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Polícia

PM usa câmeras corporais para reforçar segurança no São João da Bahia

Operação especial mobiliza 600 policiais militares em Salvador com tecnologia, patrulhamento e ações de proteção à mulher

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Foto: Divulgação Polícia Militar

A Polícia Militar da Bahia (PM-BA) deu início a uma operação especial para garantir a segurança durante os festejos juninos na capital, entre os dias 19 e 24 de junho, período em que Salvador recebe milhares de baianos e turistas para celebrar o tradicional São João.

Sob o comando do Batalhão Especializado de Policiamento Turístico (BPTur), cerca de 600 policiais militares atuam nos circuitos oficiais da festa, com destaque para os bairros do Pelourinho, Parque de Exposições e Paripe. A presença ostensiva da PM inclui patrulhamento a pé, bases móveis, câmeras de monitoramento e o uso de Câmeras Corporais Operacionais (CCOs), tecnologia que reforça a transparência e a responsabilidade nas ações de segurança pública.

“São policiais fáceis de serem identificados, uniformizados, e à disposição de todos para garantir um São João seguro e tranquilo”, afirma o tenente-coronel Wellington Morais, comandante do BPTur.

Além da atuação do policiamento turístico, a operação conta com apoio do Batalhão de Policiamento de Proteção à Mulher (BPPM), com foco em ocorrências de violência doméstica e ações de conscientização voltadas ao público feminino. A integração das unidades especializadas visa não apenas conter a criminalidade, mas também garantir o acolhimento e o respeito aos direitos das mulheres durante as festividades.

No Centro Histórico, especialmente no Pelourinho, o policiamento realiza abordagens preventivas, com postos fixos e bases móveis em pontos estratégicos como o Terreiro de Jesus e o Elevador Lacerda. Todo o entorno conta com suporte do sistema de videomonitoramento em tempo real, ampliando a sensação de segurança entre os frequentadores da festa.

“Estou achando tudo muito lindo e seguro. A presença da Polícia faz diferença, especialmente para quem vem de fora”, disse a turista paranaense Tereza Macedo, que visita Salvador com a família. Moradora da capital, a professora Leonísia Souza também elogiou: “A estrutura está excelente. Com a Polícia atuando nas entradas, a gente se sente mais à vontade para curtir com a família.”

O investimento total na Operação São João 2025 é de R$ 30 milhões, valor destinado a cobrir custos com horas extras, alimentação, transporte da tropa e estrutura operacional em todo o estado da Bahia. A expectativa do governo é que a estratégia reduza os índices de criminalidade e promova um ambiente acolhedor e seguro para todos os públicos.

Redação Saiba+

Polícia

Moraes manda investigar Flávio Bolsonaro

STF abre inquérito para apurar possível injúria contra Lula em publicação nas redes sociais

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LUIS NOVA

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, determinou a instauração de um inquérito para investigar o senador Flávio Bolsonaro (PL). A decisão tem como objetivo apurar se o parlamentar cometeu crime de injúria contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva em uma postagem publicada nas redes sociais.

A medida foi adotada após análise preliminar do conteúdo divulgado, considerado potencialmente ofensivo à honra do chefe do Executivo. O inquérito buscará esclarecer o teor da publicação, o contexto em que foi feita e se houve intenção de atingir a dignidade do presidente, conforme prevê a legislação penal brasileira.

De acordo com especialistas em direito, o crime de injúria ocorre quando há ofensa direta à honra subjetiva de uma pessoa, podendo resultar em sanções legais caso seja comprovado. No caso envolvendo um agente público e um presidente da República, o episódio ganha ainda mais relevância institucional e jurídica.

Nos bastidores políticos, a decisão do STF repercute de forma significativa, intensificando o debate sobre os limites da liberdade de expressão de parlamentares nas redes sociais. A investigação também levanta discussões sobre responsabilidade digital e o uso de plataformas como ferramenta de posicionamento político.

