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Polícia

Atendente do IML é preso por Pix feito com celular de morto

Funcionário do Instituto Médico Legal de Santos teria utilizado celular de cadáver para realizar transferência bancária e, em seguida, destruído o aparelho, segundo investigação policial.

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Um atendente do Instituto Médico Legal (IML) de Santos, no litoral de São Paulo, foi preso na manhã desta terça-feira (9), suspeito de utilizar o celular de uma pessoa morta para realizar uma transferência via Pix. O caso chamou a atenção das autoridades e gerou repercussão devido à gravidade da acusação envolvendo um servidor que atuava em uma unidade responsável pela custódia e identificação de vítimas.

De acordo com as investigações, Daniel Nathan Ribeiro Andrade, de 36 anos, teria acessado o aparelho celular da vítima após a morte e efetuado uma transferência bancária utilizando o sistema Pix. A quantia movimentada não foi divulgada pelas autoridades responsáveis pelo caso.

Após a operação financeira, o suspeito também teria danificado o celular utilizado na transação, em uma suposta tentativa de dificultar a obtenção de provas e impedir a rastreabilidade da ação. A conduta levantou suspeitas durante o andamento das investigações, que culminaram na prisão do atendente.

O episódio reforça a importância dos mecanismos de controle e fiscalização dentro de órgãos públicos, especialmente em setores que lidam com documentos, objetos pessoais e pertences de pessoas falecidas. As autoridades seguem apurando as circunstâncias do caso e analisando eventuais responsabilidades adicionais relacionadas ao ocorrido.

A investigação busca esclarecer todos os detalhes da suposta fraude, incluindo a origem da transferência, o destino dos valores e a eventual participação de outras pessoas. O caso permanece sob acompanhamento das autoridades competentes.

Redação Saiba+

Polícia

Advogada é morta após criminosos invadirem residência na Bahia

Cláudia Félix de Oliveira, de 51 anos, foi encontrada com ferimento causado por disparo de arma de fogo em Itororó; Polícia Civil investiga o caso.

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Uma mulher identificada como Cláudia Félix de Oliveira, de 51 anos, foi morta na manhã deste sábado (25) após criminosos invadirem sua residência no município de Itororó, no interior da Bahia. A vítima, que possuía registro na Ordem dos Advogados do Brasil – Seção Bahia (OAB-BA), foi encontrada sem vida após o ataque.

De acordo com informações da Polícia Militar, equipes do 8º Batalhão foram acionadas para atender a ocorrência em um imóvel localizado na Rua Odilon Pompilho. Ao chegarem ao endereço, os policiais encontraram Cláudia caída com um ferimento provocado por disparo de arma de fogo.

Uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) também esteve no local, e o médico responsável constatou o óbito da vítima ainda na residência.

Após a confirmação da morte, o Departamento de Polícia Técnica (DPT) foi acionado para realizar a perícia no imóvel e providenciar a remoção do corpo. Os procedimentos periciais deverão contribuir para o esclarecimento das circunstâncias do crime.

Cláudia Félix de Oliveira tinha inscrição ativa na OAB-BA, vinculada à subseção de Itapetinga, município também localizado no interior do estado. A informação reforça sua atuação na advocacia, embora as autoridades ainda não tenham informado se o crime possui relação com sua atividade profissional.

A Polícia Civil instaurou investigação para identificar os autores da invasão e esclarecer a motivação do homicídio. Até o momento, nenhum suspeito foi preso, e as diligências seguem em andamento.

O caso causa repercussão na região e amplia a preocupação com a violência no interior baiano, enquanto familiares, amigos e colegas aguardam o avanço das investigações para que os responsáveis sejam identificados e levados à Justiça.

Redação Saiba+

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Polícia

Suspeito de matar policial civil é baleado durante operação no Rio

Investigado reagiu à abordagem e atacou policiais na comunidade do Muquiço; ação resultou na apreensão de arma, drogas, rádio comunicador e uma central clandestina de internet.

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Um dos suspeitos de envolvimento no assassinato do policial civil Carlos Alberto Freire Neto foi baleado durante uma operação da Polícia Civil realizada nesta sexta-feira (24), na comunidade do Muquiço, em Guadalupe, na zona norte do Rio de Janeiro. Segundo as autoridades, o investigado reagiu à abordagem e atacou os agentes, que revidaram à agressão.

A ação foi conduzida por equipes da Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF) e da 96ª Delegacia de Polícia (Miguel Pereira), que cumpriam diligências para localizar suspeitos ligados à execução do policial, morto no dia 8 de junho.

Durante a operação, os policiais apreenderam uma pistola com dois carregadores, drogas e um rádio comunicador, materiais que, de acordo com a investigação, estariam sendo utilizados pela organização criminosa que atua na região.

Além das apreensões, os agentes localizaram uma central clandestina de internet, estrutura que seria utilizada pelo grupo criminoso para fornecer serviços irregulares de conexão e ampliar suas atividades na comunidade.

As investigações seguem em andamento para identificar e localizar outros possíveis envolvidos no homicídio do policial civil. A Polícia Civil trabalha para esclarecer todos os detalhes do crime e responsabilizar os autores pela morte do agente.

O caso reforça as ações de combate ao crime organizado no estado do Rio de Janeiro, especialmente contra grupos envolvidos em ataques a agentes de segurança pública e em atividades criminosas ligadas ao tráfico de drogas e serviços clandestinos.

Redação Saiba+

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Polícia

Pastor registra últimos instantes de grupo antes de tragédia em rio

Fotografia feita momentos antes de uma tentativa de resgate pode ter sido o último registro das cinco vítimas com vida no rio Scioto, em Ohio, nos Estados Unidos.

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Uma fotografia registrada pouco antes de uma tentativa de resgate terminar em tragédia ganhou repercussão internacional ao mostrar o que pode ter sido o último momento de cinco pessoas com vida no rio Scioto, localizado no estado de Ohio, nos Estados Unidos.

O autor da imagem é o pastor Marcus Leon Martin, que frequenta a região há mais de dez anos e conhece bem as características do rio. Segundo ele, o grupo ainda estava com a água na altura da cintura quando a fotografia foi feita.

Em relato à imprensa, Martin afirmou que teve a sensação de que algo não estava certo ao observar as pessoas próximas ao trecho do rio. Por esse motivo, decidiu registrar a cena, sem imaginar que a imagem se tornaria um dos últimos registros das vítimas antes da tragédia.

O pastor também revelou que conhece os riscos da área, especialmente devido aos declives acentuados e às mudanças bruscas na profundidade do rio, fatores que podem surpreender pessoas sem familiaridade com o local. Segundo ele, chegou a pensar em alertar o grupo sobre o perigo, principalmente porque havia duas crianças entre os pescadores.

A tentativa de resgate ocorreu pouco tempo depois, mas terminou de forma trágica. O caso mobilizou equipes de emergência e gerou grande comoção na comunidade local, reacendendo o debate sobre os cuidados necessários em áreas de rios com correntezas e variações repentinas de profundidade.

Especialistas reforçam que ambientes naturais podem apresentar riscos invisíveis, como buracos, desníveis e correntes submersas, tornando essencial a adoção de medidas de segurança e atenção redobrada durante atividades de lazer e pesca.

Redação Saiba+

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