Saúde
Devo tirar os sapatos antes de entrar em casa? Saiba mais

Um hábito simples, mas muitas vezes negligenciado, pode representar uma verdadeira barreira contra doenças dentro de casa: tirar os sapatos antes de entrar. A prática, comum em muitas culturas, está ganhando força entre especialistas em saúde pública por um motivo alarmante — o que os calçados trazem da rua vai muito além da sujeira visível.
Segundo estudo da Universidade do Arizona, nos Estados Unidos, 96% dos sapatos testados apresentavam bactérias coliformes, muitas vezes encontradas em fezes. Mais de um quarto deles continham E. coli, bactéria que pode causar infecções graves, como diarreia com sangue e, em casos extremos, falência renal.
Esses germes não param por aí. Sapatos também transportam Clostridium difficile, causador de diarreias intensas, e Staphylococcus aureus, incluindo cepas resistentes a antibióticos (as chamadas superbactérias), que podem desencadear infecções graves na pele, pulmões e até na corrente sanguínea.
Risco invisível: químicos tóxicos e metais pesados
Além dos microrganismos, os sapatos funcionam como verdadeiros vetores de substâncias tóxicas. Caminhar em calçadas, gramados ou ruas urbanas significa contato direto com pesticidas, herbicidas e metais pesados como o chumbo, altamente prejudiciais principalmente para crianças pequenas e animais domésticos.
Estudos apontam que os sapatos podem carregar compostos cancerígenos usados em selantes de asfalto. Dentro de casa, esses resíduos se acumulam no pó doméstico e podem atingir níveis até 37 vezes maiores do que do lado de fora.
Crianças e pets, que passam mais tempo próximos ao chão, são os mais vulneráveis. Engatinhar, brincar e até lamber as patas são comportamentos que aumentam a exposição a esses perigos invisíveis.
Mais do que limpeza: um ato de cuidado com quem você ama
Evitar a entrada com sapatos da rua em casa reduz significativamente a presença de germes e substâncias tóxicas no ambiente. A prática pode ser facilmente adotada com pequenas mudanças no dia a dia, como deixar um espaço para calçados próximo à porta ou oferecer chinelos limpos aos visitantes.
Pode parecer exagero à primeira vista, mas a ciência mostra que essa atitude pode ser uma das formas mais simples e eficazes de proteger a saúde da sua família, especialmente das crianças.
Se sua mãe já dizia para tirar os sapatos antes de entrar, talvez ela estivesse apenas alguns passos à frente da ciência.
Saúde
Lula sanciona lei que libera farmácias em supermercados
Nova legislação amplia acesso a medicamentos e autoriza funcionamento em áreas de grande circulação

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sancionou a Lei nº 15.357, que autoriza a instalação de farmácias e drogarias em áreas de venda de supermercados em todo o país. A medida, aprovada pelo Congresso Nacional, foi publicada no Diário Oficial da União (DOU) nesta segunda-feira (23).
A nova legislação promove alterações na Lei nº 5.991, que regula o controle sanitário do comércio de medicamentos, e tem como principal objetivo ampliar o acesso da população a remédios, facilitando a aquisição em locais de grande circulação.
Com a mudança, supermercados passam a poder disponibilizar espaços específicos para farmácias, desde que atendam às exigências sanitárias e à regulamentação vigente. A iniciativa busca aumentar a conveniência para os consumidores, além de contribuir para a descentralização dos pontos de venda de medicamentos.
Especialistas apontam que a medida pode gerar impactos positivos, como maior competitividade no setor farmacêutico e redução de preços, embora também levante debates sobre fiscalização e qualidade do atendimento. A regulamentação deverá definir critérios rigorosos para garantir a segurança no armazenamento e na comercialização dos produtos.
A sanção presidencial reforça uma estratégia de ampliação do acesso à saúde básica, permitindo que a população encontre medicamentos com mais facilidade no dia a dia, especialmente em regiões com menor cobertura de farmácias tradicionais.
Saúde
Drogasil distribui protetor solar gratuito no Carnaval de Salvador
Ação reforça cuidados com a saúde dos foliões durante a festa deste sábado (14)

Quem for aproveitar o Carnaval de Salvador neste sábado (14) contará com um reforço especial para enfrentar o sol forte típico da capital baiana. A Drogasil anunciou que irá distribuir protetor solar gratuitamente ao longo da folia, em uma iniciativa voltada à proteção da saúde dos foliões.
A ação busca conscientizar o público sobre a importância da fotoproteção durante longos períodos de exposição ao sol, especialmente em dias de festa, quando o calor e a intensidade dos raios UV costumam ser mais elevados. Equipes da rede estarão posicionadas em pontos estratégicos para facilitar o acesso ao produto.
Segundo a empresa, a distribuição faz parte de um conjunto de iniciativas voltadas ao bem-estar dos participantes do Carnaval, reforçando a necessidade de cuidados simples, mas essenciais, como hidratação, uso de protetor solar e pausas à sombra.
A expectativa é de que milhares de foliões sejam beneficiados ao longo do dia, contribuindo para uma festa mais segura e saudável.
Saúde
Índia isola mais de 100 pessoas após novo surto do vírus Nipah
Patógeno de alta letalidade leva autoridades a colocar 110 indivíduos em quarentena para conter avanço da infecção

Um novo surto do vírus Nipah levou autoridades sanitárias da Índia a isolar mais de uma centena de pessoas, após a confirmação de casos que reacenderam o alerta internacional. Ao todo, cerca de 110 indivíduos foram colocados em quarentena, medida considerada essencial para impedir a disseminação do patógeno.
Classificado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) como um vírus prioritário devido ao seu alto potencial epidêmico e à elevada taxa de mortalidade, o Nipah é transmitido principalmente por contato com animais infectados — especialmente morcegos frugívoros — ou entre humanos em situações de proximidade.
As autoridades indianas reforçaram protocolos de vigilância, rastreamento de contatos e monitoramento clínico dos isolados. A ação rápida busca evitar que o surto se expanda, já que o vírus pode causar sintomas graves, incluindo inflamação cerebral e insuficiência respiratória.
Especialistas destacam que surtos de Nipah, embora relativamente raros, exigem respostas imediatas e coordenadas, dada a ausência de tratamento específico e o risco de transmissão em comunidades densamente povoadas. O caso atual reacende discussões sobre vigilância epidemiológica e preparação global para doenças emergentes.
A expectativa é de que novas atualizações sejam divulgadas conforme o monitoramento avança e os resultados dos exames laboratoriais sejam concluídos.
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