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Brasil

Bradesco encerra atividades de agência na Barra, em Salvador

Unidade da Rua Marques de Caravelas será desativada e clientes terão contas transferidas automaticamente para a agência do Vitória Center, no Chame-Chame.

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O Bradesco vai encerrar as atividades da agência localizada na Rua Marques de Caravelas, no bairro da Barra, em Salvador, na próxima sexta-feira (31). A informação começou a ser comunicada aos clientes por meio de avisos afixados no interior da unidade, informando sobre o fechamento e os procedimentos para a continuidade do atendimento.

Com a desativação da agência, as contas dos correntistas serão transferidas automaticamente para a unidade do Vitória Center, situada no bairro do Chame-Chame, sem necessidade de solicitação prévia por parte dos clientes. A mudança faz parte do processo de reorganização da rede de atendimento promovido pela instituição financeira.

A decisão acompanha uma estratégia que vem sendo implementada pelo banco nos últimos anos, com foco na modernização dos serviços e na ampliação do atendimento por canais digitais. Desde 2023, clientes já observavam alterações no funcionamento de algumas unidades físicas, refletindo uma tendência de adaptação ao novo comportamento dos consumidores e à crescente utilização de aplicativos e plataformas digitais.

Apesar do encerramento das atividades da agência da Barra, os clientes continuarão contando com atendimento presencial na unidade para a qual as contas serão migradas, além dos serviços oferecidos pelos caixas eletrônicos, internet banking e aplicativo do banco.

A reestruturação faz parte do movimento observado no setor bancário brasileiro, em que instituições financeiras têm reduzido o número de agências físicas enquanto ampliam investimentos em tecnologia e atendimento digital. O objetivo é otimizar a operação, manter a oferta de serviços e acompanhar as novas demandas do mercado financeiro.

Redação Saiba+

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Brasil

Desemprego recua para 5,4% e atinge menor nível do ano

Dados do IBGE mostram redução no número de desempregados e reforçam cenário de recuperação do mercado de trabalho brasileiro

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A taxa de desemprego no Brasil caiu para 5,4% no trimestre encerrado em junho de 2026, de acordo com os dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) por meio da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) Contínua. O resultado representa um dos melhores desempenhos recentes do mercado de trabalho e evidencia a continuidade da recuperação do emprego no país.

Na comparação com o trimestre encerrado em março deste ano, quando o índice era de 6,1%, houve uma queda de 0,7 ponto percentual. Já em relação ao mesmo período de 2025, a redução foi de 0,4 ponto percentual, demonstrando uma evolução consistente dos indicadores de ocupação.

Outro dado que reforça esse cenário positivo é a diminuição do número de brasileiros em busca de trabalho. O contingente de pessoas desempregadas caiu para 5,9 milhões, representando uma redução de 10,9% em relação ao trimestre anterior e de 6,3% na comparação anual.

Os resultados refletem o fortalecimento do mercado de trabalho, impulsionado pelo aumento das oportunidades em diferentes setores da economia e pela ampliação da população ocupada. A melhora dos indicadores também pode contribuir para o fortalecimento do consumo das famílias e para o avanço da atividade econômica nos próximos meses.

Especialistas acompanham os próximos levantamentos da PNAD Contínua para avaliar se a tendência de queda do desemprego será mantida ao longo do segundo semestre. A expectativa é de que a evolução do mercado de trabalho continue sendo influenciada pelo desempenho da economia, pelos investimentos e pela geração de novas vagas formais e informais.

Com os novos números divulgados pelo IBGE, o Brasil registra um cenário mais favorável para o emprego, consolidando a redução da desocupação e sinalizando maior dinamismo no mercado de trabalho em 2026.

Redação Saiba+

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Brasil

Arrecadação federal bate recorde e supera R$ 1,5 trilhão no semestre

Receita Federal registra maior arrecadação da série histórica para o período, impulsionada pelo desempenho da economia e pelo aumento da receita tributária.

