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Dólar fecha em alta e vai a R$ 5,75, a poucos dias do tarifaço de Trump

Novas tarifas comerciais do presidente dos EUA pressionam os mercados globais.

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O dólar teve seu terceiro dia de alta consecutiva, fechando em 0,34% nesta quinta-feira, cotado a R$ 5,75. Enquanto isso, o Ibovespa registrou um aumento de 0,47%, atingindo os 133.148 pontos no final do pregão, com atenção voltada para os novos anúncios de Trump, o PIB dos Estados Unidos e a prévia da inflação brasileira.

No cenário internacional, destacou-se a nova medida anunciada pelo presidente dos EUA, Donald Trump, impondo tarifas de 25% sobre carros importados como parte de sua guerra comercial. O crescimento de 2,4% no PIB dos EUA no quarto trimestre de 2024 não foi recebido com otimismo pelo mercado, devido à desaceleração econômica em relação ao trimestre anterior.

Enquanto isso, o índice de inflação PCE nos EUA avançou 2,4% no mesmo período, sendo observado de perto pelo Fed. No mercado nacional, o IPCA-15 registrou 0,64% nos primeiros 15 dias de março, abaixo das expectativas do mercado. Além disso, o governo central teve um déficit primário de 31,673 bilhões de reais em fevereiro, 48% menor do que no mesmo mês de 2023.

Redação Saiba+

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Trump anuncia morte de líder do Tren de Aragua

Presidente dos Estados Unidos afirma que operação militar eliminou Héctor Guerrero Flores, conhecido como Niño Guerrero, apontado como chefe da maior organização criminosa da Venezuela.

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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou na noite desta sexta-feira (12) a morte de Héctor Rusthenford Guerrero Flores, conhecido internacionalmente como Niño Guerrero, apontado como principal líder da facção criminosa Tren de Aragua (TdA), considerada uma das organizações criminosas mais influentes da América Latina.

Segundo a declaração do mandatário norte-americano, a operação foi conduzida pelo Comando Sul dos Estados Unidos em colaboração com autoridades de um país latino-americano. Trump afirmou que a ação teve como objetivo neutralizar o chefe da organização, que vinha sendo procurado por autoridades internacionais devido ao envolvimento em diversos crimes transnacionais.

Em comunicado divulgado nas redes sociais, Trump classificou a operação como um ataque “rápido e letal” e declarou que a missão resultou na eliminação de Niño Guerrero, considerado pelas autoridades americanas um dos criminosos mais procurados da região.

O Tren de Aragua surgiu dentro do sistema prisional venezuelano e, ao longo dos anos, expandiu suas atividades para diversos países da América Latina. A organização é frequentemente associada a crimes como tráfico de pessoas, extorsão, sequestro, homicídios, lavagem de dinheiro e outras atividades ligadas ao crime organizado.

Héctor Guerrero Flores era considerado o principal articulador da expansão internacional da facção. Sua influência teria contribuído para o fortalecimento das operações criminosas em diferentes países, tornando o Tren de Aragua alvo de ações coordenadas por governos e organismos de segurança internacionais.

A morte do líder da organização representa um dos maiores golpes contra o grupo criminoso nos últimos anos e pode provocar mudanças significativas em sua estrutura de comando. Especialistas em segurança avaliam que a perda de uma liderança central pode gerar disputas internas e reconfigurações dentro da facção.

Apesar do anúncio oficial, autoridades seguem monitorando os desdobramentos da operação e os possíveis impactos sobre as atividades da organização. O caso continua repercutindo no cenário internacional devido à relevância do Tren de Aragua no contexto do crime organizado transnacional.

A expectativa é que novas informações sejam divulgadas nos próximos dias, à medida que detalhes sobre a operação e suas consequências forem oficialmente confirmados pelas autoridades envolvidas.

Redação Saiba+

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Trump é vaiado durante finais da NBA em Nova York

Presidente dos Estados Unidos recebeu reação negativa de parte da torcida dos Knicks antes do terceiro jogo decisivo das finais da NBA.

