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Polícia

Operação Fio Condutor prende líder e integrantes de quadrilha que roubava empresas na BR-324 e em Salvador

Trio foi capturado com grande quantidade de munições, fios de cobre e pistola; prejuízos chegam a meio milhão de reais

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Operação Fio Condutor Crédito: Divulgação/Polícia Civil

A Polícia Civil prendeu, nesta terça-feira (26), três integrantes de uma organização criminosa especializada em roubos contra empresas localizadas em trechos da BR-324, no Polo Industrial de Camaçari e nas imediações do aeroporto de Salvador. Entre os presos está o líder do esquema.

Na ação, foram apreendidos fios de cobre, uma pistola, carregadores, roupas camufladas e grande quantidade de munições dos calibres 5,56, 7,62, 9mm e .40, reforçando o poder bélico da quadrilha.

O líder foi localizado em uma residência onde havia fios de cobre e também foi constatado furto de energia elétrica. Já em outro imóvel, no bairro de Paripe, os policiais encontraram a pistola, carregadores, munições e mais material de cobre.

Prejuízos milionários e bloqueio de contas

O grupo é investigado por roubos de fios de cobre, maquinário, equipamentos e armas. Em uma das últimas ações criminosas, o prejuízo causado a uma empresa foi de aproximadamente R$ 500 mil.

A Justiça determinou ainda o bloqueio das contas bancárias dos envolvidos, que somam mais de R$ 400 mil.

Megaoperação da Polícia Civil

A Operação Fio Condutor é conduzida pelo Departamento Especializado de Investigações Criminais (Deic), por meio da Delegacia de Repressão a Furtos e Roubos (DRFR/Feira de Santana).

A ação mobilizou 60 policiais civis e contou com apoio dos departamentos:

  • Draco (Repressão e Combate à Corrupção, Crime Organizado e Lavagem de Dinheiro)
  • Denarc (Investigação e Repressão ao Narcotráfico)
  • DHPP (Homicídios e Proteção à Pessoa)
  • DPMCV (Proteção à Mulher, Cidadania e Pessoas Vulneráveis)
  • Polinter (Polícia Interestadual)
  • Core (Coordenação de Operações e Recursos Especiais)
  • DPT (Departamento de Polícia Técnica)
Redação Saiba+

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Polícia

Advogada é presa suspeita de mandar matar companheiro

Operação da Polícia Civil em Salvador também detém homem apontado como executor do crime

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A prisão ocorreu na manhã desta terça-feira (28), em Salvador | Bnews - Divulgação Reprodução

Uma advogada criminalista identificada como Elis Ribeiro foi presa na manhã desta terça-feira (28), em Salvador, durante uma ação da Polícia Civil. Além dela, um homem apontado como um dos executores do crime também foi detido.

A investigação faz parte da Operação Matter, que apura o homicídio ocorrido em 13 de janeiro de 2026, no bairro de Macaúbas. De acordo com as informações apuradas, a vítima foi surpreendida em via pública e atingida por disparos de arma de fogo, não resistindo aos ferimentos.

Segundo as autoridades, a advogada já vinha sendo investigada por possível envolvimento como mandante do crime. A suspeita é de que o assassinato tenha sido planejado e executado com participação de terceiros, o que motivou o avanço das diligências e o cumprimento dos mandados nesta semana.

A prisão dos envolvidos representa um avanço nas investigações conduzidas pela Polícia Civil, que segue apurando detalhes do caso e a possível participação de outras pessoas. O crime, que chocou a população local, agora entra em uma nova fase com os desdobramentos judiciais.

As autoridades não descartam novas prisões e reforçam que o inquérito segue em andamento para esclarecer completamente a motivação e a dinâmica do homicídio.

Redação Saiba+

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Polícia

Operação Mute reforça segurança na Lemos Brito

Ação integrada entre órgãos estaduais e federais intensifica fiscalização no sistema prisional de Salvador

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Outros presídios localizados em Salvador também vão receber a operação | Bnews - Divulgação Divisão de Comunicação da SENAPPEN

A Penitenciária Lemos Brito (PLB), localizada no Complexo Penitenciário da Mata Escura, em Salvador, tornou-se o foco da Operação Mute, iniciada na última quinta-feira (23) e com continuidade nesta sexta-feira (24). A iniciativa marca um novo ciclo de ações voltadas ao fortalecimento da segurança e controle dentro das unidades prisionais da capital baiana.

A operação é conduzida pela Secretaria de Administração Penitenciária e Ressocialização da Bahia (SEAP), em parceria com a Secretaria Nacional de Políticas Penais, reforçando a atuação conjunta entre o governo estadual e federal no combate a irregularidades no sistema penitenciário.

De acordo com a Seap, a Lemos Brito foi a primeira unidade de Salvador a receber esta edição da operação, evidenciando a prioridade estratégica do local nas ações de fiscalização. A Operação Mute tem como principal objetivo intensificar revistas, apreensões de materiais ilícitos e garantir maior controle interno, contribuindo para a redução de práticas ilegais dentro das unidades prisionais.

A mobilização reúne equipes especializadas e amplia o rigor nas inspeções, fortalecendo a política de segurança pública no estado. A expectativa é que a iniciativa gere impacto direto na disciplina interna e no combate à criminalidade organizada, além de servir como modelo para futuras operações em outras unidades do sistema prisional baiano.

Com a atuação integrada e contínua, o governo busca assegurar mais eficiência na gestão penitenciária e promover avanços no processo de ressocialização, alinhando segurança e políticas públicas no ambiente carcerário.

Redação Saiba+

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Polícia

Moraes manda investigar Flávio Bolsonaro

STF abre inquérito para apurar possível injúria contra Lula em publicação nas redes sociais

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LUIS NOVA

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, determinou a instauração de um inquérito para investigar o senador Flávio Bolsonaro (PL). A decisão tem como objetivo apurar se o parlamentar cometeu crime de injúria contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva em uma postagem publicada nas redes sociais.

A medida foi adotada após análise preliminar do conteúdo divulgado, considerado potencialmente ofensivo à honra do chefe do Executivo. O inquérito buscará esclarecer o teor da publicação, o contexto em que foi feita e se houve intenção de atingir a dignidade do presidente, conforme prevê a legislação penal brasileira.

De acordo com especialistas em direito, o crime de injúria ocorre quando há ofensa direta à honra subjetiva de uma pessoa, podendo resultar em sanções legais caso seja comprovado. No caso envolvendo um agente público e um presidente da República, o episódio ganha ainda mais relevância institucional e jurídica.

Nos bastidores políticos, a decisão do STF repercute de forma significativa, intensificando o debate sobre os limites da liberdade de expressão de parlamentares nas redes sociais. A investigação também levanta discussões sobre responsabilidade digital e o uso de plataformas como ferramenta de posicionamento político.

O senador ainda poderá apresentar sua defesa ao longo do processo, enquanto o inquérito seguirá os trâmites legais sob supervisão do Supremo Tribunal Federal. O caso deve permanecer em evidência no cenário político nacional nos próximos dias.

Redação Saiba+

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