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Novo “Superman” bate recorde no Brasil e lidera bilheteria. Veja outros filmes em cartaz
Filme arrecada R$ 11 milhões na estreia brasileira e reforça força do público nacional nas produções da DC Studios

O novo filme do Superman, dirigido por James Gunn e estrelado por David Corenswet, estreou com força total nos cinemas brasileiros. Lançado na última quinta-feira (10), o longa já acumula R$ 11 milhões em bilheteria apenas no Brasil, tornando-se a maior estreia de James Gunn no país até o momento.
Segundo dados da revista norte-americana Deadline, o Brasil foi o segundo maior mercado internacional do filme fora dos Estados Unidos, ficando atrás apenas do México, onde o longa arrecadou cerca de R$ 12 milhões. O desempenho sólido reforça o entusiasmo do público brasileiro com a nova fase do DC Studios, que marca o recomeço da franquia do super-herói sob o comando criativo de Gunn.
Nos Estados Unidos, a expectativa para o fim de semana de estreia é alta: analistas preveem uma arrecadação entre US$ 115 milhões e US$ 121 milhões, o equivalente a até R$ 672 milhões. Só no primeiro dia, a bilheteria doméstica já atingiu US$ 56,5 milhões (cerca de R$ 314 milhões).
Além do impacto financeiro, o longa é simbólico por vários motivos. Esta é a primeira aparição de David Corenswet como Superman, sucedendo Henry Cavill após mais de uma década no papel. O filme também marca o retorno triunfal de James Gunn à direção no universo dos super-heróis, agora com liberdade total à frente da reestruturação do universo cinematográfico da DC.
O diretor, que já havia enfrentado polêmicas ao ser temporariamente demitido da Marvel, agora colhe os frutos de sua aposta ousada ao reinventar o maior ícone da editora concorrente. A recepção do público e a bilheteria promissora indicam que o novo Superman pode ser o impulso que a DC precisava para retomar a disputa direta com o universo Marvel nas telonas.
Com o sucesso da estreia no Brasil, a expectativa é que a nova fase da DC Studios ganhe tração e fidelize uma nova geração de fãs — com o Superman liderando o caminho.
Resumo: principais estreias e filmes em cartaz nos cinemas
Além de “Superman”, confira os principais lançamentos e atrações em cartaz nesta semana:
- “Shadow Force — Sentença de Morte”: thriller de ação com Kerry Washington e Omar Sy fugindo de uma força secreta militar.
- “Emmanuelle”: nova versão do clássico erótico francês com Noémie Merlant e Will Sharpe.
- “Vermiglio — A Noiva da Montanha”: drama italiano ambientado na Segunda Guerra Mundial.
- “Yõg Ãtak: Meu Pai, Kaiowá”: documentário indígena sobre o desaparecimento de familiares na ditadura.
- “Ritas”: documentário sobre Rita Lee com imagens raras e depoimentos inéditos.
- “Homem com H”: cinebiografia de Ney Matogrosso com Jesuíta Barbosa.
- “Missão: Impossível – O Acerto Final”: nova aventura de Ethan Hunt (Tom Cruise) contra a ameaça da IA.
- “Jurassic World: Recomeço”: Scarlett Johansson lidera uma nova missão com dinossauros.
- “F1: O Filme”: Brad Pitt volta às pistas para ajudar um novato em busca da glória.
- “Elio”: animação da Disney sobre um garoto confundido como embaixador da Terra por alienígenas.
- “Girassol Vermelho”: obra brasileira inspirada no realismo fantástico de Murilo Rubião.
- “Entre Dois Mundos”: Juliette Binoche interpreta jornalista que se infiltra como faxineira para investigar desigualdade social.
- “Criaturas da Mente”: documentário brasileiro sobre sonhos, alucinógenos e consciência.
- “Manas”: premiado filme brasileiro sobre juventude e ciclos de violência no Marajó.
- “Dreams”: drama norueguês sobre amor adolescente proibido e descobertas íntimas.
- “Três Amigas”: comédia francesa sobre relacionamentos cruzados e traições entre amigas.
- “Lilo & Stitch” (live-action): nova versão do clássico da Disney.
- “M3GAN 2.0”: sequência do terror tecnológico com a boneca assassina.
- “Pecadores”: thriller sobrenatural estrelado por Michael B. Jordan como gêmeos enfrentando ameaças vampíricas.
- “Virgínia e Adelaide”: filme nacional sobre pioneirismo feminino na psicanálise brasileira.
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Wagner Moura conquista o Globo de Ouro e coloca o Brasil no topo do cinema mundial
Vitória histórica do ator brasileiro reforça a força do cinema nacional e projeta o país no cenário internacional das grandes premiações

