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Brasil

Lula tem aposentadoria especial como anistiado; Dilma recebeu parcela única

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Os ex-presidentes Dilma Rousseff e Luiz Inácio Lula da Silva, ambos do Partido dos Trabalhadores .

Uma imagem antiga de Lula vestindo camiseta com a palavra “anistia” voltou a circular no TikTok e Instagram. A foto, de 1979, mostra o então sindicalista em campanha pelo perdão a presos políticos da ditadura.

Vídeos usam a imagem para afirmar que Lula e Dilma Rousseff recebem mais de R$ 10 mil mensais como anistiados e associam Dilma a ações armadas durante o regime militar.

Foto de 1979 mostra Lula como sindicalista distribuindo panfletos em prol do perdão aos presos políticos e exilados da ditadura militar.

🔍 O que é verdade:

  • Lula recebe aposentadoria como anistiado político desde 1993. Valor em 2024: R$ 12,5 mil.
  • Dilma recebeu indenização por danos morais após decisão judicial em 2023, mas não recebe pensão mensal.
  • Não há provas de que Dilma participou de ações armadas. Ela foi presa e torturada pela ditadura, e negou envolvimento em atividades violentas.

⚠️ A imagem e os dados têm sido usados fora de contexto em meio à campanha pela anistia aos condenados dos atos golpistas de 8 de janeiro de 2023.

Redação Saiba+

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Brasil

Empresários defendem agenda para elevar competitividade do Brasil

Documento elaborado pelo Movimento Brasil Competitivo propõe sete prioridades para impulsionar investimentos, reduzir custos e fortalecer a economia nacional nos próximos anos.

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O Movimento Brasil Competitivo (MBC) apresentou uma nova agenda econômica com propostas voltadas ao fortalecimento da competitividade do país e à criação de um ambiente mais favorável para investimentos. Intitulado “Compromisso para um Brasil Competitivo”, o documento reúne diretrizes elaboradas por empresas e entidades empresariais com o objetivo de contribuir para o desenvolvimento econômico nos próximos quatro anos.

Entre as principais metas estabelecidas pelo grupo está o aumento da taxa de investimentos de 17% para 20% do Produto Interno Bruto (PIB), além da redução dos custos para produzir e fazer negócios no país. Outro objetivo considerado estratégico é elevar o Brasil da 65ª para a 30ª posição no ranking de competitividade do International Institute for Management Development (IMD), após o país registrar queda na classificação mais recente.

O documento também apresenta sete prioridades consideradas essenciais para ampliar a eficiência da economia brasileira. A primeira delas é a busca pelo equilíbrio fiscal de longo prazo, acompanhada do aperfeiçoamento do sistema tributário, com foco na sustentabilidade das contas públicas, na segurança jurídica e na melhoria do ambiente de negócios.

Segundo o movimento, o fortalecimento da responsabilidade fiscal é apontado como um fator importante para ampliar a confiança de investidores, estimular novos empreendimentos e favorecer o crescimento econômico sustentável. A proposta também destaca a necessidade de medidas capazes de simplificar regras tributárias e reduzir a burocracia enfrentada por empresas de diferentes setores.

Outro ponto abordado no documento refere-se ao avanço da dívida pública brasileira e aos desafios relacionados ao equilíbrio das contas do governo. O debate sobre sustentabilidade fiscal vem sendo acompanhado pelo mercado financeiro e por especialistas, que avaliam seus impactos sobre o custo do crédito, os investimentos e o ambiente econômico.

A iniciativa do MBC busca reunir propostas de longo prazo que possam servir como referência para discussões sobre políticas públicas voltadas ao aumento da produtividade, da competitividade e da geração de empregos, independentemente do cenário político. O documento reforça a importância de reformas estruturais e de um ambiente econômico estável para ampliar o potencial de crescimento do Brasil nos próximos anos.

