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Morre Okky de Souza, aos 73 anos

Jornalista e crítico musical morreu no domingo (6/9), após sofrer uma parada cardíaca; velório foi realizado em São Paulo

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O jornalista e crítico musical Okky de Souza morreu aos 73 anos, no último domingo (6/9). O profissional sofreu uma parada cardíaca e não resistiu.

A morte de Okky encerra uma trajetória marcada pela atuação no jornalismo e pela crítica musical. Ao longo da carreira, ele esteve ligado à cobertura cultural e à análise do universo da música, área na qual construiu reconhecimento profissional.

A notícia da morte foi divulgada no início desta semana e repercutiu entre profissionais ligados ao jornalismo e à cultura. A trajetória de Okky foi marcada pela dedicação à comunicação e pelo olhar crítico sobre a produção musical.

Carreira no jornalismo e na música

Como jornalista e crítico musical, Okky de Souza desenvolveu seu trabalho em uma área que exige conhecimento, apuração e capacidade de analisar diferentes movimentos e artistas. Sua atuação esteve diretamente relacionada ao jornalismo cultural e ao universo da música.

A crítica musical ocupa um espaço importante na imprensa por registrar transformações culturais, avaliar trabalhos de artistas e ajudar o público a compreender diferentes momentos da produção musical. Foi nesse segmento que Okky construiu parte significativa de sua trajetória profissional.

A morte do jornalista acontece aos 73 anos e representa uma perda para o meio cultural e jornalístico. A causa da morte foi uma parada cardíaca, segundo as informações divulgadas sobre o falecimento.

Velório em São Paulo

O velório de Okky de Souza foi realizado nesta segunda-feira (7/9), em São Paulo. Familiares, amigos e pessoas que acompanharam sua trajetória tiveram a oportunidade de prestar as últimas homenagens ao jornalista.

A despedida ocorreu um dia após sua morte, encerrando o período inicial de homenagens ao profissional, que dedicou décadas de sua vida ao jornalismo e à crítica musical.

A trajetória de Okky permanece associada à imprensa e à cultura brasileira, especialmente pela atuação como jornalista e crítico musical. Sua contribuição para o debate sobre música e cultura faz parte da história de sua carreira.

Aos 73 anos, Okky de Souza deixa uma trajetória profissional construída no jornalismo e na crítica especializada. Sua morte marca uma perda para o setor cultural e para o jornalismo brasileiro.

Redação Saiba+

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Maria Stella Splendore e Roberto Carlos: a história que marcou os anos 1960

Considerada a primeira top model brasileira, ex-modelo deixou os holofotes e atualmente dedica a rotina à espiritualidade após uma carreira marcada pela moda, televisão e cinema

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Maria Stella Splendore, considerada a primeira top model brasileira, construiu uma trajetória de destaque na moda nacional antes de deixar os holofotes para trás. Aos 78 anos, completados em agosto, ela vive uma fase diferente daquela que marcou sua juventude e passou a dedicar grande parte da rotina à espiritualidade.

A relação de Maria Stella com o mundo da moda começou ainda na adolescência. Aos 16 anos, ela foi escolhida pelo renomado estilista Dener para participar de um desfile. O encontro acabou mudando não apenas sua trajetória profissional, mas também sua vida pessoal.

A aproximação entre os dois evoluiu para um relacionamento. Maria Stella e Dener se apaixonaram, se casaram e tiveram dois filhos, consolidando uma história que ficou marcada na trajetória da moda brasileira.

Ícone da moda brasileira

Durante a década de 1960, Maria Stella Splendore ganhou projeção e passou a ser reconhecida como uma das principais modelos do país. Sua presença nas passarelas ajudou a transformar sua imagem em referência de elegância e beleza na moda brasileira.

A carreira, porém, não ficou restrita aos desfiles. Maria Stella também conquistou espaço em outras áreas do entretenimento, participando de trabalhos na televisão e no cinema.

Naquele período, a modelo passou a integrar um cenário em que a moda começava a ganhar cada vez mais visibilidade no Brasil. Sua imagem e seu estilo contribuíram para consolidá-la como uma personalidade conhecida para além das passarelas.

A trajetória construída desde a adolescência fez com que Maria Stella se tornasse uma figura importante para a história da moda nacional. Décadas depois, sua carreira continua sendo lembrada quando o assunto é a evolução das modelos brasileiras e a profissionalização do setor.

Uma vida longe dos holofotes

Com o passar dos anos, Maria Stella decidiu se afastar da exposição proporcionada pela fama. A antiga estrela das passarelas passou a viver uma rotina mais reservada e voltada à espiritualidade, deixando para trás a intensa agenda relacionada à moda e ao entretenimento.

A mudança representa uma nova etapa na vida da ex-modelo, que atualmente mantém uma postura mais discreta. Mesmo longe dos grandes eventos e das câmeras, ela preserva a elegância que se tornou uma de suas principais marcas ao longo da carreira.

Aos 78 anos, Maria Stella Splendore carrega uma história que atravessa diferentes momentos da cultura brasileira. Da descoberta aos 16 anos às passarelas, da televisão e do cinema à busca por uma vida espiritual, sua trajetória reúne capítulos importantes da moda e do entretenimento do país.

Redação Saiba+

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Rei Harald revela ultimato para se casar com Sonja

Monarca norueguês contou que deixou claro ao pai que só se casaria com a mulher que amava, apesar da resistência enfrentada pela relação

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A história de amor entre o rei Harald V e a rainha Sonja da Noruega atravessou décadas e se tornou um dos relacionamentos mais marcantes da monarquia norueguesa. Antes de chegar ao trono, porém, Harald precisou enfrentar expectativas da família real e questionamentos sobre seu relacionamento com Sonja.