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A presença do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, nas finais da NBA gerou repercussão dentro e fora das quadras. Antes do início do terceiro confronto da série decisiva, realizado na última segunda-feira (8), em Nova York, o republicano foi alvo de vaias por parte dos torcedores presentes no ginásio.

O episódio aconteceu durante a execução do hino nacional norte-americano. Quando a imagem de Trump apareceu nos telões da arena, uma parcela significativa do público reagiu com manifestações de desaprovação, criando um dos momentos mais comentados da noite. A cena rapidamente ganhou destaque nas redes sociais e passou a repercutir entre fãs de basquete e observadores da política dos Estados Unidos.

O jogo marcou mais um capítulo das emocionantes finais da NBA, que têm mobilizado milhões de torcedores em todo o país. Enquanto a atenção se voltava momentaneamente para a presença do presidente, dentro de quadra a expectativa era enorme para a equipe dos Knicks, que busca encerrar um longo jejum de títulos.

A franquia de Nova York vive um momento histórico e está muito próxima de conquistar o campeonato da NBA pela primeira vez desde 1973. Com duas vitórias consecutivas nos primeiros confrontos da série diante do San Antonio Spurs, os Knicks chegaram ao terceiro jogo precisando de apenas mais duas vitórias para levantar o troféu e escrever um novo capítulo em sua trajetória.

Além da disputa esportiva, o episódio envolvendo Trump evidenciou como eventos de grande audiência frequentemente se tornam palco para manifestações públicas e reações populares. A repercussão do caso reforçou a intensa relação entre esporte, política e entretenimento, especialmente em competições de alcance global como a NBA.

Com a série avançando para seus momentos decisivos, a atenção dos torcedores permanece voltada tanto para o desempenho das equipes quanto para os acontecimentos que cercam as finais, transformando cada partida em um espetáculo dentro e fora das quadras.

Redação Saiba+

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Mundo

Petróleo dispara após nova escalada entre Irã e Israel

Conflito no Oriente Médio eleva tensão global e impulsiona preços do petróleo Brent e WTI no mercado internacional

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Os preços internacionais do petróleo registraram forte alta nesta semana após uma nova troca de ataques entre Irã e Israel, ampliando as preocupações dos mercados sobre possíveis impactos no fornecimento global de energia. A escalada militar ocorre mesmo diante dos apelos do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, para que os dois países interrompam os confrontos.

O aumento das tensões no Oriente Médio, região estratégica para a produção e exportação de petróleo, provocou uma reação imediata dos investidores. O petróleo Brent, referência global para o mercado internacional, chegou a disparar 5,4%, ultrapassando a marca de US$ 98 por barril durante as negociações.

Apesar de reduzir parte dos ganhos ao longo do dia, o Brent continuou operando em forte valorização, sendo negociado a US$ 96,62 por barril, com alta de 3,79%. O movimento reforça o temor de que a continuidade dos ataques possa comprometer rotas comerciais importantes e afetar a oferta mundial da commodity.

No mercado americano, o petróleo tipo WTI (West Texas Intermediate) também acompanhou a tendência de alta. O barril era negociado a US$ 94,41, registrando avanço de 4,27%, refletindo a crescente preocupação com os desdobramentos do conflito.

Analistas avaliam que qualquer sinal de ampliação da guerra pode aumentar ainda mais a volatilidade dos preços da energia. O confronto entre Irã e Israel já ultrapassa a marca de 100 dias e continua sendo acompanhado de perto por governos, empresas e investidores ao redor do mundo.

Além do impacto direto sobre o petróleo, a escalada das tensões geopolíticas também pode influenciar mercados financeiros, custos de transporte e índices de inflação em diversas economias. A possibilidade de interrupções no fluxo de petróleo pelo Oriente Médio mantém o setor energético em estado de alerta e sustenta a pressão sobre os preços internacionais.

Com o cenário ainda incerto, os mercados seguem atentos aos próximos movimentos diplomáticos e militares na região, enquanto o petróleo permanece como um dos principais termômetros das tensões globais.

Redação Saiba+

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