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Política

Esposa de Alexandre de Moraes é internada e passa por colocação de stents em SP

Viviane Barci de Moraes, de 56 anos, foi hospitalizada após exames detectarem entupimento arterial

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Esposa de Alexandre de Moraes foi internada após exames de rotina | Bnews - Divulgação Isac Nóbrega

A advogada Viviane Barci de Moraes, 56 anos, esposa do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes, foi internada no início do mês no Hospital Vila Nova Star, em São Paulo. A internação ocorreu após exames de rotina identificarem um entupimento nas artérias, o que levou à necessidade de colocação de stents para restabelecer o fluxo sanguíneo.

Segundo informações divulgadas por pessoas próximas à família, o procedimento foi realizado com sucesso e Viviane apresenta boa evolução clínica. A intervenção é considerada minimamente invasiva e costuma ser indicada para prevenir complicações cardiovasculares mais graves.

A hospitalização mobilizou atenção por envolver a esposa de um dos ministros mais conhecidos do país, mas o quadro é tratado como estável e sem riscos adicionais.
Viviane Barci de Moraes é advogada e atua em diversas frentes do direito, mantendo agenda profissional ativa.

A expectativa é de que ela continue em acompanhamento médico nos próximos dias, seguindo orientações para recuperação plena.

Redação Saiba+

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Política

Racha no PL pressiona pré-candidatura de Flávio

Michelle Bolsonaro cobra retratação pública após críticas e impõe condição para apoiar projeto presidencial

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Relação conturbada: Flávio chamou Michelle de 'autoritária' após críticas à aliança do PL com Ciro Gomes no Ceará | Bnews - Divulgação Divulgação

As articulações para a disputa presidencial ganham novos contornos dentro do Partido Liberal (PL), em meio a tensões internas envolvendo nomes de peso da legenda. A possível pré-candidatura de Flávio Bolsonaro enfrenta resistência e condicionantes, inclusive dentro do próprio núcleo bolsonarista.

A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro passou a exigir uma retratação pública de Flávio como condição essencial para declarar apoio à sua eventual candidatura à Presidência da República. O impasse tem origem em declarações feitas pelo senador em dezembro do ano passado, quando classificou Michelle como “autoritária” e “constrangedora”.

O episódio ocorreu após críticas da ex-primeira-dama à articulação do PL com o ex-ministro Ciro Gomes no Ceará — movimento que gerou desconforto em parte da base conservadora. Desde então, o clima de divisão interna tem dificultado a construção de unidade dentro do partido.

Paralelamente, aliados próximos ao ex-presidente Jair Bolsonaro, especialmente o deputado Eduardo Bolsonaro, intensificam a pressão para que lideranças influentes, como Nikolas Ferreira, engajem diretamente na campanha de Flávio, buscando ampliar o alcance político e eleitoral do projeto.

Nos bastidores, a avaliação é de que a falta de alinhamento interno pode comprometer a estratégia eleitoral do PL, sobretudo em um cenário onde a construção de alianças e a coesão partidária são fundamentais para garantir competitividade no pleito.

O desdobramento do impasse deve influenciar diretamente os próximos passos da legenda, que tenta equilibrar interesses, lideranças e estratégias para consolidar uma candidatura viável ao Planalto.

Redação Saiba+

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Política

Bastidores da eleição já movimentam alianças

Mesmo antes do início oficial da campanha, pré-candidatos intensificam articulações para ampliar tempo de TV e rádio

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Estimativa aponta impacto direto das coligações no tempo de TV e rádio, com reflexos na largada da campanha | Bnews - Divulgação Deivid Santana e Paulo M. Azevedo

Embora a propaganda eleitoral só tenha início oficial em 28 de agosto, os bastidores da disputa presidencial já estão em plena movimentação. Pré-candidatos ao Palácio do Planalto intensificam negociações políticas com foco na formação de alianças estratégicas, principalmente nos estados, onde se consolidam os palanques regionais.

O principal objetivo dessas articulações é garantir vantagem no horário eleitoral gratuito. Pela legislação vigente, 90% do tempo de propaganda é distribuído de forma proporcional ao tamanho das bancadas na Câmara dos Deputados, o que torna os partidos com maior representação peças-chave nas negociações.

Os 10% restantes são divididos igualmente entre as legendas que superaram a cláusula de barreira, mecanismo que limita o acesso de partidos menores aos recursos públicos e ao tempo de mídia. Esse modelo reforça a importância de alianças amplas, já que cada segundo no rádio e na televisão pode influenciar diretamente o alcance das campanhas.

Nos estados, a disputa por apoios locais também ganha força. Governadores, prefeitos e lideranças regionais passam a ser alvos prioritários, pois ajudam a estruturar palanques robustos e ampliar a capilaridade eleitoral. Em muitos casos, essas alianças estaduais acabam sendo decisivas para consolidar acordos nacionais.

Analistas políticos avaliam que, mesmo antes do período oficial, a pré-campanha já exerce forte influência no cenário eleitoral, moldando estratégias, definindo discursos e antecipando possíveis composições partidárias. O movimento reforça que, na prática, a corrida eleitoral começa muito antes do calendário oficial.

Redação Saiba+

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Política

Margareth Menezes permanece no Ministério da Cultura

Decisão de Lula freia especulações sobre candidatura e mantém estabilidade na pasta

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Margareth Menezes permanece no Ministério da Cultura - Foto: Ricardo Stuckert

A recente reorganização ministerial promovida pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, visando alinhar o cenário político para o pleito do segundo semestre, não atingiu todas as áreas do governo. Uma das principais confirmações foi a permanência da ministra da Cultura, Margareth Menezes, no comando da pasta.

A decisão encerra especulações que vinham ganhando força nos bastidores políticos sobre uma possível candidatura da artista a deputada federal, hipótese ventilada por setores do Partido dos Trabalhadores (PT). Com a definição, o governo opta por manter estabilidade em uma área considerada estratégica para políticas públicas culturais.

Desde que assumiu o ministério, Margareth Menezes tem buscado fortalecer programas de incentivo à cultura, ampliar o acesso a editais e retomar projetos paralisados nos últimos anos. Sua permanência sinaliza continuidade administrativa e reforço nas ações voltadas ao setor cultural, especialmente em um momento de retomada econômica e valorização da produção artística nacional.

Nos bastidores, a escolha também é vista como um movimento político calculado. Ao manter a ministra no cargo, o governo evita desgastes internos e preserva uma figura de forte representatividade no meio cultural, além de manter equilíbrio na composição ministerial.

A chamada “dança das cadeiras” no governo federal, portanto, ocorre de forma seletiva, priorizando ajustes estratégicos sem comprometer áreas consideradas essenciais. A permanência de Margareth Menezes reforça essa lógica e indica que nem todos os nomes serão deslocados em função das eleições.

Com isso, o Ministério da Cultura segue com sua atual liderança, enquanto o cenário político continua em movimentação nos bastidores de Brasília, à medida que o calendário eleitoral se aproxima.

Redação Saiba+

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