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Polícia

Policial Militar é expulso da própria casa pelo CV em Salvador

O caso ocorreu em Cosme de Farias devido ao PM defender o sobrinho.

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CV

Membros da facção do Comando Vermelho em Cosme de Farias, Salvador, tomaram a decisão de expulsar um policial militar aposentado de sua residência no bairro. O motivo foi a defesa de um parente que estava sendo ameaçado pelos traficantes locais. Segundo relatos preliminares, o familiar em questão era um sobrinho que havia prestado serviços para um dos membros do Comando Vermelho.

A Polícia Militar da Bahia (PM-BA) foi questionada sobre o caso e confirmou que foi acionada através da 58ª Companhia Independente (CIPM) no último sábado (22).

“PMs foram acionados para averiguar a denúncia de que a residência de um militar reformado, situada na Rua Araçatuba, em Cosme de Farias, teria sido invadida por um grupo de pessoas”, informa a polícia, ressaltando que enviou viaturas ao local.

Apesar da presença da Polícia Militar no local, nenhum suspeito foi encontrado. De acordo com a corporação, buscas foram realizadas no bairro com base nas informações fornecidas pelo policial, porém nenhum suspeito foi identificado.

O patrulhamento na região foi intensificado como medida de segurança. A Polícia Civil da Bahia foi contatada para verificar se o policial registrou a ocorrência em uma delegacia, porém não foi encontrado nenhum boletim relacionado ao caso.

Informações obtidas, indicam que ele não se encontra mais na Rua Araçatuba após as invasões e ameaças dos traficantes do CV.

Redação Saiba+

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Polícia

Perícia descarta abuso sexual em morte de bebê no Ceará

Laudo da Perícia Forense aponta homicídio culposo como causa da morte de Maria Helena, de 10 meses, e investigação segue para esclarecer as circunstâncias do caso.

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A conclusão dos laudos da Perícia Forense do Estado do Ceará (Pefoce) trouxe um novo desdobramento para o caso da morte da bebê Maria Helena, de apenas 10 meses, que comoveu o país nos últimos dias. O resultado da perícia, divulgado nesta sexta-feira (17), descartou a ocorrência de violência sexual contra a criança e apontou que o caso é investigado como homicídio culposo, quando não há intenção de matar.

A bebê morreu na última segunda-feira (13), após ser levada a um hospital particular em Fortaleza. Inicialmente, a mãe, identificada como Ysabelle Rodrigues, informou que buscou atendimento médico ao acreditar que a filha estivesse engasgada. Durante o atendimento, a equipe médica identificou lesões que levantaram suspeitas de abuso sexual e comunicou imediatamente às autoridades policiais.

O documento elaborado pelo hospital registrava que a criança foi atendida por quatro médicos de emergência pediátrica e dois cardiologistas. Após o óbito, foram constatadas lesões anais, levando os profissionais a indicarem, inicialmente, suspeita de asfixia associada a possível abuso sexual.

No entanto, os exames técnicos realizados pela Pefoce descartaram a hipótese de violência sexual, alterando o rumo das investigações. Com base nos laudos periciais e nas diligências conduzidas pela Delegacia de Combate à Exploração da Criança e do Adolescente (Dececa), a polícia passou a tratar o caso como homicídio culposo.

Dois homens foram detidos durante as investigações: Francisco Ray Rodrigues Magalhães, que mantinha um relacionamento com a mãe da criança, e Roberto Levy Oliveira Magalhães. Conforme as apurações iniciais, ambos estavam no apartamento onde a bebê se encontrava antes de ser levada ao hospital.

Segundo o relato investigado pela polícia, a mãe teria perdido a consciência após um desentendimento com Roberto Levy. Ao recobrar os sentidos, encontrou o suspeito sobre o corpo da criança e percebeu que Maria Helena apresentava sinais de mal-estar, levando-a imediatamente para atendimento médico.

As investigações continuam em andamento para esclarecer completamente as circunstâncias que levaram à morte da bebê, enquanto a Polícia Civil analisa os elementos reunidos durante o inquérito para definir as responsabilidades dos envolvidos.