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A arrecadação federal alcançou R$ 1,587 trilhão no primeiro semestre deste ano, estabelecendo o maior resultado para o período desde o início da série histórica da Receita Federal, em 1995. Os dados foram divulgados nesta quinta-feira e apontam um crescimento real de 6,6% em relação aos seis primeiros meses do ano passado, já descontada a inflação.

O desempenho positivo reflete o fortalecimento da atividade econômica, que ampliou a base de arrecadação, além dos efeitos de medidas tributárias implementadas pelo governo federal. O resultado reforça a capacidade de geração de receitas da União e fortalece o cenário fiscal para os próximos meses.

Segundo os números apresentados pela Receita Federal, o volume arrecadado representa um marco histórico e demonstra a evolução da receita pública em um contexto de recuperação econômica e ampliação da arrecadação tributária.

O aumento da arrecadação é considerado um dos principais pilares da estratégia fiscal do governo, que busca cumprir a meta prevista para as contas públicas. A expectativa do Executivo é alcançar um superávit de R$ 34,3 bilhões ao final do exercício. Pelas regras fiscais em vigor, contudo, a meta também será considerada atendida caso o resultado final seja de déficit zero dentro da margem estabelecida.

Especialistas avaliam que o comportamento da arrecadação continuará sendo acompanhado de perto ao longo do segundo semestre, já que o desempenho das receitas públicas será determinante para o equilíbrio das contas do governo e para o cumprimento das metas fiscais.

O resultado recorde reforça a importância da arrecadação federal para o financiamento das políticas públicas, investimentos e manutenção do equilíbrio fiscal, consolidando um dos melhores desempenhos da série histórica da Receita Federal.

Redação Saiba+

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Brasil

Eventos climáticos extremos atingem várias regiões do Brasil

Tornado no Rio Grande do Sul, enchentes e ventos acima de 120 km/h deixam rastro de destruição e reforçam alerta para mudanças bruscas no clima.

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O Brasil enfrentou uma semana marcada por eventos climáticos extremos que provocaram destruição em diferentes estados. Tornados, temporais, enchentes e ventos com velocidades superiores a 120 km/h causaram mortes, danos à infraestrutura, interrupções no fornecimento de energia e impactos significativos na mobilidade urbana.

O fenômeno mais incomum foi registrado na noite de terça-feira, quando um tornado atingiu os municípios de Giruá, Sete de Setembro e Senador Salgado Filho, no Noroeste do Rio Grande do Sul. A força dos ventos destruiu residências, danificou estruturas públicas e privadas e deixou moradores em estado de alerta diante da intensidade do fenômeno.

Além do tornado, as chuvas voltaram a provocar enchentes em diversas cidades gaúchas, causando alagamentos, bloqueios em rodovias e prejuízos para famílias que ainda se recuperavam de episódios anteriores de inundação. Equipes de emergência foram mobilizadas para atender as áreas mais afetadas e prestar assistência à população.

Em outras regiões do país, especialmente em São Paulo e no Rio de Janeiro, ventos extremamente fortes derrubaram árvores, provocaram quedas de postes, interromperam o fornecimento de energia elétrica e impactaram o funcionamento de aeroportos, transporte público e vias urbanas. Os transtornos também afetaram milhares de moradores e exigiram ações rápidas das autoridades locais.

Especialistas explicam que, embora os fenômenos apresentem características distintas, todos estão associados à atuação de uma intensa frente fria combinada ao forte contraste entre massas de ar com diferentes temperaturas e níveis de umidade. Essa configuração atmosférica favorece a formação de tempestades severas, rajadas de vento intensas e, em situações específicas, até mesmo tornados.

Meteorologistas alertam que a população deve acompanhar os avisos oficiais e adotar medidas preventivas durante períodos de instabilidade, evitando áreas de risco e respeitando as orientações dos órgãos de defesa civil.

A sequência de eventos extremos reforça a necessidade de monitoramento constante das condições meteorológicas e evidencia os desafios enfrentados pelo país diante de fenômenos climáticos cada vez mais intensos e frequentes.

Redação Saiba+

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