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Política

Manifestações na Paulista têm baixa adesão e terminam antes do previsto

Ato convocado por grupos de direita no Dia do Trabalhador reuniu menos de 100 pessoas e registrou confusões

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Mulher foi empurrada e precisou ser retirada pela Policia após se envolver em confusão com manifestantes de direita — Foto: AFP

As manifestações convocadas por grupos de direita na Avenida Paulista nesta sexta-feira, 1º de maio, foram marcadas por baixa adesão, episódios de confusão e encerramento antecipado. De acordo com relatos, o ato reuniu menos de uma centena de pessoas, número considerado reduzido em comparação com mobilizações anteriores na mesma região.

Sem a presença de lideranças de destaque do campo conservador, o evento ocorreu com estrutura limitada. No trio elétrico, integrantes do grupo conhecido como “Patriotas do QG” tentaram mobilizar os participantes em torno de pautas políticas, com destaque para a bandeira “Flávio presidente, Bolsonaro livre e Supremo é o povo”, entoada durante a manifestação.

A ausência de nomes de peso da política nacional foi um dos fatores apontados por analistas para o esvaziamento do ato, que também enfrentou dificuldades de organização. Além disso, registros de desentendimentos entre participantes contribuíram para o clima de instabilidade e para o encerramento antes do horário previsto.

O Dia do Trabalhador, tradicionalmente marcado por grandes mobilizações em diferentes espectros políticos, teve neste episódio um contraste evidente, com um público reduzido e menor impacto nas ruas. A Avenida Paulista, conhecida por ser palco de grandes manifestações nacionais, apresentou movimento abaixo do esperado para a data.

O episódio repercutiu nas redes sociais e no meio político, levantando debates sobre o momento atual das mobilizações de rua e o engajamento popular em atos convocados por diferentes grupos ideológicos.

Redação Saiba+

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Política

Haddad critica empate entre Lula e Flávio Bolsonaro em pesquisas

Ex-ministro aponta “contraste grande” entre os pré-candidatos e questiona cenário eleitoral

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Ex-ministro da Fazenda, Fernando Haddad, discursa no encerramento do 8º Congresso Nacional do PT — Foto: Cristiano Mariz

O ex-ministro Fernando Haddad, pré-candidato ao governo de São Paulo pelo PT, comentou o atual cenário das pesquisas de intenção de voto à Presidência da República e atribuiu o empate técnico entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o senador Flávio Bolsonaro a uma “lavagem cerebral coletiva”.

A declaração foi feita nesta sexta-feira durante um discurso na sede da Força Sindical, em São Paulo, em evento que celebrou o Dia do Trabalhador. Na ocasião, Haddad destacou que há um “contraste grande” entre os dois nomes, classificando o cenário apontado pelas pesquisas como “inadmissível”.

Segundo o ex-ministro, os números refletem um momento de forte polarização política no país, além da influência de narrativas que impactam a percepção do eleitorado. A fala ocorre em meio à intensificação das articulações políticas para as eleições, com diferentes lideranças buscando consolidar suas bases e ampliar apoio.

O evento reuniu representantes sindicais, lideranças políticas e trabalhadores, marcando uma data simbólica para debates sobre economia, emprego e cenário político nacional. Nesse contexto, Haddad também reforçou a importância de discussões sobre políticas públicas e desenvolvimento social, temas recorrentes em agendas ligadas ao Dia do Trabalhador.

As declarações repercutiram no meio político e nas redes sociais, reacendendo debates sobre o cenário eleitoral e o papel das pesquisas de intenção de voto na formação da opinião pública.

Redação Saiba+

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Política

Lula prepara viagem ao Amazonas em agenda estratégica no Norte

Presidente intensifica presença no país durante ano eleitoral e articula apoio político na região

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O presidente Lula — Foto: Cristiano Mariz

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva deve viajar nos próximos dias para o estado do Amazonas, marcando sua primeira visita à região Norte em 2026. A agenda faz parte de uma estratégia de fortalecimento político e presença institucional em diferentes regiões do país durante o ano eleitoral.

Desde o início de 2026, Lula já percorreu 23 municípios em dez estados, concentrando suas agendas nas regiões Sul, Sudeste, Centro-Oeste e Nordeste. A ida ao Norte amplia o alcance dessas visitas e reforça a articulação política nacional.

O convite para a viagem partiu dos senadores Eduardo Braga e Omar Aziz, durante um encontro realizado no Palácio da Alvorada no último dia 11. Braga deve disputar a reeleição ao Senado, enquanto Aziz é apontado como pré-candidato ao governo do Amazonas, o que adiciona peso político à visita presidencial.

A expectativa é que a presença de Lula no estado contribua para fortalecer alianças regionais e impulsionar agendas estratégicas, incluindo temas como desenvolvimento sustentável, preservação da Amazônia e investimentos em infraestrutura.

A movimentação também evidencia o papel do Norte no cenário político nacional, especialmente em um momento em que o governo busca ampliar sua base de apoio e consolidar projetos prioritários. A visita deve incluir compromissos oficiais, encontros com lideranças locais e anúncios voltados à região.

Redação Saiba+

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Política

Ex-diretora de presídio aponta negociação em fuga de detentos na Bahia

Em entrevista, Joneuma Neres cita envolvimento de ex-deputado e líder de facção em caso ocorrido em 2024

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Joneuma Silva Neres destacou papel de Uldurico Júnior na negociação de fuga com o líder de facção Dadá | Bnews - Divulgação Reprodução

A ex-diretora do Conjunto Penal de Eunápolis, Joneuma Silva Neres, trouxe novas declarações sobre a fuga de 16 detentos registrada em dezembro de 2024, durante entrevista exibida nesta quinta-feira (30). Segundo ela, o episódio teria sido resultado de uma negociação envolvendo um ex-deputado federal e um líder de facção criminosa, o que amplia a gravidade do caso.

De acordo com a ex-gestora, o ex-parlamentar Uldurico Júnior teria atuado em um suposto acordo com Ednaldo Pereira Souza, conhecido como “Dadá”, apontado como liderança de grupo criminoso. A declaração lança novas dúvidas sobre as circunstâncias da fuga, considerada uma das mais impactantes já registradas na unidade prisional.

Durante a entrevista, Joneuma também fez questão de negar qualquer envolvimento pessoal com o líder da facção. Ela afirmou que não possui relação com Dadá, esclarecendo ainda que sua filha é fruto de um relacionamento com o ex-deputado mencionado.

O caso segue repercutindo e levanta questionamentos sobre a segurança no sistema prisional da Bahia, além de possíveis conexões entre agentes públicos e organizações criminosas. As autoridades devem aprofundar as investigações para verificar a veracidade das declarações e identificar responsabilidades.

A fuga em massa ocorrida no Conjunto Penal de Eunápolis já vinha sendo investigada, mas as novas informações podem trazer desdobramentos relevantes, tanto na esfera criminal quanto política.

Redação Saiba+

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