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Polícia

Operação combate fraudes veiculares em Feira de Santana

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A cidade de Feira de Santana, localizada a cerca de 100 quilômetros de Salvador, foi palco da segunda fase da Operação Ressonância, uma ação integrada voltada ao combate de crimes relacionados a veículos. A iniciativa reuniu órgãos estaduais e forças de segurança nesta quarta-feira (10), intensificando o enfrentamento a práticas ilícitas que impactam diretamente proprietários de automóveis e a segurança pública.

A operação tem como principal objetivo combater fraudes veiculares, roubos, furtos, clonagens e adulterações de veículos, crimes que geram prejuízos financeiros e dificultam a identificação de automóveis utilizados em atividades criminosas. As ações de fiscalização e investigação foram realizadas em pontos estratégicos do município, considerado um dos principais polos econômicos e logísticos da Bahia.

Segundo as autoridades envolvidas, a atuação conjunta entre os órgãos de segurança busca ampliar a eficiência das investigações e fortalecer o controle sobre irregularidades no setor automotivo. A integração entre as instituições tem sido apontada como um dos principais fatores para o sucesso das operações de combate ao crime organizado e às fraudes veiculares no estado.

O diretor de Veículos do Departamento Estadual de Trânsito da Bahia (Detran-BA), Fabrício Araújo, destacou a importância da operação e avaliou de forma positiva os resultados alcançados pelas equipes durante a ação. De acordo com ele, o trabalho desenvolvido demonstra o comprometimento dos órgãos públicos com a segurança da população e com a legalidade no mercado de veículos.

Além de identificar veículos com sinais de adulteração, as equipes também atuaram na verificação de documentação, procedência e possíveis vínculos com ocorrências policiais registradas em diferentes regiões do estado. As ações preventivas e repressivas têm como finalidade reduzir a circulação de veículos irregulares e enfraquecer esquemas criminosos ligados ao setor.

A Operação Ressonância integra uma estratégia permanente de fiscalização e inteligência, que busca ampliar a capacidade de resposta das autoridades diante do crescimento de crimes envolvendo automóveis. O trabalho também contribui para proteger consumidores e dificultar a atuação de grupos especializados em clonagem e comercialização irregular de veículos.

Com novas etapas previstas para os próximos meses, a expectativa é que as operações continuem fortalecendo a segurança viária e ampliando o combate às fraudes em todo o território baiano.

Redação Saiba+

Polícia

Homem é investigado por falsificação de laudos

Suspeito teria utilizado dados de um médico em documentos relacionados a tratamentos intensivos de crianças com Transtorno do Espectro Autista

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Um homem, que não teve a identidade divulgada, é investigado pela Polícia Civil da Bahia por suspeita de falsificar dados de um médico em laudos e solicitações de tratamentos intensivos destinados a crianças com Transtorno do Espectro Autista (TEA).

A investigação teve novos desdobramentos na quinta-feira (10), quando foram cumpridos mandados de busca e apreensão em Vitória da Conquista, no sudoeste da Bahia. Até o momento, não houve prisão relacionada à operação.

De acordo com as informações divulgadas pela Polícia Civil, as medidas judiciais foram realizadas em dois endereços ligados ao investigado: a residência dele e uma clínica de terapias especiais onde trabalha.

Durante as buscas, os agentes apreenderam um celular e um notebook, que serão submetidos à análise. O objetivo é extrair informações dos dispositivos que possam contribuir para esclarecer a possível falsificação dos documentos e identificar eventuais envolvidos no caso.

A apuração busca verificar de que forma os dados médicos teriam sido utilizados nos laudos e pedidos de tratamentos intensivos para crianças com TEA, além de esclarecer a extensão das possíveis irregularidades.

O caso segue sob investigação, e o homem é tratado como suspeito, sem que haja, até o momento, condenação ou confirmação definitiva das acusações.

Redação Saiba+

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Polícia

Pastor é preso por suspeita de abusar de mais de 10 mulheres

Religioso foi localizado no Rio de Janeiro durante operação; investigação aponta vítimas no Pará, Maranhão e Rio de Janeiro, além de suspeitas em outros estados

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Um pastor investigado por suspeita de abuso sexual contra mais de dez mulheres foi preso nesta quinta-feira (10), em Vargem Grande, na Zona Sudoeste do Rio de Janeiro. A prisão ocorreu durante a operação Quebra Cajado, conduzida por agentes da Subsecretaria de Inteligência (SSINTE/SEPOL).

