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Política

Levantamento aponta que Jerônimo Rodrigues cumpriu 33 promessas de campanha

Balanço dos três anos e meio de gestão indica compromissos concluídos, parcialmente executados e propostas que ainda não saíram do papel.

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Um levantamento sobre a gestão do governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues (PT), aponta que 33 das 92 promessas apresentadas durante a campanha eleitoral de 2022 foram integralmente cumpridas ao longo dos primeiros três anos e meio de mandato.

De acordo com o balanço, 37 compromissos foram executados parcialmente, enquanto 22 propostas ainda não foram cumpridas, demonstrando diferentes níveis de avanço na implementação do plano de governo apresentado durante o período eleitoral.

Entre as iniciativas concluídas está a implantação da Delegacia Especializada de Repressão aos Crimes Cibernéticos, criada para fortalecer o combate a delitos praticados no ambiente digital, como fraudes eletrônicas, invasões de dispositivos e crimes virtuais.

Por outro lado, algumas propostas permanecem pendentes. Entre elas está a criação das Zonas Especiais de Indústrias e de Serviços, projeto que tinha como objetivo estimular o desenvolvimento econômico, atrair investimentos e ampliar a geração de empregos em diferentes regiões do estado.

O levantamento evidencia que parte significativa dos compromissos assumidos pelo governo avançou de forma parcial, refletindo projetos que ainda estão em fase de implementação ou dependem de novas etapas para sua conclusão.

A análise do cumprimento das promessas de campanha é um instrumento utilizado para acompanhar a execução das metas apresentadas aos eleitores e medir o andamento das políticas públicas ao longo do mandato. Os dados permitem avaliar o estágio de execução dos compromissos assumidos pela administração estadual, oferecendo maior transparência sobre as ações do governo.

Com pouco mais de um ano para o encerramento do mandato, a expectativa é que parte das propostas parcialmente executadas possa ser concluída, enquanto os compromissos ainda pendentes continuem sendo acompanhados por órgãos de controle, imprensa e sociedade civil.

Redação Saiba+

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Política

Tarcísio homenageará Javier Milei com Colar do Ipiran

Presidente da Argentina receberá a mais alta honraria do Estado de São Paulo durante visita oficial à capital paulista

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O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), concederá ao presidente da Argentina, Javier Milei, o Colar da Ordem do Ipiranga, considerada a mais alta honraria do Estado de São Paulo. A entrega da condecoração ocorrerá durante a visita oficial do chefe de Estado argentino à capital paulista, marcando o primeiro encontro oficial entre os dois em território paulista.

A homenagem integra a agenda institucional da visita e simboliza o reconhecimento concedido pelo governo estadual a personalidades que tenham desempenhado papel relevante em suas áreas de atuação ou contribuído para o fortalecimento das relações com São Paulo.

O Colar da Ordem do Ipiranga é uma distinção destinada a autoridades brasileiras e estrangeiras que tenham prestado relevantes serviços ou colaborado para o desenvolvimento de vínculos institucionais, econômicos, culturais ou diplomáticos com o estado. A honraria figura entre as mais tradicionais concedidas pelo Governo de São Paulo.

A cerimônia também reforça a aproximação institucional entre as administrações de São Paulo e da Argentina em um momento de diálogo sobre temas de interesse comum. A visita oficial de Javier Milei à capital paulista deverá reunir autoridades e representantes de diferentes setores, consolidando compromissos voltados ao fortalecimento das relações bilaterais.

A entrega do Colar da Ordem do Ipiranga amplia a lista de personalidades nacionais e internacionais reconhecidas pelo governo paulista ao longo dos anos e destaca a relevância das relações entre São Paulo e parceiros estrangeiros em áreas estratégicas.

