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Polícia

Nutricionista reage e impede estupro em SP

Mulher de 35 anos utilizou técnicas de defesa pessoal para escapar de invasor após mais de 13 minutos de luta dentro do próprio apartamento

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Uma tentativa de estupro registrada em um condomínio de Barueri, na Grande São Paulo, terminou com a fuga da vítima graças à sua reação e conhecimento em técnicas de defesa pessoal. A nutricionista Jéssica Santos, de 35 anos, relatou ter lutado por cerca de 13 minutos contra um invasor que entrou em seu apartamento e tentou cometer o crime.

Segundo o relato da vítima, o homem invadiu a residência durante a madrugada e a surpreendeu dentro do imóvel. Diante da situação extrema, Jéssica utilizou conhecimentos adquiridos em treinamentos de modalidades como muay thai, boxe e jiu-jítsu para se defender e impedir a ação criminosa.

Durante o confronto, a nutricionista conseguiu aplicar técnicas de imobilização e resistência física, incluindo o conhecido golpe chamado “mata-leão”, além de realizar movimentos para desequilibrar o agressor e criar oportunidades de fuga. Em determinado momento, ela utilizou uma elevação pélvica para retirar o criminoso da cama e tentar alcançar o celular.

A vítima contou que a luta foi intensa e exigiu grande esforço físico e emocional. Após conseguir se desvencilhar do invasor, ela correu em busca de ajuda e acionou vizinhos do condomínio, que contribuíram para o atendimento da ocorrência.

O caso gerou grande repercussão nas redes sociais e reacendeu debates sobre segurança em condomínios residenciais e a importância da preparação para situações de risco. Especialistas destacam que o aprendizado de técnicas de defesa pessoal pode aumentar as chances de reação em cenários de emergência, embora cada situação exija avaliação cuidadosa das condições de segurança.

A coragem demonstrada por Jéssica Santos durante o episódio chamou a atenção de milhares de pessoas, que utilizaram as redes sociais para manifestar apoio e solidariedade à vítima. O caso segue sendo acompanhado pelas autoridades responsáveis pela investigação.

Redação Saiba+

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Polícia

Policial militar é encontrado morto no interior da Bahia

Corpo de Ronan Paixão foi localizado às margens de uma estrada rural em Itagi; circunstâncias da morte serão investigadas pelas autoridades.

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A morte do policial militar Ronan Paixão mobilizou forças de segurança e causou grande comoção na região do Médio Rio de Contas, interior da Bahia. O agente foi encontrado sem vida na manhã deste sábado (13), às margens de uma estrada de terra localizada na zona rural do município de Itagi.

O caso chamou a atenção de moradores e autoridades locais, que foram acionados após a localização do corpo. Equipes de segurança e peritos compareceram ao local para realizar os primeiros levantamentos e iniciar os procedimentos necessários para esclarecer as circunstâncias da ocorrência.

A descoberta do corpo do policial gerou forte repercussão na comunidade e entre colegas da corporação, que acompanham com atenção o andamento das investigações. A morte de um agente de segurança pública costuma provocar grande mobilização institucional devido à relevância da função desempenhada pela vítima.

As informações preliminares indicam que o corpo foi encontrado em uma área rural afastada, o que ampliou o trabalho das equipes responsáveis pela coleta de evidências. O local passou por perícia técnica para auxiliar na reconstrução dos fatos e na identificação de possíveis elementos que possam contribuir com as investigações.

A Polícia Civil deverá conduzir os procedimentos investigativos para determinar o que ocorreu e identificar eventuais responsabilidades. Entre as linhas de apuração estão a análise do histórico recente da vítima, depoimentos de testemunhas e o resultado dos exames periciais.

As autoridades trabalham para esclarecer as circunstâncias da morte e reunir informações que permitam compreender a dinâmica do caso. Até o momento, detalhes oficiais sobre a causa da morte ainda dependem da conclusão dos laudos técnicos.

A notícia provocou manifestações de pesar entre moradores da região e integrantes das forças de segurança. Nas redes sociais, amigos, familiares e colegas prestaram homenagens ao policial, destacando sua trajetória profissional e seu compromisso com a atividade policial.

Casos envolvendo agentes de segurança costumam receber atenção especial dos órgãos competentes, principalmente pela necessidade de garantir total esclarecimento dos fatos e preservar a confiança da população nas instituições responsáveis pela investigação.

O trabalho pericial e investigativo será fundamental para determinar as causas da morte e fornecer respostas à família, aos colegas de farda e à sociedade. A expectativa é que os próximos dias tragam novos elementos que contribuam para o avanço das apurações.

Enquanto as investigações seguem em andamento, a comunidade de Itagi permanece acompanhando os desdobramentos de um caso que causou forte impacto na região e reforçou o debate sobre segurança e proteção dos profissionais que atuam na linha de frente do combate à criminalidade.

Redação Saiba+

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Polícia

Impa manifesta preocupação após prisão de cientista russo

Pesquisador ligado ao instituto brasileiro foi detido na Armênia e caso gera repercussão na comunidade científica internacional.

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A prisão do cientista Mikhail Verbitskiy, integrante do Instituto de Matemática Pura e Aplicada (Impa), gerou repercussão no meio acadêmico e despertou preocupação entre pesquisadores e instituições científicas. O matemático foi detido na última quinta-feira (11) no Aeroporto Internacional de Zvartnots, na Armênia, segundo informações divulgadas por autoridades locais e confirmadas pela instituição brasileira.

