Polícia
Ronnie Lessa revela valor por morte de Marielle
Ex-PM afirmou que receberia R$ 25 milhões pelo assassinato da vereadora e do motorista Anderson Gomes

O ex-policial militar Ronnie Lessa, condenado pelo assassinato da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes, afirmou que receberia R$ 25 milhões pela execução do crime. A declaração foi feita em uma entrevista que será exibida pela Record TV nesta quinta-feira (27).
A revelação acrescenta um novo elemento às informações já apresentadas durante as investigações sobre o assassinato de Marielle, ocorrido em março de 2018, no Rio de Janeiro. O caso ganhou repercussão nacional e internacional e permaneceu durante anos entre os principais crimes ainda sem completa elucidação no país.
Além de Ronnie Lessa, o ex-policial militar Élcio Queiroz também foi condenado pela participação no assassinato. Segundo as investigações e decisões judiciais, os dois tiveram envolvimento direto na execução que matou Marielle e Anderson.
Condenações foram ampliadas
No início deste mês, a Primeira Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro decidiu aumentar as penas impostas aos dois condenados.
A pena de Ronnie Lessa passou de 78 para 81 anos de prisão, enquanto Élcio Queiroz teve a pena elevada de 59 para 76 anos.
As decisões fazem parte dos desdobramentos judiciais do caso, que continua sendo acompanhado de perto pelas autoridades e pela sociedade brasileira.
Caso Marielle segue em destaque
Marielle Franco foi assassinada quando exercia o mandato de vereadora do Rio de Janeiro. O crime também vitimou Anderson Gomes, que dirigia o veículo em que os dois estavam.
A investigação sobre a morte da parlamentar avançou ao longo dos anos e levou à responsabilização dos executores. As autoridades também investigaram possíveis mandantes e a motivação por trás do crime.
A nova declaração de Ronnie Lessa deverá voltar a colocar o valor supostamente oferecido pelo assassinato de Marielle no centro do debate público, especialmente diante dos demais elementos reunidos durante a investigação.
A entrevista completa do ex-PM será exibida nesta quinta-feira e deverá trazer outros detalhes sobre o crime e os bastidores da execução.
Polícia
Funcionária é presa por suspeita de fraude de R$ 2,9 milhões
Investigada teria liderado esquema que desviava pagamentos via Pix para contas de familiares em Salvador e Itaberaba

Uma funcionária de 26 anos foi presa nesta quinta-feira (27), durante a Operação Fluxo Oculto, deflagrada pela Polícia Civil em Salvador e Itaberaba, no interior da Bahia. Ela é suspeita de liderar um esquema criminoso envolvendo pagamentos fraudulentos realizados por empresas para contas bancárias de terceiros.
Segundo as investigações, cinco empresas teriam sido vítimas do esquema, que provocou um prejuízo superior a R$ 2,9 milhões. A suspeita teria utilizado mecanismos para alterar o destino de pagamentos corporativos, fazendo com que valores que deveriam ser destinados a fornecedores fossem direcionados para contas ligadas a pessoas próximas.
Fraudes envolviam pagamentos via Pix
De acordo com a Polícia Civil, o esquema apresentava uma estrutura considerada sofisticada e envolvia fraudes corporativas e lavagem de dinheiro por meio de operações bancárias realizadas via Pix.
As investigações apontam que as ordens de pagamento eram manipuladas de maneira a manter o nome de fornecedores verdadeiros no campo destinado ao beneficiário. Entretanto, os valores eram efetivamente encaminhados para contas bancárias de familiares da investigada.
Entre os beneficiários estariam a própria mãe da suspeita e o companheiro dela.
Investigação aponta atuação dentro das empresas
A condição de funcionária teria permitido à investigada acesso a informações e procedimentos relacionados aos pagamentos das empresas. A partir desse acesso, segundo a apuração policial, ela teria conseguido interferir nas operações financeiras sem levantar imediatamente suspeitas.
O modelo utilizado teria dificultado a identificação inicial das irregularidades, uma vez que os dados apresentados nos pagamentos indicavam fornecedores que realmente mantinham relação comercial com as empresas prejudicadas.
A Polícia Civil continua analisando documentos, movimentações financeiras e outros elementos reunidos durante a investigação para identificar toda a extensão do esquema e possíveis envolvidos.
Operação busca esclarecer destino dos valores
A Operação Fluxo Oculto tem como um dos objetivos rastrear o caminho do dinheiro e identificar os beneficiários dos valores desviados. A análise das contas bancárias poderá ajudar os investigadores a estabelecer a dinâmica das transferências e verificar eventual participação de outras pessoas.
Além da suspeita apontada como líder do esquema, a investigação deverá apurar a responsabilidade de possíveis integrantes que tenham auxiliado na movimentação ou ocultação dos recursos.
O caso segue sob investigação das autoridades competentes. As acusações ainda serão analisadas no decorrer do procedimento judicial, e os investigados têm direito à ampla defesa e ao contraditório.
Polícia
Médico é alvo de operação em Salvador
Urologista está entre os alvos da Operação Brilho do Amanhã, que investiga suspeitas de crimes contra crianças e adolescentes na Bahia