Redação Saiba+

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Brasil

Stanley Black & Decker fecha fábrica histórica e demite 300 funcionários

Unidade industrial fundada em 1843, nos Estados Unidos, encerra operações após mais de 180 anos de atividade em meio a mudanças no comportamento do mercado consumidor.

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A Stanley Black & Decker, uma das maiores fabricantes de ferramentas do mundo, encerrou oficialmente as atividades de sua fábrica histórica localizada em New Britain, no estado de Connecticut, Estados Unidos. A unidade, considerada um marco da indústria norte-americana por operar desde 1843, teve suas operações finalizadas, resultando na demissão de aproximadamente 300 funcionários.

O fechamento da planta representa o fim de uma trajetória de mais de 180 anos de produção, período em que a fábrica se consolidou como um dos símbolos da expansão industrial da empresa e da cidade onde foi fundada.

De acordo com informações divulgadas pela imprensa internacional, a decisão foi motivada por mudanças no comportamento dos consumidores, que vêm transformando a dinâmica do mercado de ferramentas e exigindo uma reestruturação das operações da companhia.

Nos últimos anos, a Stanley Black & Decker tem implementado uma série de medidas para otimizar custos, aumentar a eficiência da produção e adaptar sua estratégia às novas demandas globais. O encerramento da unidade faz parte desse processo de reorganização industrial.

Além do impacto econômico, o fechamento também possui forte significado histórico. A fábrica de New Britain acompanhou diversas fases da evolução da indústria norte-americana, tornando-se referência na fabricação de ferramentas e equipamentos utilizados por profissionais e consumidores em diferentes países.

A desativação da planta reforça o cenário de transformação vivido pelo setor industrial, que enfrenta desafios relacionados à modernização tecnológica, às mudanças nos hábitos de consumo e à necessidade de maior competitividade em um mercado cada vez mais globalizado.

Mesmo com o encerramento da unidade histórica, a Stanley Black & Decker mantém operações em outras regiões e segue investindo em inovação, desenvolvimento de produtos e estratégias voltadas para atender às novas exigências do mercado internacional.

Redação Saiba+

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Governo aciona PF após invasão ao Defesa Civil Alerta

Sistema de envio de notificações emergenciais foi retirado do ar após disparo de mensagem falsa para celulares em diversas regiões do país

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O Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR) anunciou neste sábado que irá acionar a Polícia Federal para investigar a invasão à plataforma Defesa Civil Alerta, sistema responsável pelo envio de notificações emergenciais à população brasileira.

A medida foi tomada após um acesso indevido à plataforma provocar o disparo de uma mensagem falsa para celulares em diversas regiões do país durante a madrugada. Como forma de contenção e prevenção, o sistema foi retirado do ar temporariamente para que fossem realizados procedimentos de segurança e análise da ocorrência.

De acordo com o ministério, a prioridade é identificar a origem da invasão, apurar as circunstâncias do incidente e reforçar a segurança da plataforma, evitando novos episódios que possam comprometer a credibilidade do serviço. O caso será investigado pela Polícia Federal, que deverá conduzir as diligências para identificar os responsáveis pelo acesso não autorizado.

O Defesa Civil Alerta é utilizado para transmitir comunicados oficiais em situações de risco, como desastres naturais, enchentes, tempestades, incêndios e outras emergências que exigem resposta rápida da população. Por isso, o envio de uma mensagem falsa gerou preocupação entre usuários e autoridades responsáveis pelo sistema.

Além da investigação, equipes técnicas trabalham para restabelecer o funcionamento da plataforma com segurança, após a adoção de medidas de proteção e verificação da integridade dos sistemas. O governo federal também avalia a implementação de novos protocolos para fortalecer a proteção digital da ferramenta e minimizar riscos de novos ataques cibernéticos.

O episódio reforça a importância da segurança cibernética em plataformas governamentais, especialmente naquelas utilizadas para alertar a população em situações de emergência. Enquanto a investigação avança, o ministério orienta que a população acompanhe apenas informações divulgadas pelos canais oficiais.

Redação Saiba+

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