Política
Ludmilla Fiscina e Daniel Alencar reúnem lideranças em Alagoinhas
Deputada estadual participa de agenda ao lado de Daniel Alencar e reúne lideranças para discutir propostas e ações voltadas ao desenvolvimento da Bahia.

A deputada estadual Ludmilla Fiscina (PSD) realizou, nesta quarta-feira (2), uma série de visitas em Alagoinhas com o candidato a deputado federal Daniel Alencar (PSD). A agenda do dia foi encerrada no Hotel Absolar, com um encontro que reuniu lideranças e eleitores para um momento de diálogo, com discussão de propostas de governo e de ações efetivas em prol do desenvolvimento da Bahia, além de marcar a presença do grupo no município.
A reunião recebeu políticos e lideranças municipais. Entre os presentes estavam o prefeito de Alagoinhas, Gustavo Carmo, e o secretário de governo do município e idealizador do evento, Anderson Baqueiro.
Além de criar um espaço de diálogo, o evento seguiu o propósito de apresentar as candidaturas de Ludmilla Fiscina e Daniel Alencar. Para a deputada, a união é benéfica para Alagoinhas: “Ao longo dos anos, construímos uma parceria com Daniel Alencar, um homem que trabalha incansavelmente pelo bem do próximo e está disposto a cuidar da nossa gente, da nossa região. Daniel é uma pessoa exemplar, na política não vai ser diferente. Alagoinhas e toda a região só têm a ganhar com essa parceria”, afirmou a parlamentar.
Daniel Alencar é médico ortopedista, filho do senador Otto Alencar, e construiu uma carreira sólida de cuidado e atenção aos baianos através da medicina. Neste ano, é candidato a deputado federal pela primeira vez pelo PSD. Entre suas principais bandeiras, está a defesa de uma saúde de qualidade para os baianos.
O candidato a deputado federal parabenizou Ludmilla por ser uma potência e uma forte representante feminina do município. Além disso, ressaltou a defesa de uma saúde pública de qualidade: “A nossa principal bandeira no ano que vem vai ser a defesa do Sistema único de Saúde, o SUS. Um sistema que já ajuda os brasileiros há muito tempo e precisamos fortalecer”, afirmou Alencar.

Candidata à reeleição, Ludmilla Fiscina ressaltou a força do seu grupo político: “Nós fazemos política olhando no olho e com muito diálogo. O nosso grupo é da união, trabalhamos pela nossa gente, ao lado do governador Jerônimo Rodrigues e do senador Otto Alencar vamos cuidar da nossa população”, pontuou.
Agenda na comunidade rural
Antes do encontro realizado no Hotel Absolar, Ludmilla Fiscina e Daniel Alencar cumpriram uma agenda de visitas em comunidades rurais de Alagoinhas. A programação aproximou os dois candidatos de lideranças e moradores, fortalecendo a presença do grupo político no município.
Eles participaram de uma reunião com a vereadora Raimunda Florêncio (PSD), no bairro Silva Jardim. Em seguida, estiveram no distrito de Riacho da Guia, na comunidade do Quizambu, com os ex-vereadores Bebe e Jorge Mendes. Também participaram de um encontro com a comunidade rural da Capoeira, com o ex-vereador, Gode Luxo. Logo depois, antes de seguir para o Hotel Absolar, realizaram uma reunião com o vereador Xandinho.
A parlamentar destacou a importância dos distritos e das comunidades rurais de Alagoinhas em sua trajetória política: “Eu gosto de estar perto de pessoas que acreditaram no nosso trabalho e que estão confiando mais uma vez no nosso mandato. Eu venho para ouvir e entender o que precisa ser feito. Ao longo do nosso mandato, acompanhamos as demandas e as necessidades das comunidades rurais, e hoje estamos aqui ao lado de Daniel, que faz parte do nosso grupo e que também está disposto a cuidar da nossa gente, da nossa região, com seriedade, compromisso e carinho”, afirmou Ludmilla.
Política
Candidato da UP reduz agenda após ser baleado pela PM na Bahia
Aroldo Félix foi atingido durante manifestação em Salvador e, segundo o partido, enfrenta dores lombares e infecção no local do impacto

O candidato ao Governo da Bahia pela Unidade Popular (UP), Aroldo Félix, teve a agenda de campanha reduzida após ser atingido por um disparo de bala de elastômero durante uma manifestação em Salvador, no dia 1º de setembro.
Em nota divulgada nesta quinta-feira (11), a coordenação da campanha informou que o candidato vem cumprindo agendas restritas devido às consequências do ferimento.
Segundo a UP, o projétil de elastômero que atingiu Aroldo Félix estava vencido há 11 anos. Desde o episódio, o candidato teria passado a apresentar fortes dores na região lombar e uma infecção no local atingido.
Candidato recebe atendimento médico
De acordo com o partido, Aroldo tem recebido atendimento médico contínuo em Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) de Salvador. A equipe médica também teria recomendado tratamento com antibióticos por pelo menos 15 dias.
A infecção provocada pelo ferimento estaria dificultando a rotina do candidato. Conforme a campanha, Aroldo não consegue permanecer muito tempo em pé nem realizar viagens prolongadas de carro, situação que acabou afetando o cumprimento de compromissos no interior da Bahia.
Com a limitação física, a campanha da UP informou que o candidato mantém apenas compromissos considerados possíveis diante de seu atual quadro.
O episódio ocorreu durante uma manifestação na capital baiana e passou a integrar o debate sobre atuação policial, uso de munições de elastômero e segurança em manifestações públicas.
A campanha afirma que continuará acompanhando a recuperação de Aroldo Félix enquanto reorganiza as atividades eleitorais para conciliar os compromissos políticos com o período de tratamento.
Política
Senadores pedem informações sobre Operação Compliance Zero
Magno Malta e Eduardo Girão também solicitam transferência de Daniel Vorcaro e Fabiano Zettel para presídio federal de segurança máxima