O médico urologista Samuel Ribeiro Juncal foi alvo de um mandado de busca e apreensão nesta quinta-feira (27), em Salvador, durante a Operação Brilho do Amanhã, deflagrada pela Polícia Civil da Bahia.
A ação investiga suspeitas de crimes contra crianças e adolescentes, incluindo estupro de vulnerável e produção e armazenamento de material relacionado à pornografia infantil. O nome do médico foi divulgado entre os alvos da operação, que realizou diligências em Salvador e em outros municípios baianos.
Ao longo da operação, as equipes policiais cumpriram 15 mandados de busca e apreensão, além de efetuarem prisões durante as diligências.
Sete pessoas são presas
Segundo as informações divulgadas pelas autoridades, sete pessoas foram presas nesta quinta-feira (27) no decorrer da operação. Também foram registradas prisões em flagrante durante o cumprimento das medidas.
A operação faz parte de uma investigação que busca identificar suspeitos, reunir elementos de prova e esclarecer a possível atuação de pessoas envolvidas em crimes contra menores de idade.
Diligências seguem em andamento
Os mandados de busca e apreensão têm como finalidade localizar documentos, equipamentos eletrônicos e outros elementos que possam contribuir para a investigação. O material eventualmente recolhido deverá ser analisado pelas autoridades responsáveis pelo caso.
A Polícia Civil também deverá aprofundar as apurações para esclarecer a participação individual de cada investigado e verificar a existência de outros possíveis envolvidos.
É importante destacar que ser alvo de uma investigação ou de uma medida de busca e apreensão não representa condenação ou comprovação de culpa. As responsabilidades deverão ser apuradas no decorrer do processo, com garantia do direito de defesa e do devido processo legal.
A Operação Brilho do Amanhã reforça a atuação das forças de segurança no combate a crimes cometidos contra crianças e adolescentes, especialmente diante da necessidade de identificação e responsabilização de possíveis autores.
Polícia
Promoção de militares terá data fixa na Bahia
Governo do Estado estabelece o 2 de Julho como data anual para efetivação da Promoção por Condições Especiais na carreira dos oficiais militares estaduais

O Governo da Bahia estabeleceu o dia 2 de Julho como a data anual para a efetivação da Promoção por Condições Especiais (PCE) na carreira dos oficiais militares estaduais. A medida passa a vincular a promoção a uma das principais datas do calendário histórico baiano.
A determinação foi formalizada por meio do Decreto nº 24.702, de 30 de julho de 2026, publicado no Diário Oficial do Estado da Bahia. O texto regulamenta a efetivação da modalidade de promoção prevista no inciso VI do caput do artigo 126 da Lei nº 7.990, de 27 de dezembro de 2001.
Com a nova regulamentação, a PCE será efetivada anualmente no dia 2 de julho, mesma data em que a Bahia celebra sua Independência. A definição cria um marco anual para esse tipo de movimentação na carreira dos oficiais militares estaduais.
Nova regulamentação
A Promoção por Condições Especiais integra as modalidades previstas na legislação que disciplina o regime dos servidores militares estaduais. O decreto publicado pelo Governo da Bahia estabelece as regras para a efetivação desse mecanismo de promoção.
A medida confere maior previsibilidade ao calendário relacionado à carreira dos oficiais e estabelece uma data específica para a formalização das promoções enquadradas nessa modalidade.
O 2 de Julho, tradicionalmente marcado pelas celebrações da Independência da Bahia, passa também a representar uma data de referência para a carreira militar estadual. A escolha reforça a associação entre a data histórica e as instituições militares do estado.
Impacto na carreira militar
A regulamentação representa uma mudança importante na organização das promoções por condições especiais, ao definir um período anual para sua efetivação. A medida também proporciona um parâmetro objetivo para os procedimentos administrativos relacionados à modalidade.
O decreto está fundamentado na Lei nº 7.990/2001, que estabelece normas referentes aos militares estaduais da Bahia. A partir da regulamentação, os procedimentos relacionados à PCE passam a observar o calendário definido pelo Governo do Estado.
A iniciativa integra as medidas de organização da carreira dos oficiais militares estaduais e estabelece o 2 de Julho como marco anual para a Promoção por Condições Especiais na Bahia.
Polícia7 dias atrásAluna do CPM é vítima de estupro em Salvador
Política7 dias atrásAprovados do CPNUJE fazem mobilização nacional
Entretenimento7 dias atrásPéricles cantará hino no NFL Rio Game
Esportes6 dias atrásAlex Bruno chega a Salvador e aparece no Barradão
Brasil5 dias atrásAnúncio de mini dinossauros viraliza em MG
Polícia7 dias atrásPM-BA condecora desembargador em Salvador
Bahia5 dias atrásTJ-BA mantém decisão favorável a aprovados da Sesab
Política7 dias atrásDefesa de Binho Galinha contesta impugnação














