Brasil
Neymar compra réplica do Batmóvel de R$ 8 milhões
Carro exclusivo foi feito por designer brasileiro, tem motor V8 e não pode circular em vias públicas
O atacante Neymar adicionou mais uma peça inusitada à sua já luxuosa coleção automotiva: uma réplica exclusiva do Batmóvel, avaliada em aproximadamente R$ 8,3 milhões. O modelo, que impressiona pelo visual cinematográfico, foi entregue ao jogador nesta sexta-feira (11), após um processo de produção artesanal que durou três anos.
A obra é assinada pelo designer brasileiro Adhemar Cabral, renomado por criar réplicas de carros de Fórmula 1, simuladores automotivos e mobiliários personalizados para celebridades e colecionadores. O “Batmóvel de Neymar” é inspirado no modelo Tumbler, utilizado nos filmes da franquia Batman dirigidos por Christopher Nolan.
Apesar do porte robusto e da força do motor V8 com potência entre 450 e 500 cavalos, o veículo não pode ser conduzido em vias públicas. Sem emplacamento e sem homologação, ele poderá ser utilizado apenas em propriedades privadas, funcionando mais como uma peça de coleção do que um meio de transporte.

O próprio Neymar exibiu o novo brinquedo em seus stories no Instagram, chamando atenção dos fãs com imagens do carro que parece ter saído diretamente das telas de cinema. A réplica apresenta detalhes estéticos fiéis ao original, incluindo rodas reforçadas, estrutura blindada e acabamento agressivo, característico do Batmóvel.

Nas redes sociais, Adhemar celebrou a entrega do projeto. “Acompanhe um pouco dos 3 anos enfrentando um dos maiores desafios da nossa jornada. Cada parafuso, cada solda… tudo feito com alma”, escreveu. O designer ainda expressou orgulho em ver o resultado final ganhar destino nas mãos do craque: “Desafio superado. Satisfação imensa. Seguimos construindo sonhos com paixão.”
Neymar, conhecido por sua paixão por super-heróis, já havia demonstrado admiração por Batman em outras ocasiões. Agora, com o Tumbler na garagem, o astro do futebol reafirma seu gosto por itens exclusivos e personalizados.
Brasil
Anvisa libera venda de medicamentos na Shopee
Comercialização na plataforma volta a ser permitida, mas produtos e vendedores deverão seguir regras sanitárias

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) voltou a permitir a comercialização e a divulgação de medicamentos na Shopee, após revogar a medida que restringia esse tipo de operação na plataforma. A decisão foi publicada no Diário Oficial da União (DOU) nesta quinta-feira (6).
A autorização, no entanto, está condicionada ao cumprimento das regras estabelecidas pela Anvisa. A comercialização de medicamentos em plataformas de comércio eletrônico deverá seguir requisitos específicos para garantir a regularidade dos produtos e a segurança dos consumidores.
De acordo com as regras do órgão, os medicamentos anunciados e vendidos pela internet para entrega ao consumidor precisam estar regularizados e ser comercializados por farmácias ou drogarias que possuam licença sanitária.
A medida não significa, portanto, que qualquer produto anunciado como medicamento poderá ser vendido livremente na plataforma. A liberação está vinculada à regularização dos produtos e à atuação de estabelecimentos autorizados pela vigilância sanitária.
A decisão da Anvisa estabelece parâmetros para a venda de medicamentos no comércio eletrônico e busca garantir que as operações realizadas por meio de plataformas digitais estejam de acordo com as normas sanitárias vigentes.
Com a revogação, a Shopee volta a contar com a possibilidade de anúncios e comercialização de medicamentos, desde que vendedores, estabelecimentos e produtos atendam às exigências determinadas pelo órgão regulador.
A medida acompanha o crescimento do comércio eletrônico no setor de saúde e reforça a necessidade de atenção dos consumidores à procedência dos produtos e à regularidade dos estabelecimentos responsáveis pela venda.
Brasil
Mulher cai em poço de oito metros
Vítima de 45 anos foi resgatada após acidente durante a madrugada deste domingo em Mar de Espanha, na Zona da Mata

Uma mulher de 45 anos caiu em um buraco de aproximadamente oito metros de profundidade durante a madrugada deste domingo (9), em Mar de Espanha, na Zona da Mata. O acidente aconteceu por volta das 2h45, na Rua Antônio Azzi, no bairro Nossa Senhora das Mercês.
Segundo informações repassadas às equipes de resgate, a mulher havia saído de casa para utilizar o banheiro quando tropeçou e acabou caindo dentro do poço.
Apesar da queda, a vítima permaneceu consciente no momento do atendimento. Os socorristas identificaram suspeita de fraturas nos braços e nas pernas, devido à profundidade do buraco e à forma como ocorreu o acidente.
As equipes responsáveis pelo resgate realizaram o atendimento no local e adotaram os procedimentos necessários para retirar a mulher do poço com segurança.
O caso chamou atenção pela profundidade do buraco e pelo horário em que o acidente ocorreu. As circunstâncias que levaram à abertura do local e as condições de segurança da área deverão ser avaliadas pelas autoridades responsáveis.
Brasil
Dono da Voepass relata “cultura de omissão”
Em depoimento à Polícia Federal, José Luiz Felício Filho afirmou ter conhecimento de falhas no registro de problemas técnicos na companhia

O proprietário e presidente da Voepass, José Luiz Felício Filho, afirmou em depoimento à Polícia Federal que tinha conhecimento da existência de uma “cultura de omissão” no registro de falhas técnicas dentro da companhia aérea. A declaração faz parte das investigações sobre a queda de um avião da empresa que deixou 62 mortos em 2024.
Segundo o empresário, o padrão de comportamento estaria relacionado ao registro de ocorrências envolvendo problemas técnicos e à atuação de pilotos da companhia. A revelação foi feita durante o depoimento prestado às autoridades federais.
Felício Filho também declarou que diretores da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) teriam feito alertas diretamente a ele, ao longo dos anos, sobre o comportamento adotado por pilotos da empresa.
De acordo com o relato apresentado à Polícia Federal, os avisos teriam chamado a atenção para uma possível prática de não registrar adequadamente determinadas falhas técnicas. A informação passou a integrar o conjunto de elementos analisados pelas autoridades no curso da investigação.
O empresário foi indiciado no caso relacionado à queda da aeronave da Voepass, acidente que ocorreu em 2024 e provocou a morte de todas as 62 pessoas que estavam a bordo.
As declarações prestadas por Felício Filho deverão ser consideradas no contexto das investigações que buscam esclarecer as circunstâncias do acidente e possíveis responsabilidades relacionadas à segurança operacional da companhia.
O caso também coloca em evidência os procedimentos adotados pelas empresas aéreas para identificação, comunicação e registro de falhas técnicas, além do papel dos órgãos responsáveis pela fiscalização da aviação civil no Brasil.
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