Polícia
Moradores vivem terror em fim de semana violento na capital baiana
Tiroteios, assaltos e confrontos com a polícia marcaram diferentes bairros da capital baiana entre domingo e segunda-feira

Salvador viveu um fim de semana de tensão marcado por uma série de episódios violentos que colocaram em alerta moradores e autoridades. Tiroteios em bairros populosos, assaltos em plena luz do dia e confrontos com a polícia deixaram mortos, feridos e um rastro de medo pela cidade.
No domingo (11), clientes do supermercado Atacadão, em Cajazeiras, foram surpreendidos por um tiroteio no estacionamento do estabelecimento. Dois homens, de 24 e 23 anos, foram baleados e levados ao Hospital Eládio Lassérre. A Polícia Militar informou que equipes do 22º BPM foram acionadas para o local, mas nenhum suspeito foi preso. O caso está sob investigação do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP).

Na madrugada desta segunda-feira (12), o bairro de Tancredo Neves se transformou em um verdadeiro campo de guerra. Moradores registraram intensos tiroteios em pontos como as localidades do Canal e Macaco, por volta das 2h da manhã. Os disparos assustaram os moradores e interromperam a circulação de ônibus na região. Segundo relatos, os confrontos ocorreram entre facções criminosas rivais.

Ainda na madrugada, a Rondesp BTS entrou em confronto com um grupo armado na Rua da Contenda, no bairro do Curuzu, região da Liberdade. Após denúncia de atividade criminosa, os policiais foram recebidos a tiros por bandidos que tentaram fugir por becos e telhados. Na troca de tiros, três homens foram atingidos, socorridos ao Hospital Ernesto Simões Filho, mas não resistiram. Com eles, foram apreendidos três revólveres calibre .38, drogas e celulares. A ocorrência também foi registrada no DHPP.

A violência se espalhou por outras áreas da cidade. No domingo à tarde, uma mulher foi agredida durante uma tentativa de assalto na Avenida Anita Garibaldi, próximo ao Hospital Mater Dei. O criminoso perseguiu e imobilizou a vítima, tentando roubar o celular. A ação foi interrompida por testemunhas que passavam de carro e correram para socorrer a mulher. Apesar do susto e das agressões, ela passa bem. O suspeito fugiu, e até o momento não foi identificado.
Polícia
Moraes manda investigar Flávio Bolsonaro
STF abre inquérito para apurar possível injúria contra Lula em publicação nas redes sociais

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, determinou a instauração de um inquérito para investigar o senador Flávio Bolsonaro (PL). A decisão tem como objetivo apurar se o parlamentar cometeu crime de injúria contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva em uma postagem publicada nas redes sociais.
A medida foi adotada após análise preliminar do conteúdo divulgado, considerado potencialmente ofensivo à honra do chefe do Executivo. O inquérito buscará esclarecer o teor da publicação, o contexto em que foi feita e se houve intenção de atingir a dignidade do presidente, conforme prevê a legislação penal brasileira.
De acordo com especialistas em direito, o crime de injúria ocorre quando há ofensa direta à honra subjetiva de uma pessoa, podendo resultar em sanções legais caso seja comprovado. No caso envolvendo um agente público e um presidente da República, o episódio ganha ainda mais relevância institucional e jurídica.
Nos bastidores políticos, a decisão do STF repercute de forma significativa, intensificando o debate sobre os limites da liberdade de expressão de parlamentares nas redes sociais. A investigação também levanta discussões sobre responsabilidade digital e o uso de plataformas como ferramenta de posicionamento político.
O senador ainda poderá apresentar sua defesa ao longo do processo, enquanto o inquérito seguirá os trâmites legais sob supervisão do Supremo Tribunal Federal. O caso deve permanecer em evidência no cenário político nacional nos próximos dias.
Polícia
Anvisa proíbe versões irregulares do Mounjaro
Lotes suspeitos de falsificação são apreendidos e acendem alerta sobre riscos à saúde

A Anvisa proibiu, nesta quinta-feira (2), a comercialização e o uso de versões consideradas irregulares do medicamento Mounjaro, utilizado no tratamento do diabetes tipo 2 e que ganhou popularidade recente por seu uso associado ao emagrecimento.
A medida inclui a apreensão de lotes suspeitos, entre eles o D856831 do Mounjaro e os lotes D880730 e D840678 do Mounjaro Kwikpen, produtos que, segundo as autoridades, não possuem procedência confirmada. A ação visa proteger a população diante do risco de consumo de medicamentos potencialmente falsificados.
De acordo com a farmacêutica Eli Lilly, responsável pela fabricação do produto original, foram identificados fortes indícios de falsificação nas unidades apreendidas. A empresa reforçou que apenas medicamentos adquiridos por canais oficiais garantem segurança e eficácia no tratamento.
A Anvisa alerta que o uso de versões irregulares pode trazer graves consequências à saúde, uma vez que não há garantia sobre a composição, dosagem ou condições de armazenamento desses produtos. O órgão orienta pacientes a verificarem sempre a origem dos medicamentos e a buscarem orientação médica antes de iniciar qualquer tratamento.
O caso reforça a preocupação crescente com a circulação de medicamentos falsificados no país, especialmente aqueles de alta demanda. A fiscalização será intensificada para coibir a venda ilegal e proteger os consumidores, segundo informou a agência reguladora.
Polícia
Prefeitura de Feira investe R$ 9 milhões em segurança escolar
Contrato prevê modernização do controle de acesso nas unidades da rede pública municipa

A Prefeitura de Feira de Santana, por meio do Fundo Municipal de Educação (FME), firmou contrato para a modernização do sistema de controle de acesso nas escolas da rede pública municipal. O investimento total é de R$ 9 milhões, com foco no reforço da segurança e na gestão de entrada e saída de alunos, servidores e visitantes.
A empresa responsável pela execução do serviço é a TC Monitoramento de Segurança Ltda, sediada no próprio município. O contrato foi formalizado após processo licitatório, com a proposta vencedora sendo selecionada conforme os critérios estabelecidos no edital.
De acordo com as informações disponíveis, a empresa possui um capital social de R$ 4 milhões, valor inferior ao montante total do contrato firmado com o poder público. O dado chama atenção no contexto administrativo, já que contratos desse porte costumam exigir capacidade técnica e financeira compatível com a execução dos serviços.
O projeto prevê a implantação de tecnologias modernas para o controle de acesso, incluindo sistemas eletrônicos de identificação e monitoramento, com o objetivo de aumentar a segurança nas escolas e otimizar a gestão do fluxo de pessoas nas unidades educacionais.
A iniciativa ocorre em meio a uma crescente demanda por medidas de proteção no ambiente escolar, impulsionada por episódios recentes em diferentes regiões do país. A expectativa da gestão municipal é de que a modernização contribua para um ambiente mais seguro e organizado para alunos, professores e funcionários.
Especialistas em gestão pública destacam que investimentos em segurança escolar são essenciais, mas ressaltam a importância da transparência e da fiscalização rigorosa dos contratos, garantindo que os recursos públicos sejam aplicados de forma eficiente e dentro dos parâmetros legais.
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