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Bahia

Viajar de avião em Salvador fica mais caro a partir desta terça

ANAC reajusta tarifas de embarque em até 19% no Aeroporto Internacional de Salvador

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Marca da cidade de Salvador no avião da Air Europa.

A partir desta terça-feira (30), viajar de avião a partir de Salvador ficará mais caro. A Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) aprovou um reajuste nas tarifas aeroportuárias do Aeroporto Internacional de Salvador, que eleva os custos tanto para voos nacionais quanto internacionais.

A tarifa de embarque doméstica, que custava R$ 44,27, passa a ser de R$ 52,72, representando um aumento de 19%. Já nos voos internacionais, o valor sobe de R$ 78,39 para R$ 83,04, um acréscimo de 5,93%.

Esse é o segundo reajuste em menos de um mês. No dia 2 de setembro, a ANAC havia fixado a taxa em R$ 46,89. Poucos dias depois, em 11 de setembro, o valor foi revisto e ancorado nos atuais R$ 52,72 por meio de nova portaria.

Justificativa do aumento

De acordo com a ANAC, a medida busca equilibrar as receitas e custos operacionais da concessionária do aeroporto após os impactos da pandemia de COVID-19 em 2024, que afetaram diretamente o setor aéreo.

Outras tarifas também sofreram reajustes

Além da taxa de embarque, outros serviços operacionais também ficaram mais caros. Entre eles:

  • Tarifa de conexão: R$ 14,35 por passageiro em voos nacionais e internacionais.
  • Tarifa de pouso: R$ 14,68 por tonelada em voos domésticos e R$ 39,14 em internacionais.
  • Tarifa de permanência no pátio: de R$ 0,62 a R$ 7,80 por tonelada-hora.
  • Armazenamento de cargas importadas: cobrança entre 0,75% e 7,5% do valor CIF, conforme o tempo de permanência.
  • Capatazia de carga importada: R$ 0,0874 por quilo, com cobrança mínima de R$ 21,05.

Todas as novas tarifas estão disponíveis no site oficial do Salvador Bahia Airport e também nas portarias publicadas pela ANAC.

Impacto no consumidor

Para os passageiros, a mudança representa mais um custo no orçamento das viagens aéreas, especialmente nos voos domésticos, onde o reajuste foi mais expressivo. Com a alta, Salvador passa a figurar entre os aeroportos com tarifas de embarque mais elevadas do país.

Redação Saiba+

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Bahia

Van capota e provoca lentidão na Avenida Magalhães Neto

Acidente envolvendo uma Citroën Jumpy mobilizou motoristas e impactou o trânsito na Pituba, em Salvador

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Uma van modelo Citroën Jumpy capotou na manhã desta segunda-feira (13) na Avenida Professor Magalhães Neto, no bairro da Pituba, em Salvador. O acidente chamou a atenção de quem passava pelo local e causou lentidão no trânsito em um dos principais corredores viários da capital baiana.

As circunstâncias que provocaram o capotamento ainda serão apuradas pelas autoridades competentes. O veículo permaneceu na pista durante o atendimento da ocorrência, exigindo atenção redobrada dos condutores que trafegavam pela região.

Equipes responsáveis pelo atendimento de acidentes e pela organização do tráfego foram acionadas para sinalizar a via, controlar o fluxo de veículos e realizar os procedimentos necessários para a remoção da van.

O congestionamento se formou logo após o acidente, afetando o deslocamento de motoristas durante o período da manhã. A orientação para os condutores foi reduzir a velocidade e buscar rotas alternativas enquanto a situação era normalizada.

Até o momento, não foram divulgadas informações oficiais sobre o número de ocupantes do veículo ou a existência de vítimas. O caso segue sob apuração.

Redação Saiba+

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Bahia

Antiga sede dos Correios na Pituba é vendida por menos de 40% do valor inicial

Após 20 tentativas de leilão, imóvel em área valorizada de Salvador foi negociado por R$ 97,8 milhões e passa a despertar interesse do mercado imobiliário

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A venda da antiga sede dos Correios, localizada no bairro da Pituba, em Salvador, tornou-se um dos negócios mais comentados do mercado imobiliário baiano. O complexo, formado pelo edifício e pelo terreno onde funcionava a Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (ECT), foi adquirido por R$ 97,8 milhões, valor que representa menos de 40% da avaliação inicial do imóvel.

Antes da negociação ser concretizada, o patrimônio passou por um longo processo de comercialização. Ao todo, o imóvel foi levado a leilão 20 vezes sem encontrar compradores interessados, mesmo estando situado em uma das regiões mais valorizadas da capital baiana.

Na primeira avaliação, o conjunto foi ofertado por R$ 248 milhões. Com a ausência de propostas, o preço foi reduzido para R$ 130,3 milhões após uma nova reavaliação. Somente na terceira oferta, o imóvel foi finalmente arrematado por R$ 97,8 milhões, considerado por especialistas do setor como um valor de oportunidade, levando em conta o potencial de exploração imobiliária da área.

A negociação reforça o interesse crescente por grandes terrenos urbanos em Salvador, especialmente em bairros consolidados como a Pituba, onde a disponibilidade de áreas para novos empreendimentos é cada vez mais limitada. O espaço poderá receber projetos de uso residencial, comercial ou de ocupação mista, dependendo das definições urbanísticas e dos investimentos futuros.

O desfecho da venda também evidencia como ativos de grande porte podem sofrer significativa desvalorização quando permanecem por longos períodos sem compradores, abrindo espaço para aquisições estratégicas por investidores atentos às oportunidades do mercado.

Redação Saiba+

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Bahia

Moradores denunciam abandono no Cemitério de Plataforma

Caixões descartados a céu aberto e falta de manutenção geram revolta e preocupação com a saúde pública no Subúrbio de Salvador

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Moradores do Subúrbio Ferroviário de Salvador denunciam as condições do Cemitério Municipal de Plataforma, onde o descarte de caixões usados em área aberta e a ausência de manutenção têm provocado indignação na comunidade. As reclamações apontam para problemas estruturais que, segundo os moradores, comprometem a conservação do espaço e levantam preocupações relacionadas à saúde pública.

Durante visita ao local, foi constatada a existência de dezenas de caixões já utilizados acumulados de forma irregular em uma área próxima à Rua David Ferreira. Parte do material estava coberta por lonas, enquanto diversos caixões permaneciam totalmente expostos ao tempo, situação que chamou a atenção de moradores e frequentadores da região.

Além do descarte considerado inadequado, os relatos também destacam a falta de limpeza, conservação e manutenção geral do cemitério, cenário que tem motivado pedidos por providências dos órgãos responsáveis pela administração do espaço público.

Moradores afirmam que a situação se arrasta há algum tempo e defendem uma intervenção urgente para garantir melhores condições de funcionamento do cemitério. A principal preocupação é que o acúmulo de materiais e o estado de abandono possam representar riscos sanitários e comprometer o respeito devido às famílias que utilizam o local.

O caso amplia o debate sobre a necessidade de investimentos na manutenção dos cemitérios públicos de Salvador e na adoção de medidas que assegurem o descarte adequado de materiais funerários, preservando tanto a saúde da população quanto a dignidade dos espaços destinados às despedidas de entes queridos.

Redação Saiba+

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