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Polícia

Trabalho escravo é flagrado a 200 m da sede da polícia em Salvador

Depósito precário é denunciado como “filme de terror” após resgate de trabalhadores em condições degradantes

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Depósito em Salvador aparece na "lista suja" do trabalho escravo do país Crédito: Maysa Polcri

Na proximidade da sede da polícia no bairro Dois de Julho, em Salvador, foi flagrada uma situação chocante: um depósito funciona em regime de trabalho análogo à escravidão, segundo auditoria do Ministério do Trabalho. O local estava apenas cerca de 200 metros da delegacia, o que acentua o contraste entre ilegalidade e proximidade institucional.

Autoridades identificaram que o empresário responsável, Laurencio Rios dos Santos, foi incluído na “lista suja” do trabalho escravo após resgate de cinco trabalhadores em condições degradantes. Os funcionários residiam no mesmo local, dormindo sobre carrinhos, sem sanitários adequados, comida precária e sem registro formal.

A fiscalização constatou ausência de higiene, instalações insalubres e pagamento irrisório: alguns trabalhadores recebiam cerca de R$ 200 por mês — valor que corresponde a apenas 13% do salário mínimo, configurando exploração extrema e desrespeito à dignidade humana.

Mesmo após a autuação, o depósito continuou operando, o que gerou suspeita de omissão ou falhas no acompanhamento das medidas de correção e fiscalização. A inclusão do empresário no cadastro de infratores agrava sua situação, sujeitando-o a sanções trabalhistas, penais e morais.

Especialistas destacam que a proximidade ilegal ao órgão policial reforça a audácia do crime. A expectativa é que o caso mobilize ações coordenadas entre Ministério Público, Justiça Trabalho e órgãos de fiscalização, visando responsabilização, reparação e prevenção em casos similares.

Redação Saiba+

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Polícia

Anvisa proíbe versões irregulares do Mounjaro

Lotes suspeitos de falsificação são apreendidos e acendem alerta sobre riscos à saúde

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Lotes falsificados de Mounjaro foram denunciados pela fabricante do medicamento original | Bnews - Divulgação Reprodução

A Anvisa proibiu, nesta quinta-feira (2), a comercialização e o uso de versões consideradas irregulares do medicamento Mounjaro, utilizado no tratamento do diabetes tipo 2 e que ganhou popularidade recente por seu uso associado ao emagrecimento.

A medida inclui a apreensão de lotes suspeitos, entre eles o D856831 do Mounjaro e os lotes D880730 e D840678 do Mounjaro Kwikpen, produtos que, segundo as autoridades, não possuem procedência confirmada. A ação visa proteger a população diante do risco de consumo de medicamentos potencialmente falsificados.

De acordo com a farmacêutica Eli Lilly, responsável pela fabricação do produto original, foram identificados fortes indícios de falsificação nas unidades apreendidas. A empresa reforçou que apenas medicamentos adquiridos por canais oficiais garantem segurança e eficácia no tratamento.

A Anvisa alerta que o uso de versões irregulares pode trazer graves consequências à saúde, uma vez que não há garantia sobre a composição, dosagem ou condições de armazenamento desses produtos. O órgão orienta pacientes a verificarem sempre a origem dos medicamentos e a buscarem orientação médica antes de iniciar qualquer tratamento.

O caso reforça a preocupação crescente com a circulação de medicamentos falsificados no país, especialmente aqueles de alta demanda. A fiscalização será intensificada para coibir a venda ilegal e proteger os consumidores, segundo informou a agência reguladora.

Redação Saiba+

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Polícia

Prefeitura de Feira investe R$ 9 milhões em segurança escolar

Contrato prevê modernização do controle de acesso nas unidades da rede pública municipa

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Projeto inclui instalação de catracas, reconhecimento facial e suporte técnico em escolas de Feira de Santana | Bnews - Divulgação Prefeitura de Feira de Santana

A Prefeitura de Feira de Santana, por meio do Fundo Municipal de Educação (FME), firmou contrato para a modernização do sistema de controle de acesso nas escolas da rede pública municipal. O investimento total é de R$ 9 milhões, com foco no reforço da segurança e na gestão de entrada e saída de alunos, servidores e visitantes.

A empresa responsável pela execução do serviço é a TC Monitoramento de Segurança Ltda, sediada no próprio município. O contrato foi formalizado após processo licitatório, com a proposta vencedora sendo selecionada conforme os critérios estabelecidos no edital.

De acordo com as informações disponíveis, a empresa possui um capital social de R$ 4 milhões, valor inferior ao montante total do contrato firmado com o poder público. O dado chama atenção no contexto administrativo, já que contratos desse porte costumam exigir capacidade técnica e financeira compatível com a execução dos serviços.

O projeto prevê a implantação de tecnologias modernas para o controle de acesso, incluindo sistemas eletrônicos de identificação e monitoramento, com o objetivo de aumentar a segurança nas escolas e otimizar a gestão do fluxo de pessoas nas unidades educacionais.

A iniciativa ocorre em meio a uma crescente demanda por medidas de proteção no ambiente escolar, impulsionada por episódios recentes em diferentes regiões do país. A expectativa da gestão municipal é de que a modernização contribua para um ambiente mais seguro e organizado para alunos, professores e funcionários.

Especialistas em gestão pública destacam que investimentos em segurança escolar são essenciais, mas ressaltam a importância da transparência e da fiscalização rigorosa dos contratos, garantindo que os recursos públicos sejam aplicados de forma eficiente e dentro dos parâmetros legais.

Redação Saiba+

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Polícia

Pesquisa revela divisão de votos por renda na Bahia

Levantamento aponta vantagem de Jerônimo Rodrigues entre eleitores de menor renda, enquanto ACM Neto cresce entre faixas com maior rendimento.

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Estudo revela que Jerônimo lidera entre eleitores de baixa renda, enquanto Neto se destaca entre os mais ricos na corrida pelo governo da Bahia. | Bnews - Divulgação

Um recorte por renda da pesquisa divulgada pelo instituto Real Time Big Data, na última quinta-feira (12), revela um cenário de divisão do eleitorado na disputa pelo governo da Bahia, com diferenças claras de preferência entre as faixas econômicas da população.

De acordo com os dados do levantamento, o governador Jerônimo Rodrigues, do PT, apresenta desempenho ligeiramente superior entre eleitores de menor renda, segmento que representa uma parcela significativa do eleitorado baiano.

Já o ex-prefeito de Salvador ACM Neto, do União Brasil, amplia sua vantagem à medida que cresce o rendimento mensal dos entrevistados, indicando maior apoio entre eleitores pertencentes a faixas de renda mais elevadas.

O levantamento evidencia que a renda do eleitor continua sendo um fator relevante no comportamento político, influenciando diretamente as preferências eleitorais em disputas estaduais. Esse tipo de segmentação costuma ser acompanhado de perto por estrategistas de campanha, que utilizam os dados para direcionar propostas e discursos a públicos específicos.

Especialistas avaliam que as diferenças econômicas entre os eleitores podem refletir prioridades distintas, como políticas sociais, geração de emprego, desenvolvimento econômico e gestão pública.

Com o cenário ainda em construção, a pesquisa reforça que a corrida pelo governo da Bahia segue marcada por uma disputa equilibrada entre os principais nomes da política estadual, com cada candidato consolidando apoio em diferentes perfis socioeconômicos do eleitorado.

Redação Saiba+

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