Polícia
Piloto tem prisão decretada após transporte de 340 kg de cocaína
Suspeito foi localizado em Goiás depois de pouso forçado, incêndio de aeronave e operação conjunta das forças de segurança.

A Justiça de Goiás decretou a prisão preventiva de Henrique Donizeti Ferri, de 32 anos, suspeito de transportar mais de 340 quilos de cocaína em uma aeronave monomotor. A decisão foi tomada após a prisão do piloto, localizado pelas forças de segurança depois de uma operação realizada na zona rural de Itarumã, no sudoeste goiano.
De acordo com as investigações, o suspeito realizou um pouso forçado em uma área rural durante a madrugada desta quinta-feira. Após a aterrissagem, ele teria determinado que trabalhadores de uma fazenda descarregassem a carga de entorpecentes transportada na aeronave.
Ainda segundo as apurações, ao perceber a aproximação das equipes policiais, o piloto teria incendiado o avião e fugido em direção a uma área de mata, numa tentativa de dificultar a ação das autoridades e eliminar possíveis vestígios relacionados ao transporte da droga.
As forças de segurança montaram um cerco na região e intensificaram as buscas. Durante a operação, policiais encontraram o pai, a esposa e um amigo do suspeito nas proximidades, dentro de um veículo. A partir das diligências realizadas, Henrique Donizeti Ferri acabou sendo localizado e preso pela Polícia Militar.
Segundo o Ministério Público de Goiás, o piloto foi flagrado utilizando uma aeronave monomotor para transportar a carga de cocaína. A apreensão de mais de 340 quilos da droga representa um dos principais desdobramentos da operação, que segue sob investigação para identificar outros possíveis envolvidos no esquema de tráfico.
Com a decretação da prisão preventiva, o suspeito permanecerá à disposição da Justiça enquanto prosseguem as investigações. As autoridades também trabalham para esclarecer a origem e o destino da droga, além de identificar a participação de outras pessoas na logística do transporte do entorpecente.
Polícia
Advogado desaparecido é sepultado na Bahia
Gabriel da Silva Alves, de 31 anos, foi enterrado em Xique-Xique após uma semana de buscas; família relembra trajetória e personalidade do profissional

O corpo do advogado Gabriel da Silva Alves, de 31 anos, foi sepultado neste domingo (30), em Xique-Xique, no interior da Bahia, após uma semana de buscas pelo profissional. A morte encerrou um período de angústia vivido por familiares e amigos desde o desaparecimento do advogado.
Gabriel estava desaparecido desde o sábado (22), quando deixou um bar onde participava de uma confraternização com amigos. Segundo relatos da família, durante o encontro o advogado recebeu uma ligação telefônica e, após atender, afirmou que “ia ali e já voltava”.
Na sequência, Gabriel deixou o estabelecimento utilizando sua motocicleta e não foi mais visto. O desaparecimento mobilizou familiares, amigos e autoridades, que realizaram buscas na tentativa de localizar o profissional.
Após a confirmação da morte, a família passou a lidar com o luto e com a difícil tarefa de se despedir de Gabriel. Em entrevista, os pais do advogado relembraram a personalidade do filho, sua rotina e a relação próxima que mantinha com os familiares.
Para os pais, além da perda de um filho, a morte representa o fim de uma trajetória marcada pela convivência familiar e pela atuação profissional como advogado.
O caso provocou comoção em Xique-Xique e entre integrantes da comunidade jurídica baiana, que acompanharam com preocupação as buscas pelo profissional desde o desaparecimento.
As circunstâncias que envolveram o desaparecimento e a morte de Gabriel deverão continuar sendo apuradas pelas autoridades responsáveis. A investigação busca esclarecer o que aconteceu após o advogado deixar o bar e quais foram as circunstâncias que levaram à sua morte.
O sepultamento reuniu familiares, amigos e pessoas próximas, que prestaram as últimas homenagens ao advogado e acompanharam a despedida em Xique-Xique.
Polícia
Policial baiano participa de debate sobre segurança
Douglas Pithon será o único representante do Nordeste em encontro com especialistas em operações especiais, inteligência e gestão pública

O policial civil Douglas Pithon, candidato a deputado estadual na Bahia, será o único representante do Nordeste em uma roda de debate dedicada à segurança pública no Brasil. O encontro reunirá profissionais com experiência em operações especiais, inteligência policial e gestão da segurança pública.
Entre os participantes está Rodrigo Pimentel, ex-capitão do Batalhão de Operações Policiais Especiais (BOPE) e um dos idealizadores de Tropa de Elite. Também participará o Coronel Visacro, escritor, especialista em operações especiais e ex-comandante do Batalhão de Forças Especiais do Exército Brasileiro.
A programação contará ainda com o Coronel Paim, da Polícia Militar do Distrito Federal e ex-secretário nacional de Segurança Pública, além do Major Leonardo Novo, especialista em operações especiais, ex-coordenador de operações do BOPE e atualmente ligado à área de inteligência da Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro.
A participação de Douglas Pithon coloca a Bahia e o Nordeste no centro de uma discussão nacional sobre os desafios da segurança pública, reunindo diferentes experiências profissionais em torno de temas relacionados ao combate à criminalidade, inteligência e atuação das forças de segurança.
O debate deverá abordar experiências acumuladas em operações especiais e estratégias de segurança pública, proporcionando a troca de conhecimentos entre profissionais que atuaram em diferentes áreas e instituições.
Para Pithon, a participação no encontro representa uma oportunidade de levar para a discussão nacional a perspectiva de profissionais que atuam diretamente na segurança pública da Bahia e do Nordeste.
O evento integra uma agenda de debates voltada à discussão de estratégias, desafios e experiências relacionadas à segurança pública brasileira.
Polícia
Torneio irregular de pássaros termina com 35 conduzidos
Ação da Polícia Militar interrompeu evento em Águas Claras, em Salvador, após denúncia de maus-tratos a animais

Um torneio irregular de pássaros terminou com 35 pessoas conduzidas à delegacia por suspeita de crime de maus-tratos, neste domingo (30), no bairro de Águas Claras, em Salvador.
A ocorrência foi atendida por guarnições da Companhia de Polícia de Proteção Ambiental (Coppa), que foram acionadas após uma denúncia sobre a realização de um torneio clandestino de pássaros na região.
Ao chegarem ao local indicado, os policiais constataram a realização do evento e identificaram, segundo a corporação, uma situação caracterizada como crime contra a fauna e prática de maus-tratos a animais.
A Polícia Militar informou que a atividade foi interrompida pelas equipes responsáveis pela fiscalização ambiental. Ao todo, 35 pessoas foram conduzidas para a delegacia para os procedimentos cabíveis.
A realização de competições envolvendo aves pode estar sujeita a regras específicas de proteção e fiscalização da fauna. Quando são identificadas irregularidades, as autoridades podem adotar medidas para interromper a atividade e preservar os animais envolvidos.
A ocorrência deverá ser encaminhada às autoridades competentes, que ficarão responsáveis pela apuração das circunstâncias e pela adoção das medidas previstas na legislação ambiental.
A ação reforça a atuação da Polícia Militar e das unidades de proteção ambiental no combate a crimes contra a fauna em Salvador.
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