Mundo
SpaceX agita Wall Street com mega IPO
Oferta de ações da empresa de Elon Musk pode levantar US$ 75 bilhões e já mobiliza os maiores bancos dos Estados Unidos

A expectativa em torno da abertura de capital da SpaceX, empresa aeroespacial liderada por Elon Musk, está transformando o ambiente financeiro de Wall Street. Considerada uma das ofertas públicas iniciais mais aguardadas da história, a operação tem potencial para levantar cerca de US$ 75 bilhões, valor que pode consolidar o lançamento como o maior IPO já realizado nos mercados globais.
O entusiasmo em torno da companhia ultrapassou os escritórios de investimentos e ganhou espaço nas sedes das maiores instituições financeiras dos Estados Unidos. Em Manhattan, o clima de celebração tomou conta do mercado, com bancos promovendo ações especiais para destacar a relevância do evento.
Na sede do Goldman Sachs, por exemplo, elementos inspirados em foguetes passaram a ocupar áreas de destaque do prédio, reforçando a conexão com o setor espacial. Já o Bank of America preparou uma ação visual em sua torre corporativa em Midtown, planejando uma iluminação especial para simular a decolagem de um foguete.
A mobilização também chegou ao JPMorgan Chase, que realizou uma ampla apresentação voltada a investidores e clientes interessados na oferta. O evento foi transmitido para dezenas de escritórios e agências espalhados por diversos estados norte-americanos, demonstrando o tamanho do interesse do mercado financeiro pela operação.
Segundo informações do setor, o encontro reuniu milhares de participantes e contou com a presença de importantes executivos. O CEO do banco, Jamie Dimon, teria participado da apresentação para reforçar a confiança na operação e destacar o potencial de crescimento da SpaceX.
A expectativa dos investidores está relacionada não apenas à liderança de Elon Musk, mas também ao avanço da empresa nos segmentos de exploração espacial, lançamento de satélites e tecnologia aeroespacial. A SpaceX é considerada uma das companhias mais inovadoras do mundo e tem desempenhado papel fundamental na expansão da economia espacial global.
Caso as projeções sejam confirmadas, a abertura de capital da SpaceX poderá entrar para a história como um dos eventos mais marcantes do mercado financeiro internacional, atraindo investidores de diferentes perfis e consolidando ainda mais a influência de Elon Musk nos negócios globais.
Mundo
Princesa Astrid morre aos 94 anos
Membro da família real norueguesa morreu durante o sono nesta sexta-feira (11); novo rei, Haakon VIII, determinou que bandeiras sejam hasteadas a meio mastro

A Princesa Astrid morreu aos 94 anos nesta sexta-feira (11), durante o sono. A informação foi comunicada oficialmente pela Casa Real da Noruega, que informou que a família recebeu a notícia com grande tristeza.
Astrid havia comparecido recentemente ao funeral de seu irmão em uma cadeira de rodas. A morte ocorre apenas duas semanas após a chegada de Haakon VIII ao trono norueguês, após a morte de seu pai, Harald V, aos 89 anos.
Em homenagem à princesa, o novo monarca determinou que as bandeiras sejam hasteadas a meio mastro na varanda do Palácio Real nesta sexta-feira e também no dia do funeral.
Despedida de Harald V
A morte de Astrid acontece poucos dias depois das cerimônias de despedida de Harald V. Na quarta-feira (9), foi realizado um funeral público com pompas reais, encerrando uma série de homenagens ao antigo monarca.
Harald V havia permanecido por mais de três décadas no trono norueguês antes de morrer, dando lugar ao filho, Haakon, que assumiu oficialmente a monarquia aos 53 anos.
Durante a cerimônia na catedral onde Harald foi sepultado, uma coroa de flores chamou atenção pela mensagem deixada por Astrid. Em uma fita verde, estava escrito: “Obrigada por tudo que vivemos juntos. Sua Astrid”.
A morte da princesa representa uma nova perda para a família real norueguesa em um momento de profunda transformação na monarquia, marcado pela recente sucessão do trono e pelas homenagens ao antigo rei.
Mundo
Apple anuncia iPhone 18 Pro com bateria de longa duração
Novos modelos chegam com chip A20 Pro, promessa de maior desempenho e preços a partir de US$ 1.199 nos Estados Unidos

A Apple apresentou nesta quarta-feira (9/9) os novos iPhone 18 Pro e iPhone 18 Pro Max, destacando principalmente os avanços em desempenho e autonomia. Segundo a empresa, os aparelhos contam com a bateria mais durável já desenvolvida para um iPhone.
Os novos smartphones são equipados com o processador A20 Pro, que promete elevar a capacidade de processamento e, ao mesmo tempo, contribuir para uma maior eficiência energética.
Preços e pré-venda
Nos Estados Unidos, o iPhone 18 Pro com 256 GB terá preço inicial de US$ 1.199, enquanto o iPhone 18 Pro Max começa em US$ 1.299.
A pré-venda dos aparelhos está prevista para começar em 12 de setembro nos Estados Unidos.
iPhone Duo também ganha destaque
Durante o anúncio, a Apple também apresentou recursos relacionados ao iPhone Duo, destacando um sistema capaz de adaptar a interface de acordo com a posição do aparelho.
Segundo a companhia, o dispositivo identifica movimentos como dobrar, virar de lado ou colocar o aparelho de cabeça para baixo, ajustando automaticamente a tela apropriada para cada situação.
Outro destaque está na autonomia. O modelo conta com duas baterias, permitindo, de acordo com a Apple, até 31 horas de reprodução de vídeos na tela interna e 44 horas na tela externa.
Com os novos lançamentos, a empresa aposta em uma combinação de desempenho, autonomia e novos recursos de tela para ampliar a linha premium de smartphones.
Mundo
Vape agrava saúde de adolescente com asma na Inglaterra
Freddie Janman começou a usar cigarro eletrônico aos 12 anos e transformou o consumo ocasional em um hábito diário durante seis anos

Freddie Janman tinha apenas 12 anos quando experimentou um cigarro eletrônico pela primeira vez, apresentado por um amigo enquanto os dois jogavam videogame. O adolescente, morador de Surrey, na Inglaterra, já convivia com asma desde os três anos de idade.
O que começou como uma experiência ocasional rapidamente se transformou em um hábito frequente. Em cerca de seis meses, Freddie passou a consumir dispositivos com capacidade de até 2,4 mil tragadas em apenas dois dias, mantendo o uso escondido dos pais.
Consumo aumentou rapidamente
No início, o adolescente utilizava cigarros eletrônicos descartáveis com aproximadamente 600 tragadas, que duravam cerca de uma semana. Com o passar do tempo, porém, o consumo aumentou de forma significativa.
Freddie passou a usar o vape desde o momento em que acordava até a hora de dormir, estabelecendo uma rotina diária de consumo que permaneceu por anos.
O histórico chama atenção especialmente porque o jovem já apresentava uma condição respiratória desde a infância. A exposição contínua aos produtos químicos presentes nos cigarros eletrônicos pode representar riscos adicionais à saúde, principalmente entre adolescentes e pessoas com problemas respiratórios.
O caso também evidencia a preocupação crescente com o uso de cigarros eletrônicos entre jovens, especialmente diante da facilidade de acesso a dispositivos descartáveis e da variedade de sabores e formatos disponíveis no mercado.
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