O ator Wagner Moura entrou para a história do cinema mundial ao vencer o Globo de Ouro, consolidando o Brasil entre os protagonistas da indústria audiovisual internacional. A premiação reconhece sua atuação de alto impacto e marca um momento inédito para o cinema brasileiro, que volta a ocupar posição de destaque entre as maiores produções globais.
A conquista representa um reconhecimento internacional à excelência artística brasileira, evidenciando a capacidade do país de produzir obras competitivas, profundas e relevantes em nível global. Wagner Moura, já consagrado por trabalhos no Brasil e no exterior, alcança agora um dos mais altos patamares da carreira, elevando também o prestígio do audiovisual nacional.
Além do prêmio individual, o resultado reforça o fortalecimento do cinema brasileiro em grandes festivais e premiações internacionais, ampliando a visibilidade das produções nacionais e abrindo novas portas para artistas, diretores e roteiristas do país. O feito é visto por especialistas como um divisor de águas para a indústria cultural brasileira.
O impacto da vitória vai além do troféu. O Globo de Ouro é considerado um termômetro estratégico da temporada de prêmios, e o reconhecimento recebido por Wagner Moura coloca o Brasil com mais força na rota das principais disputas cinematográficas do ano, incluindo o Oscar.
Nas redes sociais e no meio artístico, a conquista foi celebrada como um símbolo de orgulho nacional, reafirmando o talento brasileiro e a capacidade de contar histórias universais com identidade própria. O prêmio consolida Wagner Moura como um dos maiores nomes da atuação contemporânea e fortalece o protagonismo do Brasil no cinema mundial.
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Disputa tributária no Brasil faz Netflix perder bilhões em valor de mercado
Empresa calcula impacto de US$ 619 milhões por questão fiscal brasileira que reduziu lucro e causou queda das ações

A Netflix divulgou que uma disputa tributária no Brasil está entre os fatores que contribuíram para uma queda expressiva de seu lucro e para a perda de cerca de US$ 33 bilhões em valor de mercado, após o anúncio dos resultados do terceiro trimestre de 2025.
Segundo a empresa, a questão envolve autuações relacionadas à contribuição Cide-Tecnologia, que afeta remessas ao exterior por transferência de tecnologia, e exigiu o reconhecimento de uma despesa extraordinária de US$ 619 milhões (aproximadamente R$ 3,3 bilhões). Esse impacto retomou o debate sobre a insegurança jurídica tributária para empresas estrangeiras no Brasil.
Em relatório ao mercado, a Netflix destacou que a margem operacional caiu para cerca de 28%, abaixo dos 31,5% esperados, em razão direta da incidência não prevista de tributos brasileiros sobre sua operação local. O mercado reagiu com queda nas ações da empresa em Nova York e questionamentos sobre a operação no Brasil.
Especialistas avaliam que o episódio não atinge apenas a Netflix, mas também sinaliza a vulnerabilidade de grandes corporações internacionais à legislação tributária brasileira e à mudança de entendimentos jurídicos que afetam contratos fechados anos antes. A combinação entre tributação retroativa e jurisprudência recente gera alerta para entrada, investimento e planejamento de empresas globais no país.
No plano interno, o caso reacende a necessidade de transparência e estabilidade tributária, além de reforçar o argumento de que reformas no setor digital e de tecnologia devem vir acompanhadas de ambiente regulatório previsível. A Netflix ressalta que continuará a operar no Brasil, mas o episódio pode comprometer novas expansões ou tornar o país menos atrativo para investimentos desse tipo.
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Angelina Jolie relata divórcio “traumático” e fala sobre dificuldades financeiras
Atriz afirma ter deixado imóveis sob controle de Brad Pitt e revela que economias ficaram “presas” em bens

Em documentos recentes apresentados à Justiça, Angelina Jolie desabafou sobre o processo de divórcio com Brad Pitt, descrevendo-o como emocionalmente difícil e traumático. Ela relata que, ao entrar com o pedido de separação, cedeu o controle total das propriedades da família, incluindo residências em Los Angeles e a mansão em Miraval, na França, na esperança de acalmar a tensão entre o casal.
Jolie afirma que suas economias ficaram presas em Miraval e que, inicialmente, não solicitou apoio financeiro ou pensão. Ela também revelou que, por cerca de dois anos, optou por se afastar profissionalmente para focar na saúde e no bem-estar dos filhos — decisão que agravou as restrições financeiras enfrentadas após a separação.
No cerne da disputa está a venda de sua participação na vinícola francesa Château Miraval, realizada sem a ciência de Pitt, o que desencadeou disputa judicial. Jolie pede compensação por custos judiciais, estimados em US$ 33 mil, além do reembolso de honorários legais decorrentes do processo.
A atriz admite que a separação abalou não apenas suas finanças, mas também a estabilidade emocional da família. Ela afirma que até hoje ela e os filhos não retornaram a Miraval por causa das memórias dolorosas associadas ao local. A revelação fortalece o panorama de litígio prolongado sobre patrimônio, divisão de bens e responsabilidade parental.
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