Em uma entrevista concedida à imprensa em 2006 e que voltou a ganhar destaque, o monarca relembrou um dos momentos mais importantes de sua juventude. Segundo Harald, ele precisou deixar clara sua posição diante do pai, o então rei Olav V, diante das dificuldades para oficializar o relacionamento.

Harald afirmou que estava disposto a abrir mão do casamento caso não pudesse se casar com Sonja. A declaração revelou a dimensão da decisão tomada pelo príncipe, que mantinha um relacionamento com uma mulher que não pertencia à realeza.

“Eu ia me casar com Sonja ou não me casaria”, afirmou o rei na ocasião, ao recordar a postura adotada diante da família.

Amor enfrentou resistência

Na época em que Harald e Sonja começaram a se relacionar, o casamento entre membros da realeza e pessoas sem origem aristocrática ainda era cercado de restrições e expectativas. A relação dos dois, por isso, precisou superar obstáculos antes de receber aprovação oficial.

O casal manteve o relacionamento durante anos, enquanto a possibilidade de um casamento era discutida dentro da monarquia. A decisão de Harald representou uma mudança importante na tradição da família real norueguesa, especialmente por demonstrar que o futuro monarca não pretendia abrir mão da mulher que amava.

Sonja, que posteriormente se tornaria rainha, permaneceu ao lado de Harald durante todo o período de incertezas. A história dos dois acabou ganhando um desfecho positivo quando o casamento foi autorizado.

Um casamento que marcou a monarquia

Harald e Sonja se casaram em 1968, após uma longa relação. A união chamou atenção justamente por representar uma quebra de antigas expectativas relacionadas aos casamentos dentro das famílias reais europeias.

Anos depois, Harald assumiu o trono da Noruega e Sonja passou a exercer o papel de rainha consorte. O casal construiu uma trajetória marcada por décadas de vida pública e pela permanência de uma relação que começou antes mesmo de Harald se tornar rei.

A história também passou a ser lembrada como um exemplo de transformação dentro da monarquia norueguesa. O relacionamento entre Harald e Sonja ajudou a simbolizar uma instituição mais aberta às escolhas pessoais de seus integrantes, em um período de mudanças sociais na Europa.

A declaração do rei, portanto, voltou a chamar atenção não apenas pela dimensão romântica, mas também pelo significado histórico de sua decisão. Ao afirmar que preferia não se casar a abrir mão de Sonja, Harald revelou o quanto estava disposto a enfrentar as tradições para permanecer ao lado da mulher que escolheu.

Redação Saiba+

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Salvador recebe 23ª Parada LGBT+

Evento reúne 13 trios elétricos no circuito Barra-Ondina com o tema “Vergonha adoece. Orgulho cura!

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A orla de Salvador amanheceu tomada pelas cores da diversidade neste domingo (6) para a realização da 23ª Parada do Orgulho LGBT+ da Bahia. O evento tem concentração no Farol da Barra e conta com um desfile formado por 13 trios elétricos, que seguem em direção a Ondina.

Com o tema “Vergonha adoece. Orgulho cura!”, a edição deste ano busca chamar atenção para os impactos do preconceito e da discriminação na saúde e na qualidade de vida da população LGBTQIAPN+. A proposta é transformar a celebração em um momento de conscientização, visibilidade e defesa dos direitos.

Diversidade ocupa a orla

A Parada do Orgulho LGBT+ integra o calendário de grandes manifestações culturais e sociais de Salvador. Além da celebração, o evento representa um espaço de visibilidade para a população LGBTQIAPN+ e de enfrentamento à LGBTfobia.

A escolha do tema reforça a preocupação com os efeitos que a discriminação pode provocar na vida das pessoas. A mensagem apresentada pelo Grupo Gay da Bahia (GGB) procura destacar a importância do orgulho, do respeito e da liberdade de viver a própria identidade sem medo ou constrangimento.

Palco da Diversidade

Entre as atrações da programação está o Palco da Diversidade Luiz Mott, nome escolhido em homenagem aos 80 anos do fundador do Grupo Gay da Bahia. O espaço foi preparado para receber atividades e atrações durante a programação do evento.

A apresentação das atividades no palco fica sob o comando da apresentadora Scarleth Sangalo, que destacou o clima de otimismo presente na edição e a importância da mensagem escolhida para este ano.

Segundo a apresentadora, a proposta é celebrar a diversidade sem deixar de lado a reflexão sobre os desafios enfrentados diariamente pela população LGBTQIAPN+.

Celebração e conscientização

Com os trios elétricos percorrendo o tradicional trajeto entre Barra e Ondina, a Parada reúne música, manifestações culturais e discursos relacionados à cidadania e ao combate ao preconceito.

A realização do evento também reforça a tradição de Salvador como palco de grandes manifestações de diversidade e cultura. A Parada LGBT+ da Bahia combina celebração, representatividade e mobilização social, levando para as ruas uma mensagem de respeito e igualdade.

Ao longo da programação, o público participa de uma grande festa na orla da capital baiana, enquanto entidades e organizadores utilizam o espaço para defender políticas de combate à discriminação e ampliar a visibilidade das pautas da comunidade LGBTQIAPN+.

A 23ª edição reafirma, assim, a importância da Parada como um dos principais eventos de diversidade da Bahia. O orgulho é apresentado não apenas como celebração, mas também como instrumento de resistência e enfrentamento ao preconceito.

Redação Saiba+

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