Alves estava desaparecido desde 22 de agosto e foi encontrado morto neste fim de semana em Xique-Xique

Dois homens suspeitos de envolvimento na morte do advogado Gabriel da Silva Alves foram presos pela Polícia Civil. O corpo do profissional, de 31 anos, foi encontrado neste fim de semana em Xique-Xique, no oeste da Bahia, após uma semana de buscas.
A prisão dos investigados foi confirmada por uma fonte da Polícia Civil à TV Oeste, afiliada da TV Bahia. Até o momento, porém, não foram divulgados detalhes sobre a identidade dos suspeitos, a dinâmica das prisões ou a participação de cada um no crime.
O caso permanece sob investigação das autoridades, que buscam esclarecer as circunstâncias da morte do advogado e reunir elementos que possam contribuir para a conclusão do inquérito.
Gabriel foi sepultado no domingo (30), no cemitério do BNH Novo, em Xique-Xique. A morte provocou comoção entre familiares, amigos e moradores da cidade, além de ampla repercussão nas redes sociais.
Desaparecimento
O advogado foi visto pela última vez em 22 de agosto, durante uma confraternização com amigos em um bar de Xique-Xique. Imagens de câmeras de segurança registraram Gabriel deixando um estabelecimento localizado nas proximidades do bairro BNH Velho.
Segundo familiares, após sair do bar, Gabriel teria tentado entrar em contato com um amigo por telefone. A ligação, no entanto, apresentou interferências, e o amigo não conseguiu compreender o que ele dizia.
Desde então, familiares e autoridades realizaram buscas pelo advogado. A localização do corpo encerrou a procura, mas abriu uma nova etapa da investigação para esclarecer como ocorreu a morte e quem participou do crime.
Com a prisão dos dois suspeitos, a Polícia Civil deverá aprofundar as diligências para esclarecer a motivação e a dinâmica do caso.
Polícia
Pastor é preso por suspeita de abusar de mais de 10 mulheres
Religioso foi localizado no Rio de Janeiro durante operação; investigação aponta vítimas no Pará, Maranhão e Rio de Janeiro, além de suspeitas em outros estados

Um pastor investigado por suspeita de abuso sexual contra mais de dez mulheres foi preso nesta quinta-feira (10), em Vargem Grande, na Zona Sudoeste do Rio de Janeiro. A prisão ocorreu durante a operação Quebra Cajado, conduzida por agentes da Subsecretaria de Inteligência (SSINTE/SEPOL).
Segundo a Polícia Civil, as investigações apontam possíveis vítimas nos estados do Pará, Rio de Janeiro e Maranhão. As autoridades também apuram a possibilidade de que outros casos tenham ocorrido no Amazonas e no Rio Grande do Sul.
O investigado, identificado como Jailton Nápoles Corrêa Menezes, era considerado foragido da Justiça de Santa Izabel do Pará, no nordeste do estado. Ele foi localizado pelas equipes de inteligência no Rio de Janeiro e detido durante a operação.
Investigação aponta abuso de confiança
De acordo com os investigadores, o suspeito teria utilizado sua posição de liderança religiosa para estabelecer uma relação de confiança com as vítimas. A partir desse vínculo, segundo a apuração policial, ele teria cometido os abusos.
A investigação reúne relatos de mulheres de diferentes estados e busca esclarecer a extensão dos possíveis crimes atribuídos ao pastor, além de identificar outras eventuais vítimas.
A operação também representa uma tentativa das autoridades de localizar pessoas que possam contribuir com informações para o avanço das investigações.
O investigado é considerado suspeito e as acusações ainda estão sendo apuradas pelas autoridades competentes. A prisão e os elementos reunidos durante a investigação não representam, por si só, uma condenação, cabendo à Justiça analisar as provas apresentadas no processo.
Polícia
Tenente-coronel acusado de feminicídio reclama de prisão
Geraldo Leite Rosa Neto afirmou durante interrogatório que se sente um “escravo” e relatou dificuldades com a rotina no Presídio Militar Romão Gomes

