Brasil
Lucro bilionário da Globo cresce com Lula no poder

Após prejuízo em 2021, emissora vira o jogo e lucra mais nos primeiros anos do atual governo do que em todo o mandato anterior
A relação entre a Rede Globo e os governos do Partido dos Trabalhadores (PT) tem chamado atenção mais uma vez. Depois de registrar prejuízo de R$ 170 milhões em 2021, a emissora da família Marinho voltou a crescer — e com força — desde a eleição de Luiz Inácio Lula da Silva.
Os números impressionam. Em 2022, ano da eleição, a Globo teve um lucro de R$ 1,2 bilhão. Em 2023, enfrentou um leve recuo, fechando o balanço com R$ 840 milhões positivos. Mas em 2024, o lucro disparou para R$ 2 bilhões, consolidando uma virada financeira marcante.
Nos dois primeiros anos do governo Lula, a Globo acumulou quase R$ 3 bilhões em lucros — valor superior ao registrado nos quatro anos da gestão Bolsonaro.
Do prejuízo à bonança
Até pouco tempo atrás, a situação era diferente. Após a queda de Dilma Rousseff em 2016, o desempenho financeiro da emissora começou a enfraquecer. O lucro de R$ 3 bilhões em 2015 virou uma sequência de quedas, culminando no resultado negativo de 2021. Especialistas do setor apontaram na época a queda na publicidade estatal e a crise do modelo de TV aberta como causas principais.
Com Lula novamente no poder, os ventos mudaram. O aumento de verbas publicitárias federais e a reaproximação com o governo reacenderam a vitalidade do conglomerado, que também apostou em reestruturação digital e novos contratos de streaming e publicidade.
Globo e PT: sintonia de resultados?
Embora a emissora mantenha um discurso de independência editorial, os dados financeiros reforçam a percepção de que há uma afinidade de interesses. Em apenas dois anos, os lucros acumulados com Lula superaram todo o saldo positivo obtido com Bolsonaro. E o mandato do petista ainda está na metade.
Coincidência ou não, a Rede Globo vive um novo ciclo de prosperidade justamente durante um governo que historicamente manteve laços controversos com a emissora, especialmente nas áreas de cultura, publicidade institucional e política econômica.
Brasil
Wagner Moura processa Silas Malafaia por calúnia
Ator pede indenização de R$ 100 mil após declarações durante período de premiações internacionais

O ator baiano Wagner Moura ingressou com uma ação judicial contra o pastor Silas Malafaia, alegando ter sido vítima de calúnia e difamação. O processo foi protocolado na Justiça do Rio de Janeiro e está relacionado a publicações feitas pelo religioso nas redes sociais durante o período de destaque internacional do artista.
De acordo com informações divulgadas, a ação pede uma indenização no valor de R$ 100 mil, com base em mensagens que teriam atingido a honra e a reputação do ator. As declarações teriam ocorrido no momento em que Wagner Moura ganhava projeção internacional por sua atuação no filme O Agente Secreto, durante a temporada de premiações.
O caso tramita na 5ª Vara Cível da Barra da Tijuca, em regime de segredo de Justiça. A defesa do ator sustenta que as publicações ultrapassaram os limites da liberdade de expressão, configurando ataques pessoais com potencial dano à imagem pública do artista.
Reconhecido nacional e internacionalmente, Wagner Moura acumula uma carreira marcada por atuações de destaque no cinema e na televisão. Já Silas Malafaia é conhecido por sua forte presença nas redes sociais e posicionamentos públicos sobre temas políticos e sociais.
O episódio reacende o debate sobre os limites entre liberdade de expressão e responsabilidade nas redes sociais, especialmente quando envolve figuras públicas e declarações com grande alcance.
Brasil
Prisão de ex-presidente do BRB revela patrimônio milionário
Investigação da Polícia Federal identifica imóveis de alto padrão ligados ao ex-dirigente, com valores que ultrapassam R$ 140 milhões

A prisão do ex-presidente do Banco de Brasília (BRB), Paulo Henrique Costa, nesta quinta-feira (16), trouxe à tona detalhes que chamaram a atenção das autoridades: um patrimônio imobiliário de alto luxo, composto por imóveis em áreas valorizadas e negociações realizadas em circunstâncias consideradas suspeitas.
Durante as investigações, a Polícia Federal (PF) identificou ao menos seis imóveis vinculados ao esquema. Desses, quatro estão localizados em São Paulo e dois em Brasília, todos em regiões nobres e com características de alto padrão. No total, o valor estimado dos bens ultrapassa R$ 140 milhões, conforme levantamento divulgado pela imprensa.
Os investigadores destacaram que algumas transações teriam sido feitas de forma acelerada, o que levantou suspeitas sobre a origem dos recursos e a possível tentativa de ocultação patrimonial. A apuração segue em andamento, com o objetivo de esclarecer a natureza das negociações e identificar eventuais irregularidades.
O caso amplia a repercussão em torno da gestão do banco e reforça o trabalho de órgãos de controle no combate a práticas ilícitas envolvendo recursos públicos e privados. A descoberta do patrimônio milionário intensifica as investigações, que agora buscam rastrear o fluxo financeiro por trás das aquisições.
A operação também evidencia o uso de imóveis de luxo como instrumento em esquemas investigados, prática que costuma ser monitorada por autoridades em casos de suspeita de lavagem de dinheiro e enriquecimento ilícito.
Brasil
Moraes manda PF devolver equipamentos a jornalista investigado
Decisão do STF envolve apuração sobre suposta perseguição contra o ministro Flávio Dino

O ministro do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes, determinou que a Polícia Federal devolva os equipamentos apreendidos do jornalista Luís Pablo Conceição Almeida, no âmbito de uma investigação em andamento.
O profissional é alvo de apuração por suposto crime de perseguição contra o ministro Flávio Dino, integrante da Corte. A decisão de Moraes não encerra o caso, mas estabelece que os itens recolhidos durante as diligências sejam restituídos ao jornalista, mantendo o curso normal das investigações.
A medida foi interpretada por especialistas como um gesto de equilíbrio entre a continuidade da apuração e a preservação de direitos individuais, especialmente no que diz respeito ao exercício da atividade jornalística e ao uso de ferramentas de trabalho.
Nos bastidores, a decisão reforça o entendimento do STF de que ações investigativas devem respeitar limites legais, mesmo em casos sensíveis envolvendo autoridades públicas. Ainda assim, o inquérito segue sob responsabilidade das autoridades competentes, com análise de provas e possíveis desdobramentos judiciais.
O caso chama atenção por envolver liberdade de imprensa, atuação institucional e segurança de autoridades, temas que frequentemente geram debate no cenário jurídico e político nacional.
A Polícia Federal ainda não detalhou o cronograma para a devolução dos equipamentos, mas deverá cumprir a determinação dentro dos prazos estabelecidos pelo Supremo.
Política7 dias atrásOtto Alencar reage a apoio de Angelo Coronel a Flávio Bolsonaro
Política7 dias atrásFlávio Dino vota contra lei de SC que proíbe cotas em universidades
Bahia6 dias atrásManutenção provoca suspensão de energia em bairros de Simões Filho
Política4 dias atrásBahia impõe regras rígidas para servidores em 2026
Política4 dias atrásGuimarães assume articulação política de Lula
Política4 dias atrásGoverno reduz jornada de terceirizados federais
Política5 dias atrásRui Costa prega união e comenta rompimento de Angelo Coronel
Política5 dias atrásMoraes interroga Eduardo Bolsonaro em ação sobre trama golpista