Redação Saiba+

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Política

Vereadora denuncia violência política de gênero em São Paulo

Parlamentar afirma ser alvo de perseguição do ex-companheiro e caso será investigado pela Justiça paulista

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A vereadora de Mogi das Cruzes (SP), Malu Fernandes (PL) denunciou o ex-companheiro, Mario Luiz Moreno Júnior, por suposta violência política de gênero, alegando que ele teria utilizado um boletim de ocorrência para persegui-la e prejudicar o anúncio de sua pré-candidatura ao cargo de deputada estadual. O caso será apurado pela Justiça de São Paulo.

Segundo as informações divulgadas, a parlamentar sustenta que a conduta do empresário teria como objetivo afetar sua atuação política e sua imagem pública em um momento de projeção eleitoral. As denúncias serão analisadas pelas autoridades competentes, que deverão apurar os fatos apresentados pelas partes.

Ainda conforme o caso, o pedido de ampliação das medidas protetivas já existentes em favor da vereadora não foi acolhido. A decisão mantém as medidas anteriormente estabelecidas, enquanto o processo segue em tramitação no Judiciário.

Outro ponto que integra a investigação envolve um boletim de ocorrência registrado em outubro de 2025, inicialmente sem identificação de autoria. Posteriormente, o documento teria sido atualizado pelo ex-companheiro para incluir o nome da vereadora como suposta responsável por danos em um apartamento onde o casal residiu durante o relacionamento.

A denúncia reforça o debate sobre a violência política de gênero, prática caracterizada por ações que buscam constranger, intimidar ou impedir a atuação de mulheres na vida pública. O caso seguirá sob análise da Justiça, que deverá avaliar as alegações apresentadas e as provas reunidas durante a investigação, assegurando o direito à ampla defesa e ao contraditório.

Redação Saiba+

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Política

PT prepara ação no TSE contra Flávio Bolsonaro e aliados por declarações sobre urnas eletrônicas

Partido afirma que recorrerá à Justiça Eleitoral após divulgação de conteúdos que, segundo a legenda, associam indevidamente documentos sobre a Venezuela ao sistema eleitoral brasileiro.

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O Partido dos Trabalhadores (PT) anunciou que irá protocolar uma representação no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e outros aliados do ex-presidente Jair Bolsonaro. A iniciativa tem como base a divulgação de informações que, segundo a legenda, questionam sem provas a confiabilidade das urnas eletrônicas brasileiras.

De acordo com o partido, a ação foi motivada por declarações atribuídas a Flávio Bolsonaro durante uma reunião com diplomatas, além de manifestações públicas feitas por integrantes do grupo político nos últimos dias. A representação também deverá incluir outros parlamentares e aliados que compartilharam conteúdos relacionados ao sistema eleitoral brasileiro.

Segundo o PT, a movimentação ganhou força a partir de 17 de julho, quando o deputado federal licenciado Eduardo Bolsonaro e parlamentares como Gustavo Gayer e Júlia Zanatta passaram a divulgar, de forma coordenada, uma nota de inteligência da CIA sobre supostas fraudes eleitorais ocorridas na Venezuela entre 2004 e 2020.

Na avaliação da legenda, o documento foi utilizado de maneira inadequada para sugerir vulnerabilidades no sistema eleitoral brasileiro. O PT sustenta que as conclusões do relatório sobre o processo eleitoral venezuelano não se aplicam às urnas eletrônicas utilizadas no Brasil, razão pela qual decidiu recorrer à Justiça Eleitoral.

A representação deverá solicitar que o TSE analise a divulgação das informações e adote as medidas cabíveis, conforme a legislação eleitoral vigente. O partido argumenta que a propagação de conteúdos considerados falsos ou descontextualizados pode comprometer a confiança nas instituições democráticas e no processo eleitoral.

Até o momento, os citados podem apresentar suas manifestações e exercer plenamente o direito ao contraditório e à ampla defesa caso a ação seja formalmente recebida pela Justiça Eleitoral. O caso deverá integrar o conjunto de processos relacionados à disseminação de informações sobre o sistema eleitoral brasileiro, tema que permanece no centro do debate político e jurídico do país.

Redação Saiba+

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