Redação Saiba+

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Polícia

Piloto tem prisão decretada após transporte de 340 kg de cocaína

Suspeito foi localizado em Goiás depois de pouso forçado, incêndio de aeronave e operação conjunta das forças de segurança.

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A Justiça de Goiás decretou a prisão preventiva de Henrique Donizeti Ferri, de 32 anos, suspeito de transportar mais de 340 quilos de cocaína em uma aeronave monomotor. A decisão foi tomada após a prisão do piloto, localizado pelas forças de segurança depois de uma operação realizada na zona rural de Itarumã, no sudoeste goiano.

De acordo com as investigações, o suspeito realizou um pouso forçado em uma área rural durante a madrugada desta quinta-feira. Após a aterrissagem, ele teria determinado que trabalhadores de uma fazenda descarregassem a carga de entorpecentes transportada na aeronave.

Ainda segundo as apurações, ao perceber a aproximação das equipes policiais, o piloto teria incendiado o avião e fugido em direção a uma área de mata, numa tentativa de dificultar a ação das autoridades e eliminar possíveis vestígios relacionados ao transporte da droga.

As forças de segurança montaram um cerco na região e intensificaram as buscas. Durante a operação, policiais encontraram o pai, a esposa e um amigo do suspeito nas proximidades, dentro de um veículo. A partir das diligências realizadas, Henrique Donizeti Ferri acabou sendo localizado e preso pela Polícia Militar.

Segundo o Ministério Público de Goiás, o piloto foi flagrado utilizando uma aeronave monomotor para transportar a carga de cocaína. A apreensão de mais de 340 quilos da droga representa um dos principais desdobramentos da operação, que segue sob investigação para identificar outros possíveis envolvidos no esquema de tráfico.

Com a decretação da prisão preventiva, o suspeito permanecerá à disposição da Justiça enquanto prosseguem as investigações. As autoridades também trabalham para esclarecer a origem e o destino da droga, além de identificar a participação de outras pessoas na logística do transporte do entorpecente.

Redação Saiba+

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Polícia

Miliciano procurado por homicídio de vereador é preso no Rio

Conhecido como “Waguinho Batman”, suspeito foi capturado em Itaguaí após operação integrada entre as polícias do Rio de Janeiro e do Espírito Santo.

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A Polícia Civil do Rio de Janeiro (PCRJ) divulgou imagens da operação que resultou na prisão de Gilbert Wagner Antunes Lopes, de 47 anos, conhecido pelo apelido de “Waguinho Batman”. O suspeito, apontado como integrante de organização criminosa e investigado pela morte de um vereador, foi localizado em Itaguaí, na Região Metropolitana do Rio de Janeiro.

De acordo com as investigações, o homem era considerado um dos criminosos mais procurados do Espírito Santo e estava sendo monitorado havia cerca de dois meses por equipes das forças de segurança dos estados do Rio de Janeiro e do Espírito Santo. A ação conjunta permitiu identificar o paradeiro do suspeito e cumprir a ordem de captura.

No momento da abordagem, Gilbert Wagner Antunes Lopes portava documentos falsos, circunstância que também será apurada pelas autoridades durante o andamento das investigações. A utilização de identidade falsa, segundo a polícia, fazia parte da estratégia para dificultar sua localização e evitar o cumprimento das medidas judiciais.

A prisão representa mais um avanço no combate às organizações criminosas que atuam na região Sudeste. As forças de segurança destacaram a importância da cooperação entre os estados para localizar foragidos de alta periculosidade e reforçaram que as investigações continuam para identificar possíveis integrantes da mesma organização.

As imagens divulgadas pela Polícia Civil registram o momento da captura do suspeito, que agora permanecerá à disposição da Justiça para responder pelos crimes atribuídos a ele. O caso segue sob investigação, e novas diligências poderão ser realizadas para aprofundar as apurações relacionadas à atuação do grupo criminoso.

Redação Saiba+

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