O tenente-coronel da Polícia Militar Geraldo Leite Rosa Neto, réu pelo feminicídio da esposa, a soldado Gisele Alves Santana, afirmou durante interrogatório que está se sentindo um “escravo” dentro da prisão. O policial está detido no Presídio Militar Romão Gomes, na zona norte de São Paulo, desde 18 de março.
O depoimento foi prestado à Corregedoria da Polícia Militar em 2 de abril, durante um Inquérito Policial Militar (IPM) instaurado para apurar o caso. Segundo as informações divulgadas, Rosa Neto decidiu prestar esclarecimentos mesmo após ser informado de que tinha o direito de permanecer em silêncio.
Durante o interrogatório, o tenente-coronel concentrou parte das reclamações na rotina dentro da unidade prisional. Ele relatou que precisa solicitar autorização ao policial mais antigo da cela, que, segundo seu relato, é um soldado, para entrar no espaço.
O acusado também afirmou que realiza diferentes tarefas no presídio, entre elas lavar banheiros e corredores, fazer limpeza, buscar refeições e lavar louças. Para Rosa Neto, as regras internas da unidade e aquelas seguidas pelos próprios detentos seriam diferentes.
“Eu sou um escravo aqui dentro”, afirmou o tenente-coronel durante o depoimento, ao relatar sua situação no Presídio Militar Romão Gomes.
Acusado nega feminicídio
Geraldo Rosa Neto é réu pela morte de Gisele Alves Santana, de 32 anos, que foi baleada na cabeça em fevereiro. Além da acusação de feminicídio, o policial também responde por fraude processual.
O tenente-coronel nega ter cometido os crimes. Em sua versão, Gisele teria tirado a própria vida, alegação que contraria a acusação apresentada contra ele no processo.
O caso segue sendo investigado e analisado pelas autoridades responsáveis. O depoimento prestado à Corregedoria faz parte do procedimento que apura as circunstâncias relacionadas à morte da soldado e à conduta do policial.
A prisão de Geraldo Rosa Neto ocorre desde março, enquanto ele responde às acusações. A defesa sustenta a versão apresentada pelo acusado, que nega o feminicídio, enquanto o processo segue seu andamento na Justiça.
Além da investigação sobre a morte de Gisele, o relato feito durante o interrogatório também colocou em evidência as condições e regras enfrentadas pelo tenente-coronel dentro do presídio militar.
Polícia
Protesto é registrado após morte de suspeito na Gamboa
Homem identificado como Tunai morreu após ser baleado durante confronto com policiais militares; moradores protestaram na região

Moradores do bairro da Gamboa, em Salvador, realizaram um protesto na tarde desta quinta-feira (10), após a morte de um homem durante uma troca de tiros com policiais militares. A ocorrência provocou movimentação na região e mobilizou moradores após o confronto.
Segundo informações preliminares, o homem morto foi identificado pelo prenome de Tunai e seria suspeito de integrar a facção criminosa Comando Vermelho. A informação sobre a suposta ligação com o grupo ainda é tratada como preliminar.
O confronto aconteceu na região da Gamboa e também teve movimentação registrada nas proximidades do bairro da Vitória, onde imagens mostram a atuação de policiais em um píer de um prédio de alto padrão.
Suspeito foi socorrido após troca de tiros
De acordo com as informações iniciais sobre a ocorrência, Tunai foi encontrado ferido após o tiroteio. O homem chegou a receber atendimento e foi encaminhado para o Hospital Geral do Estado (HGE), em Salvador.
Apesar do socorro médico, ele não resistiu aos ferimentos e morreu. As circunstâncias que levaram ao confronto ainda deverão ser esclarecidas pelas autoridades responsáveis pela ocorrência.
Após a confirmação da morte, moradores da Gamboa foram às ruas para protestar. A manifestação ocorreu ainda durante a tarde desta quinta-feira, alterando a rotina da região.
Imagens registradas no local mostram a presença de policiais durante a ocorrência e a movimentação provocada pelo confronto. O caso gerou repercussão entre moradores do bairro e nas redes sociais.
Circunstâncias do caso serão apuradas
Até o momento, as informações sobre a dinâmica da troca de tiros são preliminares. Ainda não foram esclarecidos todos os detalhes sobre o confronto, a atuação dos envolvidos e as circunstâncias que resultaram na morte do suspeito.
A manifestação realizada por moradores também deverá ser contextualizada a partir das informações oficiais sobre o caso. O protesto aconteceu após a morte de Tunai e marcou a reação de parte da comunidade à ocorrência policial.
O episódio volta a colocar a Gamboa entre as regiões de Salvador que registraram ocorrências envolvendo confrontos entre policiais e suspeitos. Novas informações poderão esclarecer a dinâmica da ação e os motivos que levaram à troca de tiros.
Bahia3 dias atrás29ª Semana de Comunicação na UCSal Tem Como Tema “Quando Tudo Se Conecta”
Brasil7 dias atrásNubank registra instabilidade no Pix
Polícia7 dias atrásOperação policial termina com dois mortos
Bahia7 dias atrásSalvador entrega requalificação de Paramana
Mundo6 dias atrásObjeto natural atinge a Terra na Austrália
Esportes7 dias atrásBahia elimina Palmeiras nos pênaltis
Entretenimento7 dias atrásMC Guimê anuncia saída do funk
Polícia7 dias atrásPai de santo e mulher vão a júri por mortes no RS














