Mundo
Candidatos à Presidência da Colômbia aceitam debate antes do segundo turno
Disputa entre Iván Cepeda e Abelardo de la Espriella se intensifica após resultado apertado no primeiro turno das eleições colombianas.

A corrida presidencial na Colômbia entra em uma fase decisiva com a confirmação de um debate entre os candidatos Iván Cepeda e Abelardo de la Espriella, que disputarão o segundo turno das eleições marcado para o próximo dia 21 de junho. O encontro promete ampliar o debate sobre os rumos do país em uma disputa considerada uma das mais equilibradas dos últimos anos.
O cenário eleitoral ganhou ainda mais atenção após o resultado apertado do primeiro turno. Abelardo de la Espriella conquistou 43% dos votos válidos, enquanto Iván Cepeda alcançou 40,9%, demonstrando um alto nível de competitividade entre os dois postulantes ao cargo máximo do Executivo colombiano.
A proposta para a realização do debate partiu de Cepeda, que utilizou as redes sociais para convocar publicamente o adversário. O senador de 63 anos destacou a importância de um confronto de ideias antes da votação decisiva e defendeu a definição de condições adequadas para a realização do encontro.
O segundo turno é aguardado com grande expectativa por eleitores, analistas políticos e observadores internacionais. A pequena diferença registrada no primeiro turno indica uma disputa voto a voto, aumentando a relevância dos próximos eventos de campanha e das estratégias adotadas pelos candidatos nas semanas finais.
Iván Cepeda é apontado como uma das principais lideranças do campo progressista colombiano e tem sido associado à continuidade de pautas defendidas pelo atual governo. Já Abelardo de la Espriella representa uma corrente política de perfil conservador e busca ampliar sua vantagem conquistada na primeira etapa da eleição.
Especialistas avaliam que o debate poderá desempenhar papel importante na definição do voto de eleitores indecisos, oferecendo aos candidatos a oportunidade de apresentar propostas, responder questionamentos e defender suas visões para o futuro da Colômbia.
Com a proximidade do segundo turno, a campanha presidencial entra em seu momento mais intenso. A expectativa é que temas como economia, segurança pública, desenvolvimento social e relações internacionais dominem a agenda política até a definição do próximo presidente colombiano.
A eleição é acompanhada de perto por diversos países da América Latina, devido à relevância da Colômbia no cenário regional e ao impacto que o resultado poderá ter sobre o ambiente político e econômico do continente.
Mundo
Maduro publica fotos na prisão e envia mensagem de “amor e esperança”
Imagens foram divulgadas nas redes sociais com mensagem direcionada a familiares, crianças e apoiadores

O perfil de Nicolás Maduro na rede social X publicou neste domingo (30) fotografias do ex-presidente da Venezuela na prisão. De acordo com a publicação, as imagens foram registradas no dia 25 de junho.
Na legenda, Maduro descreveu as fotografias como um “pequeno presente de amor e esperança” e afirmou que pretendia compartilhar a mensagem com familiares e pessoas que, segundo ele, mantêm uma relação de afeto com sua trajetória.
“Envio estas fotos como um pequeno presente a todos os meus netos e netas, aos meninos e meninas, e a toda a gente nobre que nos ama”, escreveu na publicação.
As imagens divulgadas nas redes sociais mostram Maduro em diferentes momentos e foram apresentadas pelo perfil como uma mensagem destinada especialmente às crianças e aos familiares.
A publicação rapidamente chamou atenção nas redes sociais por apresentar registros do ex-presidente venezuelano durante o período em que se encontra detido, segundo o conteúdo divulgado.
A mensagem publicada junto às fotografias adotou um tom pessoal e afetivo, com referências aos netos, às crianças e às pessoas que demonstram apoio ao político venezuelano.
Mundo
Harry é aconselhado a fazer as pazes com William
Especialista em realeza britânica defende reconciliação entre os irmãos após anos de afastamento

O retorno do príncipe Harry ao Reino Unido reacendeu as especulações sobre uma possível reaproximação com o irmão, o príncipe William. Especialistas que acompanham a família real britânica avaliam que os dois irmãos precisarão “consertar o relacionamento” após anos de distanciamento.
Harry e William estão afastados desde 2020, quando o duque de Sussex deixou as funções oficiais na monarquia e se mudou com a família para a América do Norte.
A presença de Harry novamente no Reino Unido voltou a colocar o relacionamento entre os filhos do rei Charles III no centro das atenções. Apesar das diferenças acumuladas ao longo dos últimos anos, a expectativa de uma eventual reconciliação permanece entre os assuntos acompanhados pelos especialistas da realeza.
A jornalista Jennie Bond, ex-correspondente da BBC para assuntos da família real, avaliou que Harry poderia tomar a iniciativa para tentar encerrar o longo período de afastamento.
Segundo a especialista, o príncipe Harry foi aconselhado a pedir desculpas em particular ao irmão e buscar uma solução para os conflitos que marcaram a relação entre os dois.
A recomendação ocorre em meio às atenções voltadas para a família real e ao retorno de Harry ao país. Uma eventual aproximação entre os irmãos poderia representar uma mudança significativa na relação entre os dois, marcada por divergências desde a saída de Harry das funções oficiais.
O relacionamento entre William e Harry tem sido acompanhado de perto pelo público e pela imprensa britânica, especialmente diante das diferentes posições assumidas pelos dois desde a mudança do duque de Sussex para a América do Norte.
Por enquanto, uma reconciliação efetiva entre os irmãos ainda não foi confirmada, mas o retorno de Harry ao Reino Unido reacendeu as discussões sobre a possibilidade de uma aproximação familiar.
Mundo
Mortes por enchentes entre Nepal e China chegam a 675
Deslizamentos e fortes chuvas provocaram destruição na região de fronteira; cerca de 2,5 mil pessoas continuam desaparecidas

O número de mortos após os deslizamentos de terra e as enchentes que atingiram a região de fronteira entre Nepal e China chegou a 675, segundo uma atualização divulgada pelas autoridades de gestão de desastres neste sábado (29).
De acordo com a polícia nepalesa, cerca de 2,5 mil pessoas estão desaparecidas nos dois lados da fronteira. Entre os desaparecidos estão nepaleses, chineses e cidadãos de outras nacionalidades.
As equipes de emergência continuam atuando nas áreas mais afetadas, enquanto as autoridades trabalham para localizar vítimas e avaliar a extensão dos danos provocados pelas chuvas.
A situação permanece preocupante, principalmente porque novas chuvas são esperadas durante o fim de semana. A possibilidade de novos temporais aumenta o risco de outros deslizamentos e dificulta as operações de resgate.
A região atingida já registra grandes danos em cidades próximas à fronteira, além de problemas em estruturas essenciais, como sistemas de transporte, comunicação e geração de energia.
As autoridades seguem monitorando as condições meteorológicas e reforçando as operações de emergência diante da possibilidade de agravamento do cenário.
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