Polícia
Coronel Coutinho deixa o cargo de comandante-geral da Polícia Militar da Bahia

O coronel Paulo Coutinho encerra seu mandato como comandante-geral da Polícia Militar da Bahia, conforme anunciado nesta segunda-feira, 24. Sua saída já era esperada. As especulações em torno da troca de comando da PM surgiram desde o ano passado.

Em meio às transformações, o coronel Magalhães é designado como o novo comandante-geral da Polícia Militar da Bahia (PM-BA), sucedendo o coronel Paulo Coutinho. Em seu discurso inaugural, Magalhães expressou gratidão ao governador pela confiança depositada e fez questão de enaltecer a dedicação do seu antecessor.
“Mais que tudo, agradeço ao comandante Paulo Coutinho pelo que fez, pelo legado que deixa e pela responsabilidade de dar continuidade a esse legado”, afirmou.

Coronel Magalhães
O coronel Paulo Coutinho foi indicado para assumir o cargo de chefe de gabinete da vice-governadoria, em substituição a Cyro Freitas, como parte das mudanças nos comandos. Além disso, o coronel Pacheco será o novo assistente especial militar, e o tenente-coronel Sérgio Dias assumirá a função de assistente militar.
O comando do Corpo de Bombeiros ficará a cargo do coronel Aloísio, enquanto a Polícia Civil terá André Viana como delegado-geral. Por fim, o coronel Lopes ocupará o cargo de subcomandante-geral da PM-BA.
Carreira de Coutinho
Natural do Recife (PE), Paulo José Reis de Azevedo Coutinho, conhecido como Coronel Coutinho, é um Aspirante a Oficial PM da Turma de 1988. Possui Bacharelado em Direito pela Universidade Católica do Salvador e Pós-graduação em Gestão Governamental pela Universidade do Estado da Bahia. Nomeado pelo governador Rui Costa (PT) em 12 de janeiro de 2021, assumiu o comando da Polícia Militar, substituindo o coronel Anselmo Brandão, que ocupou o cargo por seis anos.
Na área de segurança, além da Polícia Militar, os cargos de chefia do Corpo de Bombeiros, atualmente ocupado pelo coronel Adson Marchesini, e do Departamento de Polícia Técnica (DPT), sob a liderança da perita criminal Ana Cecília Cardoso Bandeira, estão sujeitos a possíveis mudanças.
Polícia
Moraes manda investigar Flávio Bolsonaro
STF abre inquérito para apurar possível injúria contra Lula em publicação nas redes sociais

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, determinou a instauração de um inquérito para investigar o senador Flávio Bolsonaro (PL). A decisão tem como objetivo apurar se o parlamentar cometeu crime de injúria contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva em uma postagem publicada nas redes sociais.
A medida foi adotada após análise preliminar do conteúdo divulgado, considerado potencialmente ofensivo à honra do chefe do Executivo. O inquérito buscará esclarecer o teor da publicação, o contexto em que foi feita e se houve intenção de atingir a dignidade do presidente, conforme prevê a legislação penal brasileira.
De acordo com especialistas em direito, o crime de injúria ocorre quando há ofensa direta à honra subjetiva de uma pessoa, podendo resultar em sanções legais caso seja comprovado. No caso envolvendo um agente público e um presidente da República, o episódio ganha ainda mais relevância institucional e jurídica.
Nos bastidores políticos, a decisão do STF repercute de forma significativa, intensificando o debate sobre os limites da liberdade de expressão de parlamentares nas redes sociais. A investigação também levanta discussões sobre responsabilidade digital e o uso de plataformas como ferramenta de posicionamento político.
O senador ainda poderá apresentar sua defesa ao longo do processo, enquanto o inquérito seguirá os trâmites legais sob supervisão do Supremo Tribunal Federal. O caso deve permanecer em evidência no cenário político nacional nos próximos dias.
Polícia
Anvisa proíbe versões irregulares do Mounjaro
Lotes suspeitos de falsificação são apreendidos e acendem alerta sobre riscos à saúde

A Anvisa proibiu, nesta quinta-feira (2), a comercialização e o uso de versões consideradas irregulares do medicamento Mounjaro, utilizado no tratamento do diabetes tipo 2 e que ganhou popularidade recente por seu uso associado ao emagrecimento.
A medida inclui a apreensão de lotes suspeitos, entre eles o D856831 do Mounjaro e os lotes D880730 e D840678 do Mounjaro Kwikpen, produtos que, segundo as autoridades, não possuem procedência confirmada. A ação visa proteger a população diante do risco de consumo de medicamentos potencialmente falsificados.
De acordo com a farmacêutica Eli Lilly, responsável pela fabricação do produto original, foram identificados fortes indícios de falsificação nas unidades apreendidas. A empresa reforçou que apenas medicamentos adquiridos por canais oficiais garantem segurança e eficácia no tratamento.
A Anvisa alerta que o uso de versões irregulares pode trazer graves consequências à saúde, uma vez que não há garantia sobre a composição, dosagem ou condições de armazenamento desses produtos. O órgão orienta pacientes a verificarem sempre a origem dos medicamentos e a buscarem orientação médica antes de iniciar qualquer tratamento.
O caso reforça a preocupação crescente com a circulação de medicamentos falsificados no país, especialmente aqueles de alta demanda. A fiscalização será intensificada para coibir a venda ilegal e proteger os consumidores, segundo informou a agência reguladora.
Polícia
Prefeitura de Feira investe R$ 9 milhões em segurança escolar
Contrato prevê modernização do controle de acesso nas unidades da rede pública municipa

A Prefeitura de Feira de Santana, por meio do Fundo Municipal de Educação (FME), firmou contrato para a modernização do sistema de controle de acesso nas escolas da rede pública municipal. O investimento total é de R$ 9 milhões, com foco no reforço da segurança e na gestão de entrada e saída de alunos, servidores e visitantes.
A empresa responsável pela execução do serviço é a TC Monitoramento de Segurança Ltda, sediada no próprio município. O contrato foi formalizado após processo licitatório, com a proposta vencedora sendo selecionada conforme os critérios estabelecidos no edital.
De acordo com as informações disponíveis, a empresa possui um capital social de R$ 4 milhões, valor inferior ao montante total do contrato firmado com o poder público. O dado chama atenção no contexto administrativo, já que contratos desse porte costumam exigir capacidade técnica e financeira compatível com a execução dos serviços.
O projeto prevê a implantação de tecnologias modernas para o controle de acesso, incluindo sistemas eletrônicos de identificação e monitoramento, com o objetivo de aumentar a segurança nas escolas e otimizar a gestão do fluxo de pessoas nas unidades educacionais.
A iniciativa ocorre em meio a uma crescente demanda por medidas de proteção no ambiente escolar, impulsionada por episódios recentes em diferentes regiões do país. A expectativa da gestão municipal é de que a modernização contribua para um ambiente mais seguro e organizado para alunos, professores e funcionários.
Especialistas em gestão pública destacam que investimentos em segurança escolar são essenciais, mas ressaltam a importância da transparência e da fiscalização rigorosa dos contratos, garantindo que os recursos públicos sejam aplicados de forma eficiente e dentro dos parâmetros legais.
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