Entretenimento
Grupo Arrocha do Brasil aposta em nomes históricos para nova fase
Com Luciano Gutierrez nos vocais, projeto comandado por Regival Costa reúne produtores ligados à história do arrocha e apresenta álbum “Essência”

O Grupo Arrocha do Brasil inicia uma nova etapa na carreira com uma proposta que une tradição, inovação e experiência. Sob o comando de Regival Costa, o projeto passou a contar com nomes de destaque na história do arrocha, entre eles o produtor Josué Eleutério e o Maestro Clecinho.
Josué Eleutério possui uma trajetória ligada a importantes momentos do gênero. O produtor acompanhou Pablo e o Grupo Arrocha entre 2005 e 2010 e posteriormente atuou como empresário da carreira solo de Pablo entre 2010 e 2021. Já o Maestro Clecinho ficou conhecido por sua atuação como diretor musical, tecladista e arranjador, além de estar associado ao marcante bordão que se tornou uma das características da carreira do cantor.
A nova formação do Grupo Arrocha do Brasil busca aproveitar essa experiência para apresentar uma identidade renovada ao público. Com Luciano Gutierrez nos vocais, o projeto aposta em novos arranjos, repertório de músicas inéditas e uma sonoridade pensada para dialogar com as transformações do mercado musical.
O grupo lançou, em 21 de agosto, o álbum “Essência”, reunindo um repertório que pretende valorizar as raízes do arrocha sem abrir mão de uma produção contemporânea.
A presença de produtores que participaram de diferentes fases do desenvolvimento do gênero é apontada como um dos diferenciais da nova proposta. A intenção é conectar a memória do arrocha com novas possibilidades de produção, distribuição e divulgação nas plataformas digitais.
Com a experiência de Regival Costa, Josué Eleutério e Maestro Clecinho, o Grupo Arrocha do Brasil prepara uma agenda de lançamentos e ações para os próximos anos, mirando especialmente o período de 2026 e 2027.
A estratégia inclui a divulgação do álbum “Essência” nas plataformas digitais e redes sociais, além da preparação do grupo para apresentações em diferentes palcos. A expectativa é ampliar a presença do projeto no cenário nacional e fortalecer o arrocha entre públicos que acompanham o gênero tanto nos shows quanto no ambiente digital.
Entretenimento
Natanzinho Lima lidera contratos públicos para shows
Levantamento aponta R$ 158,2 milhões em contratações do cantor com governos entre 2024 e 2026

O cantor Natanzinho Lima aparece no topo de um levantamento sobre recursos públicos destinados à contratação de artistas para shows no Brasil. Segundo dados do Observatório De Olho nos Ruralistas, divulgados pelo portal The Intercept Brasil, o artista teria acumulado R$ 158,2 milhões em contratos com administrações municipais e estaduais entre janeiro de 2024 e março de 2026.
O levantamento reúne os 100 artistas que mais receberam recursos públicos para apresentações no período analisado. Somadas, as contratações dos nomes listados ultrapassariam R$ 5 bilhões, de acordo com os dados apresentados.
Na sequência aparecem Henry Freitas, com R$ 125,9 milhões, e Wesley Safadão, com R$ 113,1 milhões. O quarto lugar é ocupado por Tarcísio do Acordeon, com R$ 111,5 milhões, enquanto Iguinho e Lulinha aparecem com R$ 111,1 milhões.
Entre os dez primeiros colocados também estão Seu Desejo, Maiara e Maraisa, Léo Santana, Pablo e Xand Avião.
Confira os dez primeiros do levantamento
- Natanzinho Lima — R$ 158,2 milhões
- Henry Freitas — R$ 125,9 milhões
- Wesley Safadão — R$ 113,1 milhões
- Tarcísio do Acordeon — R$ 111,5 milhões
- Iguinho e Lulinha — R$ 111,1 milhões
- Seu Desejo — R$ 102,8 milhões
- Maiara e Maraisa — R$ 101,8 milhões
- Léo Santana — R$ 101,6 milhões
- Pablo — R$ 99,4 milhões
- Xand Avião — R$ 98,3 milhões
O levantamento também destaca a presença de artistas baianos entre os nomes com maiores valores registrados. Léo Santana aparece na oitava posição, com R$ 101,6 milhões, enquanto Pablo ocupa o nono lugar, com R$ 99,4 milhões.
Quando o recorte considera especificamente eventos relacionados ao agronegócio, como feiras, rodeios e vaquejadas, o cenário muda. Nesse segmento, os artistas sertanejos aparecem com forte participação. Zezé Di Camargo lidera com R$ 33,56 milhões, seguido por Maiara & Maraisa, com R$ 32,75 milhões, e Ana Castela, com R$ 28,13 milhões.
Os valores citados correspondem a contratos e recursos públicos identificados no levantamento, não necessariamente ao valor líquido recebido pelos artistas. Contratações públicas podem envolver diferentes custos e condições previstas nos respectivos contratos.
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Morre Rogério Valença, ex-vocalista da Calcinha Preta
Cantor de 55 anos morreu em Aracaju; causa da morte não foi divulgada

O cantor Rogério Valença, ex-vocalista da banda Calcinha Preta, morreu aos 55 anos nesta segunda-feira (31), em Aracaju, Sergipe. O artista, que teve uma trajetória marcada pelo forró eletrônico, também integrou outros grupos importantes do gênero.
A morte foi confirmada pelo Raio da Silibrina, banda fundada por Rogério Valença. Até o momento, a causa do falecimento não foi divulgada.
Nascido em Garanhuns, no Agreste de Pernambuco, Rogério construiu sua carreira no cenário do forró e ganhou projeção nacional durante sua passagem pela Calcinha Preta, entre 1998 e 2000.
Ao longo da carreira, o cantor também passou por bandas como Caviar com Rapadura e Mulheres Perdidas, consolidando seu nome entre os artistas que contribuíram para a expansão do forró eletrônico.
Rogério havia compartilhado publicamente que realizava tratamento de hemodiálise. No entanto, até o momento, não há confirmação de que a condição renal tenha relação com sua morte.
O falecimento do artista repercutiu entre fãs, músicos e admiradores do forró, que lamentaram a perda de um cantor que fez parte de uma importante fase da música nordestina.
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MP solicita perícia em caso envolvendo rã no SBT
Ação civil pública pode avançar após questionamentos sobre tratamento dado ao animal durante quadro do Domingo Legal

Uma ação envolvendo o SBT e o apresentador Celso Portiolli pode ganhar novos desdobramentos após o Ministério Público solicitar a realização de uma perícia para apurar possíveis maus-tratos a uma rã utilizada em uma dinâmica do programa Domingo Legal.
A situação ocorreu durante uma edição da atração, quando Portiolli levou o animal para participar de um quadro televisivo. Entidades de proteção animal questionaram a forma como a rã teria sido tratada durante a gravação.
Segundo as denúncias apresentadas pelas entidades, o animal teria sido submetido a estresse intenso, manuseio considerado inadequado e exposição excessiva a estímulos sonoros e luminosos.
Diante dos questionamentos, o Ministério Público solicitou uma perícia para avaliar as circunstâncias envolvendo a participação do animal no programa. A medida poderá contribuir para esclarecer se houve ou não violação das normas de proteção animal.
O caso também envolve uma ação civil pública contra o SBT e Celso Portiolli, e a realização da perícia poderá representar uma nova etapa na apuração dos fatos.
A utilização de animais em produções televisivas é alvo de atenção de entidades de proteção e autoridades, especialmente quando há suspeitas de práticas que possam comprometer o bem-estar dos animais.
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