Mundo
BZ3X: Toyota lança SUV elétrico por menos de R$ 83 mil
Modelo bZ3X tem autonomia de até 610 km e já é sucesso de vendas na China; Brasil pode ser próximo destino

A Toyota acaba de sacudir o mercado de veículos elétricos com o lançamento do bZ3X, um SUV 100% elétrico que chega ao mercado chinês custando o equivalente a R$ 83 mil. A novidade chamou atenção não apenas pelo preço acessível, mas pela sua autonomia impressionante de mais de 600 km — feito que o posiciona como forte concorrente em sua categoria.
O Toyota bZ3X estreou oficialmente em março de 2025 e já começou a quebrar recordes. Com preços a partir de 109.800 yuans, o modelo tornou-se o SUV elétrico mais barato da marca, registrando mais de 10 mil unidades na pré-venda e 4.344 vendas em maio. O lançamento acontece em meio a um cenário competitivo na China, dominado por gigantes como BYD e Aion, e representa uma jogada estratégica da Toyota para abocanhar uma fatia importante do mercado.
Autonomia, design e tecnologia de ponta
Produzido em parceria com a GAC Toyota, o bZ3X é baseado na mesma plataforma do Aion V. Suas dimensões generosas — 4,65 m de comprimento e 1,88 m de largura — o colocam no mesmo patamar de modelos como o BYD Atto 3. O SUV chega ao mercado com duas versões de bateria:
- 50,03 kWh, com autonomia de até 430 km;
- 67,92 kWh, com alcance de até 610 km (segundo o padrão chinês CLTC).
Além da eficiência energética, o modelo se destaca por incluir tecnologia de condução semiautônoma Momenta 5.0, reforçando a proposta de segurança e inovação.
Conectividade e conforto no interior
O interior do bZ3X é um dos seus maiores trunfos. Com painel digital de 8,8″, multimídia de 12,3″ e um espaço interno adaptável com bancos rebatíveis, o SUV pode se transformar em um ambiente de até três metros de comprimento, descrito pela marca como “tão confortável quanto uma casa“.
Brasil no radar?
Embora o modelo ainda seja exclusivo da China, especialistas do setor acreditam que mercados emergentes como o Brasil podem estar no radar da Toyota. A crescente demanda por veículos elétricos mais acessíveis por aqui, somada aos incentivos fiscais em discussão, pode acelerar a chegada do bZ3X ou de futuros modelos da linha bZ ao país.
A Toyota já confirmou que está desenvolvendo outros lançamentos da mesma família, como o bZ5, projetado para competir diretamente com o Tesla Model Y.
Com preço competitivo, tecnologia embarcada e foco em sustentabilidade, o Toyota bZ3X surge como um marco na nova geração de carros elétricos — e promete mudar o jogo, inclusive fora da Ásia.
Mundo
Papa Leão XIV faz apelo pela paz durante celebração de Pentecostes
Pontífice afirmou no Vaticano que “só a Onipotência do amor” pode salvar a humanidade da guerra

O papa Leão XIV realizou neste domingo (24) um forte apelo em defesa da paz mundial durante a celebração de Pentecostes na Basílica de São Pedro, no Vaticano. Em uma das datas mais simbólicas do calendário cristão, o pontífice destacou que “só a Onipotência do amor” é capaz de salvar a humanidade diante dos conflitos e guerras que atingem diferentes regiões do planeta.
A cerimônia reuniu milhares de fiéis e líderes religiosos na Praça São Pedro, em um momento marcado por mensagens de fé, união e esperança. Durante a homilia, o papa ressaltou a necessidade de diálogo entre os povos e reforçou a importância da solidariedade como caminho para enfrentar crises humanitárias e tensões internacionais.
Pentecostes é celebrado cinquenta dias após a Páscoa e representa, segundo a tradição católica, a descida do Espírito Santo sobre os apóstolos. A data simboliza o nascimento da Igreja e é considerada uma das celebrações mais importantes para os cristãos em todo o mundo.
Ao abordar os desafios atuais enfrentados pela humanidade, o papa Leão XIV destacou que o amor e a compaixão precisam prevalecer sobre o ódio e a violência. A mensagem do líder da Igreja Católica ocorre em um cenário global marcado por guerras, disputas geopolíticas e crises humanitárias, aumentando a repercussão internacional do pronunciamento feito no Vaticano.
Além do discurso voltado à paz, a celebração também foi marcada por momentos de oração coletiva e homenagens à missão evangelizadora da Igreja. Fiéis acompanharam a cerimônia com bandeiras e mensagens religiosas, reforçando o clima de devoção durante o evento.
A fala do pontífice repercutiu rapidamente entre católicos e lideranças religiosas, sendo vista como um novo chamado da Igreja para a promoção da paz mundial e da fraternidade entre as nações.
Mundo
Cuba sinaliza abertura econômica, mas critica postura dos EUA
Embaixador cubano na ONU afirma que país está disposto a reformas, mas questiona boa-fé de Washington nas negociações diplomáticas