Verbitskiy, que possui nacionalidade russa, integra o quadro de pesquisadores vinculados ao Impa, uma das mais respeitadas instituições científicas da América Latina. O cientista aparece em uma lista de procurados políticos da Rússia, circunstância que teria motivado sua detenção durante procedimentos de controle migratório.

Após tomar conhecimento da prisão, o Impa divulgou uma nota pública manifestando profunda preocupação e consternação com o ocorrido. A instituição ressaltou a relevância acadêmica do pesquisador e informou que acompanha atentamente os desdobramentos do caso.

Ligado ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) e ao Ministério da Educação (MEC), o Impa é reconhecido internacionalmente por sua contribuição ao desenvolvimento da matemática e da pesquisa científica no Brasil. A participação de pesquisadores estrangeiros em seus projetos é considerada fundamental para o intercâmbio de conhecimento e fortalecimento da produção acadêmica.

O episódio ganhou destaque não apenas pela relevância do cientista, mas também pelas implicações envolvendo questões diplomáticas e jurídicas internacionais. A situação deverá mobilizar diferentes órgãos e entidades que acompanham temas relacionados à liberdade acadêmica e à circulação de pesquisadores entre países.

Especialistas destacam que casos envolvendo cientistas em listas de procurados políticos costumam exigir análises complexas, envolvendo aspectos legais, diplomáticos e de direitos humanos. Por isso, a evolução do caso é observada com atenção por instituições de pesquisa e organismos internacionais.

A comunidade científica brasileira também demonstrou preocupação diante da detenção. Pesquisadores e acadêmicos ressaltaram a importância de garantir segurança jurídica e liberdade de atuação para profissionais dedicados à produção de conhecimento.

Além da repercussão nacional, o caso tem potencial para gerar debates mais amplos sobre cooperação científica internacional, mobilidade acadêmica e os desafios enfrentados por pesquisadores que atuam em contextos geopolíticos sensíveis.

A prisão de Mikhail Verbitskiy reforça a atenção global sobre a relação entre ciência, política e direitos individuais, temas que frequentemente ultrapassam as fronteiras acadêmicas e alcançam o cenário internacional.

Enquanto aguardam novos esclarecimentos, representantes do Impa e integrantes da comunidade científica seguem acompanhando os desdobramentos da situação, que continua mobilizando pesquisadores no Brasil e no exterior.

Redação Saiba+

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Polícia

Justiça retira acusados de júri por morte de jornalista

Decisão judicial aponta insuficiência de provas para responsabilizar deputado estadual, empresária e policial reformado pelo assassinato ocorrido em Maricá.

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A Justiça do Rio de Janeiro decidiu não encaminhar para julgamento pelo Tribunal do Júri os acusados de envolvimento na morte do jornalista, empresário e advogado Robson Giorno, executado a tiros em maio de 2019 no município de Maricá. A decisão representa uma reviravolta no caso que ganhou grande repercussão no estado nos últimos anos.

Na sentença, o juiz Felipe Carvalho Gonçalves da Silva concluiu que as provas reunidas durante a investigação e ao longo da tramitação processual não foram suficientes para demonstrar a autoria ou a participação dos réus no crime. Com isso, foi determinada a impronúncia do deputado estadual Renato Machado, de Vanessa da Matta Andrade, conhecida como Vanessa Alicate, e do policial militar reformado Davi de Souza Esteves.

A impronúncia ocorre quando a Justiça entende que não existem elementos probatórios suficientes para submeter os acusados ao julgamento pelo Tribunal do Júri. Nesses casos, o processo pode ser encerrado em relação aos investigados, sem que haja análise do mérito pelos jurados populares.

O assassinato de Robson Giorno ocorreu em maio de 2019 e provocou ampla repercussão devido à atuação da vítima em diferentes áreas profissionais. O caso passou a ser acompanhado de perto por autoridades, familiares e pela sociedade civil, especialmente em razão das circunstâncias violentas do crime.

Durante a análise do processo, o magistrado avaliou os depoimentos, documentos, laudos e demais elementos produzidos ao longo das investigações. Segundo o entendimento judicial, o conjunto probatório apresentado não atingiu o nível necessário para sustentar o envio dos acusados ao julgamento popular.

A decisão não representa uma declaração de inocência, mas indica que as provas reunidas até o momento foram consideradas insuficientes para justificar o prosseguimento da ação perante o Tribunal do Júri. O entendimento segue os critérios previstos na legislação penal brasileira para crimes dolosos contra a vida.

O caso segue despertando interesse público devido à notoriedade da vítima e à relevância dos nomes envolvidos na investigação. A decisão também poderá abrir espaço para recursos por parte dos órgãos responsáveis pela acusação, conforme previsto no ordenamento jurídico.

Especialistas em Direito Criminal destacam que a fase de pronúncia exige a existência de indícios consistentes de autoria e materialidade. Quando esses requisitos não são considerados suficientemente demonstrados, a legislação prevê a impronúncia dos acusados.

A sentença reforça a importância da produção de provas robustas em processos criminais de grande repercussão e evidencia o papel do Judiciário na avaliação técnica dos elementos apresentados durante a investigação.

Com a decisão, o caso entra em uma nova etapa processual, enquanto familiares, advogados e autoridades acompanham os possíveis desdobramentos jurídicos relacionados ao assassinato de Robson Giorno.

Redação Saiba+

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