O senador ainda poderá apresentar sua defesa ao longo do processo, enquanto o inquérito seguirá os trâmites legais sob supervisão do Supremo Tribunal Federal. O caso deve permanecer em evidência no cenário político nacional nos próximos dias.

Redação Saiba+

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Polícia

Anvisa proíbe versões irregulares do Mounjaro

Lotes suspeitos de falsificação são apreendidos e acendem alerta sobre riscos à saúde

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Lotes falsificados de Mounjaro foram denunciados pela fabricante do medicamento original | Bnews - Divulgação Reprodução

A Anvisa proibiu, nesta quinta-feira (2), a comercialização e o uso de versões consideradas irregulares do medicamento Mounjaro, utilizado no tratamento do diabetes tipo 2 e que ganhou popularidade recente por seu uso associado ao emagrecimento.

A medida inclui a apreensão de lotes suspeitos, entre eles o D856831 do Mounjaro e os lotes D880730 e D840678 do Mounjaro Kwikpen, produtos que, segundo as autoridades, não possuem procedência confirmada. A ação visa proteger a população diante do risco de consumo de medicamentos potencialmente falsificados.

De acordo com a farmacêutica Eli Lilly, responsável pela fabricação do produto original, foram identificados fortes indícios de falsificação nas unidades apreendidas. A empresa reforçou que apenas medicamentos adquiridos por canais oficiais garantem segurança e eficácia no tratamento.

A Anvisa alerta que o uso de versões irregulares pode trazer graves consequências à saúde, uma vez que não há garantia sobre a composição, dosagem ou condições de armazenamento desses produtos. O órgão orienta pacientes a verificarem sempre a origem dos medicamentos e a buscarem orientação médica antes de iniciar qualquer tratamento.

O caso reforça a preocupação crescente com a circulação de medicamentos falsificados no país, especialmente aqueles de alta demanda. A fiscalização será intensificada para coibir a venda ilegal e proteger os consumidores, segundo informou a agência reguladora.

Redação Saiba+

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Polícia

Prefeitura de Feira investe R$ 9 milhões em segurança escolar

Contrato prevê modernização do controle de acesso nas unidades da rede pública municipa

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Projeto inclui instalação de catracas, reconhecimento facial e suporte técnico em escolas de Feira de Santana | Bnews - Divulgação Prefeitura de Feira de Santana

A Prefeitura de Feira de Santana, por meio do Fundo Municipal de Educação (FME), firmou contrato para a modernização do sistema de controle de acesso nas escolas da rede pública municipal. O investimento total é de R$ 9 milhões, com foco no reforço da segurança e na gestão de entrada e saída de alunos, servidores e visitantes.

A empresa responsável pela execução do serviço é a TC Monitoramento de Segurança Ltda, sediada no próprio município. O contrato foi formalizado após processo licitatório, com a proposta vencedora sendo selecionada conforme os critérios estabelecidos no edital.

De acordo com as informações disponíveis, a empresa possui um capital social de R$ 4 milhões, valor inferior ao montante total do contrato firmado com o poder público. O dado chama atenção no contexto administrativo, já que contratos desse porte costumam exigir capacidade técnica e financeira compatível com a execução dos serviços.

O projeto prevê a implantação de tecnologias modernas para o controle de acesso, incluindo sistemas eletrônicos de identificação e monitoramento, com o objetivo de aumentar a segurança nas escolas e otimizar a gestão do fluxo de pessoas nas unidades educacionais.

A iniciativa ocorre em meio a uma crescente demanda por medidas de proteção no ambiente escolar, impulsionada por episódios recentes em diferentes regiões do país. A expectativa da gestão municipal é de que a modernização contribua para um ambiente mais seguro e organizado para alunos, professores e funcionários.

Especialistas em gestão pública destacam que investimentos em segurança escolar são essenciais, mas ressaltam a importância da transparência e da fiscalização rigorosa dos contratos, garantindo que os recursos públicos sejam aplicados de forma eficiente e dentro dos parâmetros legais.

Redação Saiba+

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