Política
Geraldo Júnior assume governo da Bahia durante viagem de Jerônimo
Vice-governador ocupa interinamente o cargo e reforça protagonismo institucional ao liderar o Executivo mais uma vez

O vice-governador da Bahia, Geraldo Júnior (MDB), assumiu interinamente o comando do Governo do Estado nesta quarta-feira (18), durante a viagem internacional do governador Jerônimo Rodrigues (PT) à Índia e à Coreia do Sul, onde integra uma agenda oficial ao lado do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
Com a nova transmissão de cargo, Geraldo Júnior consolida-se como o vice que mais vezes esteve à frente do Executivo baiano, reforçando sua presença institucional e ampliando sua participação nas decisões estratégicas do Estado. A interinidade ocorre enquanto Jerônimo cumpre compromissos diplomáticos voltados à inovação, desenvolvimento econômico e parcerias internacionais.
Segundo o governo, a continuidade administrativa está garantida, e Geraldo Júnior seguirá acompanhando as ações prioritárias em andamento, mantendo diálogo com secretarias e órgãos estaduais.
A sucessão temporária reafirma a sintonia entre governador e vice, além de fortalecer a atuação conjunta da gestão.
A expectativa é que Jerônimo retorne ao Brasil após cumprir a agenda oficial nos dois países asiáticos, retomando o comando do Executivo nos próximos dias.
Política
Margareth Menezes permanece no Ministério da Cultura
Decisão de Lula freia especulações sobre candidatura e mantém estabilidade na pasta

A recente reorganização ministerial promovida pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, visando alinhar o cenário político para o pleito do segundo semestre, não atingiu todas as áreas do governo. Uma das principais confirmações foi a permanência da ministra da Cultura, Margareth Menezes, no comando da pasta.
A decisão encerra especulações que vinham ganhando força nos bastidores políticos sobre uma possível candidatura da artista a deputada federal, hipótese ventilada por setores do Partido dos Trabalhadores (PT). Com a definição, o governo opta por manter estabilidade em uma área considerada estratégica para políticas públicas culturais.
Desde que assumiu o ministério, Margareth Menezes tem buscado fortalecer programas de incentivo à cultura, ampliar o acesso a editais e retomar projetos paralisados nos últimos anos. Sua permanência sinaliza continuidade administrativa e reforço nas ações voltadas ao setor cultural, especialmente em um momento de retomada econômica e valorização da produção artística nacional.
Nos bastidores, a escolha também é vista como um movimento político calculado. Ao manter a ministra no cargo, o governo evita desgastes internos e preserva uma figura de forte representatividade no meio cultural, além de manter equilíbrio na composição ministerial.
A chamada “dança das cadeiras” no governo federal, portanto, ocorre de forma seletiva, priorizando ajustes estratégicos sem comprometer áreas consideradas essenciais. A permanência de Margareth Menezes reforça essa lógica e indica que nem todos os nomes serão deslocados em função das eleições.
Com isso, o Ministério da Cultura segue com sua atual liderança, enquanto o cenário político continua em movimentação nos bastidores de Brasília, à medida que o calendário eleitoral se aproxima.
Política
Lula surge treinando em vídeo divulgado por Janja
Presidente aparece em rotina de exercícios físicos e reforça cuidados com a saúde

A primeira-dama Janja da Silva voltou a chamar atenção nas redes sociais ao compartilhar, nesta segunda-feira (6), um vídeo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva durante sua rotina de exercícios físicos.
Na gravação, feita por volta das 7h10 da manhã, o chefe do Executivo aparece realizando exercícios de pernas com uso de pesos, evidenciando uma rotina ativa e disciplinada. Segundo Janja, o presidente já estava em atividade desde as primeiras horas do dia.
De acordo com a primeira-dama, Lula iniciou os treinos às 5h30, incluindo cerca de 45 minutos de caminhada na esteira, antes de seguir para outras atividades físicas. A divulgação reforça a imagem de cuidado com a saúde e bem-estar do presidente, que tem mantido uma agenda intensa em Brasília.
O vídeo rapidamente ganhou repercussão nas redes sociais, com apoiadores destacando a disposição do presidente e a importância da prática regular de exercícios físicos. A estratégia de exposição da rotina pessoal também contribui para aproximar Lula do público, humanizando sua imagem em meio à rotina política.
Nos bastidores, aliados avaliam que esse tipo de conteúdo fortalece a comunicação digital do governo, ampliando o engajamento e reforçando mensagens positivas sobre disciplina e qualidade de vida.
A iniciativa de Janja em compartilhar momentos do cotidiano do presidente tem se tornado frequente, consolidando uma narrativa de transparência e proximidade com a população.
Política
Rui Costa deixa Casa Civil e mira Senado em 2026
Saída do ministro marca nova fase no governo Lula e reposiciona articulação política do PT

A saída de Rui Costa do comando da Casa Civil, oficializada na última quinta-feira (2), encerra um ciclo de três anos em uma das pastas mais estratégicas do governo federal. O movimento, já esperado nos bastidores por conta das exigências da legislação eleitoral, abre espaço para uma nova fase marcada por incertezas e reconfiguração política dentro da gestão de Luiz Inácio Lula da Silva.
Durante sua passagem pela Casa Civil, Rui Costa foi responsável pela coordenação de projetos prioritários e pela articulação entre ministérios. No entanto, sua saída ocorre em meio a um cenário de desgaste político e dificuldades na consolidação de alianças no Congresso Nacional — fatores que influenciaram diretamente na leitura de bastidores sobre sua gestão.
A desincompatibilização do cargo, exigida pela legislação eleitoral, confirma o próximo passo do ex-ministro: a disputa por uma vaga no Senado em 2026. Com base política consolidada na Bahia, Rui Costa deve concentrar esforços na construção de alianças regionais e no fortalecimento de sua imagem junto ao eleitorado.
Outro ponto que chama atenção é o silêncio adotado pelo petista após a oficialização de sua saída. A postura reservada tem sido interpretada como estratégica, indicando que o ex-ministro pretende evitar ruídos políticos neste momento de transição, enquanto estrutura sua pré-campanha.
Nos bastidores de Brasília, a mudança também impacta diretamente o núcleo duro do governo. A Casa Civil, considerada o coração administrativo do Planalto, passa a ter papel ainda mais relevante na reorganização da base aliada e na condução das pautas prioritárias do Executivo.
A saída de Rui Costa não representa apenas uma troca de comando, mas simboliza o início de um novo ciclo político, tanto para o governo federal quanto para o próprio ex-ministro, que agora volta suas atenções para o cenário eleitoral.
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