Polícia
Pastor registra últimos instantes de grupo antes de tragédia em rio
Fotografia feita momentos antes de uma tentativa de resgate pode ter sido o último registro das cinco vítimas com vida no rio Scioto, em Ohio, nos Estados Unidos.

Uma fotografia registrada pouco antes de uma tentativa de resgate terminar em tragédia ganhou repercussão internacional ao mostrar o que pode ter sido o último momento de cinco pessoas com vida no rio Scioto, localizado no estado de Ohio, nos Estados Unidos.
O autor da imagem é o pastor Marcus Leon Martin, que frequenta a região há mais de dez anos e conhece bem as características do rio. Segundo ele, o grupo ainda estava com a água na altura da cintura quando a fotografia foi feita.
Em relato à imprensa, Martin afirmou que teve a sensação de que algo não estava certo ao observar as pessoas próximas ao trecho do rio. Por esse motivo, decidiu registrar a cena, sem imaginar que a imagem se tornaria um dos últimos registros das vítimas antes da tragédia.
O pastor também revelou que conhece os riscos da área, especialmente devido aos declives acentuados e às mudanças bruscas na profundidade do rio, fatores que podem surpreender pessoas sem familiaridade com o local. Segundo ele, chegou a pensar em alertar o grupo sobre o perigo, principalmente porque havia duas crianças entre os pescadores.
A tentativa de resgate ocorreu pouco tempo depois, mas terminou de forma trágica. O caso mobilizou equipes de emergência e gerou grande comoção na comunidade local, reacendendo o debate sobre os cuidados necessários em áreas de rios com correntezas e variações repentinas de profundidade.
Especialistas reforçam que ambientes naturais podem apresentar riscos invisíveis, como buracos, desníveis e correntes submersas, tornando essencial a adoção de medidas de segurança e atenção redobrada durante atividades de lazer e pesca.
Polícia
Advogada é morta após criminosos invadirem residência na Bahia
Cláudia Félix de Oliveira, de 51 anos, foi encontrada com ferimento causado por disparo de arma de fogo em Itororó; Polícia Civil investiga o caso.

Uma mulher identificada como Cláudia Félix de Oliveira, de 51 anos, foi morta na manhã deste sábado (25) após criminosos invadirem sua residência no município de Itororó, no interior da Bahia. A vítima, que possuía registro na Ordem dos Advogados do Brasil – Seção Bahia (OAB-BA), foi encontrada sem vida após o ataque.
De acordo com informações da Polícia Militar, equipes do 8º Batalhão foram acionadas para atender a ocorrência em um imóvel localizado na Rua Odilon Pompilho. Ao chegarem ao endereço, os policiais encontraram Cláudia caída com um ferimento provocado por disparo de arma de fogo.
Uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) também esteve no local, e o médico responsável constatou o óbito da vítima ainda na residência.
Após a confirmação da morte, o Departamento de Polícia Técnica (DPT) foi acionado para realizar a perícia no imóvel e providenciar a remoção do corpo. Os procedimentos periciais deverão contribuir para o esclarecimento das circunstâncias do crime.
Cláudia Félix de Oliveira tinha inscrição ativa na OAB-BA, vinculada à subseção de Itapetinga, município também localizado no interior do estado. A informação reforça sua atuação na advocacia, embora as autoridades ainda não tenham informado se o crime possui relação com sua atividade profissional.
A Polícia Civil instaurou investigação para identificar os autores da invasão e esclarecer a motivação do homicídio. Até o momento, nenhum suspeito foi preso, e as diligências seguem em andamento.
O caso causa repercussão na região e amplia a preocupação com a violência no interior baiano, enquanto familiares, amigos e colegas aguardam o avanço das investigações para que os responsáveis sejam identificados e levados à Justiça.
Polícia
Suspeito de matar policial civil é baleado durante operação no Rio
Investigado reagiu à abordagem e atacou policiais na comunidade do Muquiço; ação resultou na apreensão de arma, drogas, rádio comunicador e uma central clandestina de internet.

Um dos suspeitos de envolvimento no assassinato do policial civil Carlos Alberto Freire Neto foi baleado durante uma operação da Polícia Civil realizada nesta sexta-feira (24), na comunidade do Muquiço, em Guadalupe, na zona norte do Rio de Janeiro. Segundo as autoridades, o investigado reagiu à abordagem e atacou os agentes, que revidaram à agressão.
A ação foi conduzida por equipes da Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF) e da 96ª Delegacia de Polícia (Miguel Pereira), que cumpriam diligências para localizar suspeitos ligados à execução do policial, morto no dia 8 de junho.
Durante a operação, os policiais apreenderam uma pistola com dois carregadores, drogas e um rádio comunicador, materiais que, de acordo com a investigação, estariam sendo utilizados pela organização criminosa que atua na região.
Além das apreensões, os agentes localizaram uma central clandestina de internet, estrutura que seria utilizada pelo grupo criminoso para fornecer serviços irregulares de conexão e ampliar suas atividades na comunidade.
As investigações seguem em andamento para identificar e localizar outros possíveis envolvidos no homicídio do policial civil. A Polícia Civil trabalha para esclarecer todos os detalhes do crime e responsabilizar os autores pela morte do agente.
O caso reforça as ações de combate ao crime organizado no estado do Rio de Janeiro, especialmente contra grupos envolvidos em ataques a agentes de segurança pública e em atividades criminosas ligadas ao tráfico de drogas e serviços clandestinos.
Polícia
Polícia investiga maus-tratos e possíveis homicídios em clínica de Candeias
Gerente foi preso após operação que resgatou 39 pacientes; investigação apura denúncias de tortura e possível ocultação de cadáveres

A investigação sobre a clínica de reabilitação localizada em Candeias, na Região Metropolitana de Salvador, ganhou novos desdobramentos após a prisão do gerente da unidade, onde 39 pacientes foram encontrados em situação de maus-tratos. As informações foram apresentadas na manhã desta quinta-feira (23) pelo delegado Marcos Laranjeira, titular da 20ª Delegacia Territorial (20ª DT/Candeias).
Segundo o delegado, além das denúncias de maus-tratos e tortura, a Polícia Civil passou a apurar a possível ocorrência de homicídios e ocultação de cadáveres. As investigações buscam esclarecer se há relação entre a clínica e possíveis enterros clandestinos em covas localizadas na região.
“Estamos apurando um fato de haver desova de cadáver em algumas dessas covas”, afirmou o delegado ao detalhar o andamento da investigação. A declaração amplia a gravidade do caso e reforça a necessidade de aprofundamento das diligências conduzidas pela equipe policial.
Durante uma nova operação realizada na unidade, os investigadores recolheram aparelhos celulares, notebooks e outros objetos que poderão auxiliar na produção de provas. O material passará por perícia para verificar se existem registros capazes de comprovar maus-tratos, torturas e eventuais homicídios relacionados ao funcionamento da clínica.
A Polícia Civil também trabalha na coleta de depoimentos de pacientes, funcionários e demais pessoas ligadas à instituição, enquanto analisa os equipamentos apreendidos para identificar possíveis responsabilidades criminais.
O caso segue sob investigação e poderá resultar em novas prisões, caso sejam confirmadas as suspeitas levantadas durante as diligências. A prioridade das autoridades é esclarecer todas as circunstâncias envolvendo o funcionamento da clínica e garantir a responsabilização dos envolvidos, caso as irregularidades sejam comprovadas.
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