Segundo a Polícia Civil, as investigações apontam possíveis vítimas nos estados do Pará, Rio de Janeiro e Maranhão. As autoridades também apuram a possibilidade de que outros casos tenham ocorrido no Amazonas e no Rio Grande do Sul.

O investigado, identificado como Jailton Nápoles Corrêa Menezes, era considerado foragido da Justiça de Santa Izabel do Pará, no nordeste do estado. Ele foi localizado pelas equipes de inteligência no Rio de Janeiro e detido durante a operação.

Investigação aponta abuso de confiança

De acordo com os investigadores, o suspeito teria utilizado sua posição de liderança religiosa para estabelecer uma relação de confiança com as vítimas. A partir desse vínculo, segundo a apuração policial, ele teria cometido os abusos.

A investigação reúne relatos de mulheres de diferentes estados e busca esclarecer a extensão dos possíveis crimes atribuídos ao pastor, além de identificar outras eventuais vítimas.

A operação também representa uma tentativa das autoridades de localizar pessoas que possam contribuir com informações para o avanço das investigações.

O investigado é considerado suspeito e as acusações ainda estão sendo apuradas pelas autoridades competentes. A prisão e os elementos reunidos durante a investigação não representam, por si só, uma condenação, cabendo à Justiça analisar as provas apresentadas no processo.

Redação Saiba+

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Polícia

Tenente-coronel acusado de feminicídio reclama de prisão

Geraldo Leite Rosa Neto afirmou durante interrogatório que se sente um “escravo” e relatou dificuldades com a rotina no Presídio Militar Romão Gomes

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O tenente-coronel da Polícia Militar Geraldo Leite Rosa Neto, réu pelo feminicídio da esposa, a soldado Gisele Alves Santana, afirmou durante interrogatório que está se sentindo um “escravo” dentro da prisão. O policial está detido no Presídio Militar Romão Gomes, na zona norte de São Paulo, desde 18 de março.

O depoimento foi prestado à Corregedoria da Polícia Militar em 2 de abril, durante um Inquérito Policial Militar (IPM) instaurado para apurar o caso. Segundo as informações divulgadas, Rosa Neto decidiu prestar esclarecimentos mesmo após ser informado de que tinha o direito de permanecer em silêncio.

Durante o interrogatório, o tenente-coronel concentrou parte das reclamações na rotina dentro da unidade prisional. Ele relatou que precisa solicitar autorização ao policial mais antigo da cela, que, segundo seu relato, é um soldado, para entrar no espaço.

O acusado também afirmou que realiza diferentes tarefas no presídio, entre elas lavar banheiros e corredores, fazer limpeza, buscar refeições e lavar louças. Para Rosa Neto, as regras internas da unidade e aquelas seguidas pelos próprios detentos seriam diferentes.

“Eu sou um escravo aqui dentro”, afirmou o tenente-coronel durante o depoimento, ao relatar sua situação no Presídio Militar Romão Gomes.

Acusado nega feminicídio

Geraldo Rosa Neto é réu pela morte de Gisele Alves Santana, de 32 anos, que foi baleada na cabeça em fevereiro. Além da acusação de feminicídio, o policial também responde por fraude processual.

O tenente-coronel nega ter cometido os crimes. Em sua versão, Gisele teria tirado a própria vida, alegação que contraria a acusação apresentada contra ele no processo.

O caso segue sendo investigado e analisado pelas autoridades responsáveis. O depoimento prestado à Corregedoria faz parte do procedimento que apura as circunstâncias relacionadas à morte da soldado e à conduta do policial.

A prisão de Geraldo Rosa Neto ocorre desde março, enquanto ele responde às acusações. A defesa sustenta a versão apresentada pelo acusado, que nega o feminicídio, enquanto o processo segue seu andamento na Justiça.

Além da investigação sobre a morte de Gisele, o relato feito durante o interrogatório também colocou em evidência as condições e regras enfrentadas pelo tenente-coronel dentro do presídio militar.

Redação Saiba+

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