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Polícia

Criminosos recorrem à harmonização para fugir da polícia

Procedimentos estéticos são usados em tentativas de dificultar identificação, mas investigação e tecnologia continuam localizando suspeitos

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Alguns criminosos no Rio de Janeiro têm recorrido a procedimentos de harmonização facial na tentativa de dificultar a própria identificação e escapar das autoridades. A estratégia busca alterar características físicas e reduzir a eficácia de mecanismos de reconhecimento utilizados durante investigações.

Segundo informações divulgadas pela imprensa, a prática passou a chamar atenção das autoridades justamente por envolver mudanças na aparência de pessoas que já são alvo de investigações ou possuem antecedentes criminais.

Procedimento discreto para tentar despistar autoridades

Se no passado criminosos eram frequentemente identificados por apelidos e características físicas marcantes, agora alguns suspeitos estariam tentando modificar a própria aparência como estratégia para dificultar o trabalho policial.

Os procedimentos seriam realizados de maneira discreta, com alterações no rosto que podem modificar características visuais utilizadas para identificação. A intenção seria dificultar o reconhecimento por parte de testemunhas e sistemas tecnológicos.

Apesar das tentativas, as mudanças na aparência não têm sido suficientes para impedir a localização e a prisão de suspeitos. Técnicas de investigação e diferentes métodos de identificação permitem que as autoridades cruzem informações e reúnam outros elementos para confirmar a identidade dos investigados.

O avanço das tecnologias de reconhecimento facial também passou a integrar as ferramentas utilizadas pelas forças de segurança, embora a identificação de suspeitos dependa de um conjunto de procedimentos investigativos.

A prática chama atenção para uma nova frente no enfrentamento ao crime organizado, na qual criminosos tentam utilizar recursos estéticos para dificultar o trabalho das autoridades.

Redação Saiba+

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Polícia

Ações policiais deixam um morto e feridos em Salvador

Ocorrências em Pernambués e Arenoso aconteceram neste sábado (8); idoso foi atingido por bala perdida ao sair para trabalhar

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Duas ações policiais registradas neste sábado (8) deixaram uma pessoa morta e outras duas feridas em Salvador. As ocorrências aconteceram nos bairros de Pernambués e Arenoso, em situações distintas envolvendo troca de tiros.

Em Pernambués, o idoso José Carlos de Jesus, de 66 anos, foi atingido por disparos durante uma ação policial. Segundo familiares, ele saía de casa para trabalhar quando acabou sendo atingido por uma bala perdida durante um confronto entre policiais militares e suspeitos.

O caso gerou preocupação entre moradores da região, especialmente diante do risco enfrentado por pessoas que circulavam pelas proximidades durante a ocorrência. O estado de saúde do idoso e as circunstâncias exatas em que ele foi atingido deverão ser apurados pelas autoridades.

Tiroteio deixa morto e ferida no Arenoso

No bairro do Arenoso, outro episódio de violência terminou com a morte de um pedreiro de 49 anos e uma mulher ferida. O tiroteio aconteceu na localidade conhecida como Beira Rio.

A ocorrência também será investigada para esclarecer a dinâmica dos disparos e identificar os envolvidos. A sequência de episódios registrados na capital baiana neste sábado voltou a chamar atenção para os riscos enfrentados pela população durante confrontos armados.

As autoridades deverão reunir informações sobre as duas ocorrências para esclarecer as circunstâncias dos disparos e determinar as responsabilidades pelos casos.

Redação Saiba+

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Polícia

Fundador de facção permanece preso na Bahia

DEIC obtém ordem judicial para manter investigado no Conjunto Penal de Lauro de Freitas

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O Departamento Especializado de Investigações Criminais (DEIC) da Polícia Civil da Bahia obteve uma decisão judicial que garantiu a permanência, no Conjunto Penal de Lauro de Freitas, de um homem apontado como fundador de uma facção criminosa.

A ordem judicial foi cumprida nesta sexta-feira (7), após atuação das equipes responsáveis pela investigação. Com a medida, o investigado permanece custodiado na unidade prisional, mesmo diante das movimentações relacionadas ao processo.

A atuação do DEIC faz parte das ações de investigação e combate a organizações criminosas com atuação no estado. A permanência do suspeito no sistema prisional busca garantir o cumprimento da determinação judicial e o andamento das medidas previstas no processo.

O homem é apontado pelas autoridades como fundador de uma facção criminosa, sendo investigado por sua suposta participação na estrutura e nas atividades do grupo.

A decisão judicial representa mais uma medida adotada pelas forças de segurança no enfrentamento às organizações criminosas na Bahia. As investigações continuam para esclarecer a atuação dos envolvidos e identificar possíveis conexões dentro da estrutura da facção.

Redação Saiba+

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Polícia

Adolescentes denunciam estupro coletivo em escola

Duas estudantes de 14 anos afirmam ter sido vítimas de violência sexual e agressões dentro de uma unidade municipal em Cabo de Santo Agostinho

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Duas adolescentes de 14 anos, estudantes de uma escola municipal de Cabo de Santo Agostinho, na Região Metropolitana do Recife, denunciaram ter sido vítimas de estupro coletivo dentro da unidade de ensino. Segundo o relato, os episódios ocorreram mais de uma vez e o caso mais recente teria acontecido na última segunda-feira (3).

As jovens afirmaram que colegas de sala estariam envolvidos nas agressões. De acordo com a advogada Luanny Porto, que representa as adolescentes, os episódios de violência sexual também teriam sido acompanhados por agressões físicas.

Ainda conforme o relato apresentado pela defesa, uma das situações teria ocorrido durante o intervalo. As adolescentes estariam na sala de aula quando, segundo a denúncia, foram impedidas de sair do local enquanto lanchavam.

O caso é investigado pelas autoridades, que deverão apurar as circunstâncias das denúncias e identificar os envolvidos. Por se tratar de adolescentes vítimas de violência sexual, informações que possam levar à identificação das meninas devem ser preservadas, conforme determina a legislação de proteção à infância e à adolescência.

A denúncia provocou repercussão no município e chama atenção para a necessidade de reforço das medidas de proteção e segurança no ambiente escolar, especialmente diante de relatos de violência envolvendo estudantes.

As investigações deverão esclarecer a dinâmica dos episódios, a participação dos suspeitos e as providências que serão adotadas pelas autoridades responsáveis pelo caso.

Redação Saiba+

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