Cuba afirmou estar disposta a implementar mudanças em sua economia e em seu modelo de governo, além de demonstrar interesse em avançar nas negociações diplomáticas com os Estados Unidos. No entanto, o governo cubano avalia que Estados Unidos não estaria participando das conversas com boa-fé.
A declaração foi feita pelo embaixador cubano nas Nações Unidas, Ernesto Soberón Guzmán, em entrevista ao jornal The New York Times. Segundo ele, Havana mantém disposição para diálogo, mas enxerga obstáculos políticos que dificultam avanços concretos nas relações bilaterais.
O diplomata destacou que Cuba demonstra abertura para ajustes internos e busca por maior integração econômica internacional, ao mesmo tempo em que critica o que considera uma postura pouco cooperativa por parte do governo norte-americano nas tratativas diplomáticas.
De acordo com Soberón Guzmán, o país caribenho segue interessado em reconstruir pontes diplomáticas e ampliar canais de negociação, especialmente em temas econômicos e humanitários. No entanto, ele reforçou que a confiança entre as partes ainda é um dos principais entraves para o progresso das conversas.
As relações entre Cuba e Estados Unidos têm histórico marcado por tensões políticas e econômicas, com períodos de aproximação e afastamento ao longo das últimas décadas. Atualmente, as negociações enfrentam novos desafios relacionados a sanções, comércio e divergências políticas.
A sinalização de abertura por parte de Cuba ocorre em meio a um cenário internacional de reconfiguração diplomática, enquanto as expectativas sobre possíveis avanços nas relações com Washington permanecem cautelosas.
Mundo
Trump deixa China sem avanços expressivos em visita relâmpago
Viagem do presidente dos Estados Unidos terminou com manutenção da trégua comercial, mas resultados ficaram abaixo das expectativas anunciadas anteriormente.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, deixou a China nesta sexta-feira após uma visita diplomática que durou menos de 48 horas e terminou sem os grandes avanços esperados pelo governo norte-americano. Apesar da intensa expectativa criada nos últimos meses, os encontros entre as duas maiores economias do planeta produziram resultados considerados limitados no cenário internacional.
Ainda assim, o principal ponto positivo da viagem foi a manutenção da frágil trégua na guerra comercial entre Estados Unidos e China. O entendimento temporário evita, ao menos por enquanto, um agravamento das tensões econômicas que vinham impactando mercados globais, cadeias produtivas e relações comerciais internacionais.
Analistas internacionais avaliam que a China saiu fortalecida do encontro, principalmente porque os objetivos estratégicos do governo chinês foram preservados: manter o diálogo aberto, evitar novas tarifas e estabilizar a relação bilateral com Washington. O cenário demonstra um momento de cautela diplomática entre os dois países, em meio a disputas comerciais e geopolíticas cada vez mais sensíveis.
Durante a visita, Trump buscou reforçar a imagem de liderança econômica dos Estados Unidos e sinalizar disposição para negociações futuras. No entanto, a ausência de anúncios concretos sobre novos acordos comerciais gerou repercussão moderada entre investidores e observadores internacionais.
A relação entre Estados Unidos e China segue sendo uma das mais importantes do cenário global, influenciando diretamente o comércio internacional, a tecnologia, os investimentos e o equilíbrio econômico mundial. A manutenção da estabilidade entre as potências é vista como essencial para evitar novos impactos nos mercados financeiros.
Mesmo sem grandes conquistas imediatas, a visita pode representar um passo importante para reduzir tensões diplomáticas e abrir espaço para futuras negociações comerciais entre os dois governos.
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