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Política

Ex-deputado é preso em operação do MP na Bahia

Ação do Gaeco mira organizações criminosas e resulta na prisão preventiva de Uldurico Tavares Jr.

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Uldurico Júnior foi o deputado federal mais jovem do país em 2014 — Foto: Arquivo Pessoal

O ex-deputado federal Uldurico Tavares Jr. foi preso preventivamente na manhã desta quinta-feira (16), durante a Operação Duas Rosas, deflagrada pelo Ministério Público do Estado da Bahia (MPBA). A ação é conduzida por forças especializadas no combate ao crime organizado e integra uma série de medidas para desarticular supostos esquemas ilícitos.

A operação foi coordenada pelo Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas (Gaeco), com atuação conjunta de unidades da capital e da regional Sul, além do apoio do Grupo de Atuação Especial em Execução Penal (Gaep). As investigações seguem sob sigilo, mas indicam a existência de uma estrutura organizada com possível atuação em diversas frentes.

A prisão preventiva foi autorizada com base em indícios considerados relevantes pelas autoridades, visando garantir o andamento das investigações e evitar interferências no processo. A medida também reforça a estratégia do Ministério Público de intensificar o combate a práticas criminosas estruturadas no estado.

A Operação Duas Rosas marca mais um capítulo nas ações de enfrentamento ao crime organizado na Bahia, com foco na responsabilização de envolvidos e no fortalecimento das instituições de controle. Novas diligências não estão descartadas, e o caso segue em investigação.

O episódio amplia a repercussão no cenário político e jurídico, destacando a atuação dos órgãos de fiscalização e repressão em casos de grande relevância.

Redação Saiba+

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Política

Dino questiona atuação de Cezinha no Judiciário

Ministro do STF afirma que deputado teria usado o cargo para transmitir a terceiros a percepção de influência sobre magistrados

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O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Flávio Dino, afirmou que o deputado federal Cezinha de Madureira (PL-SP) teria utilizado a posição parlamentar para transmitir a terceiros a ideia de que possuía influência entre integrantes do Judiciário.

A declaração consta de uma decisão relacionada a uma investigação que apura a atuação de integrantes de uma força-tarefa e possíveis negociações envolvendo processos em andamento. Dino determinou o fim do sigilo do documento que fundamentou a operação, permitindo o acesso ao conteúdo da decisão.

Segundo o ministro, os fatos investigados podem indicar, em tese, que o deputado, que não possui habilitação para exercer a advocacia, teria utilizado a posição ocupada no Congresso Nacional para criar entre terceiros a percepção de que poderia exercer influência sobre magistrados de tribunais superiores.

“Parece-me claro que os fatos investigados podem implicar, em tese, um deputado federal que não tem habilitação para atuar como advogado”, escreveu Dino na decisão.

Investigação apura supostos pagamentos

De acordo com os elementos apresentados na investigação, integrantes do grupo teriam procurado terceiros para negociar pagamentos condicionados ao resultado de processos judiciais em andamento.

Ainda segundo a apuração, os envolvidos teriam afirmado que poderiam exercer algum tipo de influência sobre decisões de magistrados em troca dos valores negociados.

Na avaliação de Flávio Dino, a existência de uma remuneração considerada elevada também seria um elemento relevante para a análise do caso. O ministro afirmou que esse aspecto, em princípio, afastaria a possibilidade de que os pagamentos fossem relacionados apenas a um eventual “ato político”.

A decisão, contudo, trata os fatos como hipóteses sob investigação, e eventuais responsabilidades deverão ser definidas a partir do avanço das apurações e da análise das provas reunidas pelas autoridades.

O caso envolve questões relacionadas à suposta venda de influência no Judiciário, tema que tem provocado atenção dentro do STF e deverá continuar sendo analisado no âmbito da investigação.

Redação Saiba+

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Política

Capitão Alden destina R$ 760 mil a aliados

Deputado federal e candidato à reeleição transferiu recursos da própria campanha para candidaturas de deputados estaduais do PL na Bahia

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O deputado federal e candidato à reeleição Capitão Alden (PL) destinou R$ 760 mil de sua própria campanha para fortalecer candidaturas de deputados estaduais do Partido Liberal (PL).

De acordo com dados da prestação de contas eleitoral, os repasses foram registrados no início de setembro e direcionados a candidatos que disputam uma vaga na Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA).

Entre os principais beneficiados estão Gabriel Bandarra, conhecido como Tenóbio, Rafael Victoria e Thiago Martins, que receberam R$ 200 mil cada. Juntos, os três concentraram R$ 600 mil dos recursos transferidos pelo deputado federal.

Além deles, Alden também realizou aportes para outros candidatos aliados do partido. Adriano Almeida Braga recebeu R$ 100 mil, enquanto Antonio Balbino foi contemplado com R$ 50 mil e Jesum Almeida Cezar recebeu R$ 10 mil.

Os valores aparecem registrados na prestação de contas da campanha e representam uma estratégia de fortalecimento das candidaturas proporcionais do PL, ampliando o apoio financeiro a nomes que disputam cadeiras no Legislativo estadual.

A movimentação ocorre durante o período eleitoral e evidencia a articulação interna do partido para ampliar sua representação na Assembleia Legislativa. Capitão Alden, que busca a reeleição para a Câmara dos Deputados, utiliza parte dos recursos de sua campanha para apoiar candidatos da legenda na disputa estadual.

Os repasses seguem registrados na documentação eleitoral apresentada à Justiça Eleitoral, que reúne as receitas e despesas declaradas pelas campanhas durante o processo eleitoral.

Redação Saiba+

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Política

Janja chama atenção em ato político em Curitiba

Primeira-dama acompanhou música em playback durante evento com Lula na Boca Maldita, no Centro da capital paranaense

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A primeira-dama Janja Lula da Silva chamou atenção durante o evento político ao lado do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), realizado neste sábado (12), na Boca Maldita, no Centro de Curitiba (PR).

Durante a concentração, que reuniu apoiadores, candidatos e lideranças políticas, Janja participou de um momento descontraído ao acompanhar em playback uma música que era reproduzida no local.

A participação da primeira-dama rapidamente se tornou um dos momentos de destaque do ato, que contou com a presença de integrantes da base política do presidente na capital paranaense.

O evento faz parte da agenda política de Lula no Paraná e reuniu militantes e aliados em uma região tradicionalmente marcada por manifestações e atos públicos em Curitiba.

A presença de Janja e sua interação durante a concentração chamaram a atenção dos participantes, acrescentando um momento de descontração à programação do evento político.

Redação Saiba+

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