Polícia
Morre Catrina, primeira cadela policial do Piauí
K9 atuou por seis anos no Núcleo de Operações com Cães e participou de mais de 2,6 mil ações contra o tráfico de drogas

A Secretaria da Segurança Pública do Piauí (SSP-PI) comunicou a morte de Catrina, a primeira cadela policial a atuar na Polícia Civil do estado, ocorrida na quarta-feira (30). A K9 integrou durante seis anos o Núcleo de Operações com Cães (NOC).
Durante sua trajetória na segurança pública, Catrina participou de 2.671 ações de busca e apreensão entre 2022 e 2026, auxiliando equipes policiais em operações de combate ao tráfico de drogas e ao crime organizado.
Segundo a SSP-PI, a atuação da cadela contribuiu para operações que resultaram na apreensão de aproximadamente 4,5 toneladas de drogas e 226 armas de fogo.
Catrina participou de centenas de operações
Os registros da SSP-PI mostram que Catrina esteve presente em 217 ações em 2022, 380 em 2023, 562 em 2024, 893 em 2025 e 619 em 2026.
A K9 era utilizada principalmente na localização de entorpecentes em imóveis e veículos, além de auxiliar equipes durante o cumprimento de mandados judiciais e outras operações policiais.
A participação de cães farejadores é utilizada pelas forças de segurança para ampliar a capacidade de localização de drogas e outros materiais durante buscas realizadas pelas equipes.
Legado na segurança pública
Ao lamentar a morte de Catrina, a SSP-PI destacou a trajetória da cadela em operações e missões de segurança pública realizadas ao longo dos anos em que integrou o NOC.
A secretaria ressaltou ainda que os resultados das ações das quais Catrina participou permanecem registrados nos trabalhos das forças de segurança e na memória dos policiais que atuaram ao lado dela.
A K9 Catrina deixa uma trajetória marcada pela atuação no combate ao tráfico de drogas no Piauí, após seis anos de serviço junto à Polícia Civil e ao Núcleo de Operações com Cães.