Os senadores Magno Malta (PL-ES) e Eduardo Girão (Novo-RN) encaminharam ao ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), uma solicitação por mais informações sobre a Operação Compliance Zero, que investiga suspeitas de fraude financeira envolvendo o banqueiro Daniel Vorcaro, fundador do Banco Master.
No documento, os parlamentares demonstram preocupação com a suposta existência de uma estrutura clandestina de espionagem chamada “A Turma”. Segundo os senadores, o grupo teria atuado no monitoramento ilegal de autoridades, jornalistas e parlamentares, com possível objetivo de intimidação.
Senadores querem divulgação de possíveis vítimas
Malta e Girão defendem que os nomes das pessoas que teriam sido monitoradas sejam esclarecidos. Para os parlamentares, a divulgação dessas informações seria importante para garantir a segurança dos possíveis alvos e ampliar a transparência das investigações.
Os dois senadores também afirmam que podem ter sido alvo da suposta estrutura de espionagem em razão da postura crítica adotada por ambos no Senado em relação ao Banco Master.
A solicitação apresentada ao ministro André Mendonça busca obter esclarecimentos sobre a extensão do suposto monitoramento e sobre as pessoas que eventualmente teriam sido acompanhadas de maneira ilegal.
Pedido de transferência para presídio federal
Além dos esclarecimentos sobre a suposta espionagem, Magno Malta e Eduardo Girão pediram a transferência urgente de Daniel Vorcaro e Fabiano Campos Zettel para uma penitenciária federal de segurança máxima.
A solicitação é justificada pelos parlamentares com base em preocupações relacionadas à integridade física dos investigados.
Entre os fatos citados está a morte de Luiz Phillipi Machado de Moraes Mourão, conhecido como “Sicário”, apontado como braço direito de Vorcaro. Os senadores consideram necessário reforçar a segurança dos investigados diante das circunstâncias envolvendo a morte.
A Operação Compliance Zero continua sendo acompanhada pelas autoridades, enquanto os pedidos apresentados pelos senadores deverão ser analisados no âmbito do Supremo Tribunal Federal.
As suspeitas mencionadas fazem parte de investigações em andamento e não representam, por si só, comprovação definitiva de crimes ou responsabilidade dos envolvidos.
Política
PF aponta triangulação de R$ 6,1 milhões no caso Dark Horse
Relatório usado para autorizar operação contra produtora aponta movimentações financeiras entre entidades ligadas à empresária Karina da Gama

Um relatório da Polícia Federal (PF) que fundamentou a decisão do ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), para autorizar a operação realizada nesta quinta-feira (10) contra a produtora do filme Dark Horse aponta indícios de uma possível triangulação financeira de pelo menos R$ 6,1 milhões.
De acordo com as informações apresentadas no relatório, os investigadores identificaram movimentações envolvendo empresas e entidades ligadas à empresária Karina da Gama.
Segundo a decisão de Flávio Dino, os agentes federais teriam constatado que ao menos R$ 6,1 milhões saíram do Instituto Conhecer Brasil (ICB), entidade atribuída à empresária, e foram destinados a empresas terceirizadas ligadas à organização.
Posteriormente, conforme apontado pela investigação, parte dos valores teria retornado para outra entidade vinculada a Karina da Gama: a Academia Nacional de Cultura (ANC), organização social da cultura.
Investigação mira movimentações financeiras
A chamada triangulação financeira está entre os elementos analisados pela Polícia Federal no curso das investigações. O mecanismo, segundo os indícios descritos no relatório, envolveria transferências sucessivas entre diferentes empresas e organizações relacionadas, levantando questionamentos sobre a origem e o destino dos recursos.
A operação relacionada ao caso Dark Horse foi autorizada pelo ministro Flávio Dino após a análise das informações reunidas pela PF. A investigação busca esclarecer a finalidade das movimentações e a eventual existência de irregularidades na utilização dos recursos.
Os valores mencionados no relatório chegam a R$ 6,1 milhões, quantia que teria circulado entre o Instituto Conhecer Brasil, empresas terceirizadas e a Academia Nacional de Cultura.
As suspeitas apresentadas pela Polícia Federal ainda dependem do avanço das investigações e da análise dos documentos e movimentações financeiras. A existência de indícios investigativos não representa, por si só, comprovação de crime ou de responsabilidade dos envolvidos, cabendo às autoridades competentes aprofundar a apuração.
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