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Política

Geraldo Júnior assume governo da Bahia durante viagem de Jerônimo

Vice-governador ocupa interinamente o cargo e reforça protagonismo institucional ao liderar o Executivo mais uma vez

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Vice assume a chefia do Executivo baiano durante viagem do governador ao exterior | Bnews - Divulgação Ricardo Stuckert

O vice-governador da Bahia, Geraldo Júnior (MDB), assumiu interinamente o comando do Governo do Estado nesta quarta-feira (18), durante a viagem internacional do governador Jerônimo Rodrigues (PT) à Índia e à Coreia do Sul, onde integra uma agenda oficial ao lado do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Com a nova transmissão de cargo, Geraldo Júnior consolida-se como o vice que mais vezes esteve à frente do Executivo baiano, reforçando sua presença institucional e ampliando sua participação nas decisões estratégicas do Estado. A interinidade ocorre enquanto Jerônimo cumpre compromissos diplomáticos voltados à inovação, desenvolvimento econômico e parcerias internacionais.

Segundo o governo, a continuidade administrativa está garantida, e Geraldo Júnior seguirá acompanhando as ações prioritárias em andamento, mantendo diálogo com secretarias e órgãos estaduais.
A sucessão temporária reafirma a sintonia entre governador e vice, além de fortalecer a atuação conjunta da gestão.

A expectativa é que Jerônimo retorne ao Brasil após cumprir a agenda oficial nos dois países asiáticos, retomando o comando do Executivo nos próximos dias.

Redação Saiba+

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Política

Racha no PL pressiona pré-candidatura de Flávio

Michelle Bolsonaro cobra retratação pública após críticas e impõe condição para apoiar projeto presidencial

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Relação conturbada: Flávio chamou Michelle de 'autoritária' após críticas à aliança do PL com Ciro Gomes no Ceará | Bnews - Divulgação Divulgação

As articulações para a disputa presidencial ganham novos contornos dentro do Partido Liberal (PL), em meio a tensões internas envolvendo nomes de peso da legenda. A possível pré-candidatura de Flávio Bolsonaro enfrenta resistência e condicionantes, inclusive dentro do próprio núcleo bolsonarista.

A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro passou a exigir uma retratação pública de Flávio como condição essencial para declarar apoio à sua eventual candidatura à Presidência da República. O impasse tem origem em declarações feitas pelo senador em dezembro do ano passado, quando classificou Michelle como “autoritária” e “constrangedora”.

O episódio ocorreu após críticas da ex-primeira-dama à articulação do PL com o ex-ministro Ciro Gomes no Ceará — movimento que gerou desconforto em parte da base conservadora. Desde então, o clima de divisão interna tem dificultado a construção de unidade dentro do partido.

Paralelamente, aliados próximos ao ex-presidente Jair Bolsonaro, especialmente o deputado Eduardo Bolsonaro, intensificam a pressão para que lideranças influentes, como Nikolas Ferreira, engajem diretamente na campanha de Flávio, buscando ampliar o alcance político e eleitoral do projeto.

Nos bastidores, a avaliação é de que a falta de alinhamento interno pode comprometer a estratégia eleitoral do PL, sobretudo em um cenário onde a construção de alianças e a coesão partidária são fundamentais para garantir competitividade no pleito.

O desdobramento do impasse deve influenciar diretamente os próximos passos da legenda, que tenta equilibrar interesses, lideranças e estratégias para consolidar uma candidatura viável ao Planalto.

Redação Saiba+

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Política

Bastidores da eleição já movimentam alianças

Mesmo antes do início oficial da campanha, pré-candidatos intensificam articulações para ampliar tempo de TV e rádio

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Estimativa aponta impacto direto das coligações no tempo de TV e rádio, com reflexos na largada da campanha | Bnews - Divulgação Deivid Santana e Paulo M. Azevedo

Embora a propaganda eleitoral só tenha início oficial em 28 de agosto, os bastidores da disputa presidencial já estão em plena movimentação. Pré-candidatos ao Palácio do Planalto intensificam negociações políticas com foco na formação de alianças estratégicas, principalmente nos estados, onde se consolidam os palanques regionais.

O principal objetivo dessas articulações é garantir vantagem no horário eleitoral gratuito. Pela legislação vigente, 90% do tempo de propaganda é distribuído de forma proporcional ao tamanho das bancadas na Câmara dos Deputados, o que torna os partidos com maior representação peças-chave nas negociações.

Os 10% restantes são divididos igualmente entre as legendas que superaram a cláusula de barreira, mecanismo que limita o acesso de partidos menores aos recursos públicos e ao tempo de mídia. Esse modelo reforça a importância de alianças amplas, já que cada segundo no rádio e na televisão pode influenciar diretamente o alcance das campanhas.

Nos estados, a disputa por apoios locais também ganha força. Governadores, prefeitos e lideranças regionais passam a ser alvos prioritários, pois ajudam a estruturar palanques robustos e ampliar a capilaridade eleitoral. Em muitos casos, essas alianças estaduais acabam sendo decisivas para consolidar acordos nacionais.

Analistas políticos avaliam que, mesmo antes do período oficial, a pré-campanha já exerce forte influência no cenário eleitoral, moldando estratégias, definindo discursos e antecipando possíveis composições partidárias. O movimento reforça que, na prática, a corrida eleitoral começa muito antes do calendário oficial.

Redação Saiba+

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Política

Margareth Menezes permanece no Ministério da Cultura

Decisão de Lula freia especulações sobre candidatura e mantém estabilidade na pasta

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Margareth Menezes permanece no Ministério da Cultura - Foto: Ricardo Stuckert

A recente reorganização ministerial promovida pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, visando alinhar o cenário político para o pleito do segundo semestre, não atingiu todas as áreas do governo. Uma das principais confirmações foi a permanência da ministra da Cultura, Margareth Menezes, no comando da pasta.

A decisão encerra especulações que vinham ganhando força nos bastidores políticos sobre uma possível candidatura da artista a deputada federal, hipótese ventilada por setores do Partido dos Trabalhadores (PT). Com a definição, o governo opta por manter estabilidade em uma área considerada estratégica para políticas públicas culturais.

Desde que assumiu o ministério, Margareth Menezes tem buscado fortalecer programas de incentivo à cultura, ampliar o acesso a editais e retomar projetos paralisados nos últimos anos. Sua permanência sinaliza continuidade administrativa e reforço nas ações voltadas ao setor cultural, especialmente em um momento de retomada econômica e valorização da produção artística nacional.

Nos bastidores, a escolha também é vista como um movimento político calculado. Ao manter a ministra no cargo, o governo evita desgastes internos e preserva uma figura de forte representatividade no meio cultural, além de manter equilíbrio na composição ministerial.

A chamada “dança das cadeiras” no governo federal, portanto, ocorre de forma seletiva, priorizando ajustes estratégicos sem comprometer áreas consideradas essenciais. A permanência de Margareth Menezes reforça essa lógica e indica que nem todos os nomes serão deslocados em função das eleições.

Com isso, o Ministério da Cultura segue com sua atual liderança, enquanto o cenário político continua em movimentação nos bastidores de Brasília, à medida que o calendário eleitoral se aproxima.

Redação Saiba+

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