Política
Filho de Lula se muda para a Europa e só volta após o fim do mandato
Fábio Luís, o Lulinha, vai morar na Espanha durante o governo do pai, enquanto o discurso oficial continua sendo o da luta contra as ‘elites econômicas’.

Enquanto o discurso do governo é de combate às desigualdades e crítica ao capitalismo, o filho mais velho do presidente Lula (PT), Fábio Luís Lula da Silva, optou por um destino bem distante da realidade brasileira: Madri, capital da Espanha.
Conhecido como Lulinha, o primogênito do presidente se mudou recentemente para a Europa, onde foi contratado por uma empresa para atuar de forma presencial na capital espanhola — uma das cidades mais caras e desenvolvidas do continente. Segundo informações da colunista Andreza Matais, do Metrópoles, Lulinha deve permanecer no exterior até o fim do mandato do pai, retornando ao Brasil apenas em dezembro de 2026.
A decisão de se mudar para fora do país durante o governo Lula chama atenção pelo contraste entre o discurso político petista, que defende o “consumo consciente”, a “distribuição de renda” e o “controle do capital”, e a escolha de residência em um dos centros financeiros mais sofisticados da Europa Ocidental.
O movimento alimenta críticas sobre a incoerência entre o que o Partido dos Trabalhadores prega e o que pratica nos bastidores, especialmente quando se trata de seus quadros mais próximos. Não é a primeira vez que o nome de Lulinha ganha os holofotes. Empresário e ex-sócio de empresas de tecnologia e comunicações, ele já esteve no centro de polêmicas envolvendo contratos milionários com grandes grupos empresariais durante os mandatos anteriores do pai.
Política
Lula sobrevoa áreas atingidas por chuvas em Minas Gerais
Presidente acompanha regiões em calamidade pública na Zona da Mata, onde mais de 60 mortes já foram registradas.

As fortes chuvas que atingem Minas Gerais levaram o presidente Luiz Inácio Lula da Silva a sobrevoar a região da Zona da Mata, uma das mais afetadas pelos temporais que já resultaram em mais de 60 mortes. A visita ocorre em meio ao esforço federal para avaliar danos, reforçar ações emergenciais e apoiar municípios que enfrentam graves impactos estruturais e humanitários.
Durante a agenda, Lula deve se reunir com os prefeitos Margarida Salomão (Juiz de Fora), José Damato (Ubá) e Maurício dos Reis (Matias Barbosa) — cidades oficialmente reconhecidas em situação de calamidade pública. O governo federal acompanha de perto as necessidades locais, especialmente nas áreas de deslizamentos, enchentes e desabrigados.
Além desses municípios, Divinésia e Senador Firmino foram classificadas em situação de emergência, o que permite a liberação acelerada de recursos e medidas de apoio. As equipes de Defesa Civil, Forças Armadas e órgãos estaduais seguem mobilizadas para resgates, assistência às famílias e recuperação de infraestrutura essencial.
A presença do presidente reforça o compromisso do governo em priorizar ações humanitárias, garantir suporte imediato às populações afetadas e coordenar respostas rápidas diante da continuidade das chuvas na região.
Política
Brasil condena ataques de EUA e Israel ao Irã
Governo manifesta grave preocupação e reforça defesa do diálogo como único caminho para a paz no Oriente Médio.

O governo brasileiro divulgou neste sábado (28) uma nota oficial na qual condena os ataques realizados pelos Estados Unidos e Israel contra alvos no Irã, classificando a escalada militar como motivo de “grave preocupação” para a estabilidade internacional.
No comunicado, o Ministério das Relações Exteriores destacou que as ofensivas ocorreram em meio a um processo de negociação entre as partes, considerado pelo Brasil como o único meio viável para alcançar uma solução pacífica e duradoura na região. A chancelaria reiterou que o país mantém, historicamente, uma postura de defesa do diálogo diplomático e da mediação multilateral em conflitos no Oriente Médio.
Segundo o Itamaraty, ações militares unilaterais comprometem esforços de paz e ampliam o risco de instabilidade regional, afetando não apenas os países diretamente envolvidos, mas também a segurança global. O governo brasileiro reforçou ainda que seguirá acompanhando a situação e defendendo iniciativas que priorizem a diplomacia, o respeito ao direito internacional e a proteção de civis.
A nota reafirma a posição tradicional do Brasil de buscar soluções negociadas, evitando o agravamento de tensões e incentivando a retomada imediata das conversações entre os envolvidos.
Política
Jaques Wagner critica votação sobre quebra de sigilo de Lulinha na CPMI do INSS
Líder do governo no Senado questiona condução do processo e aponta possível uso político da comissão.

O líder do governo no Senado, Jaques Wagner (PT‑BA), fez duras críticas à votação que aprovou a quebra de sigilo de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, durante a sessão desta quinta-feira (26) da CPMI do INSS. Para o senador, a decisão foi conduzida de forma precipitada e com forte viés político, desviando o foco dos trabalhos da comissão.
Wagner afirmou que a medida representa um uso distorcido da CPMI, que deveria concentrar esforços em investigar irregularidades no Instituto Nacional do Seguro Social, e não em promover disputas de caráter eleitoral ou ataques direcionados ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Segundo ele, a oposição tenta transformar a comissão em um palco de desgaste político.
Durante a sessão, parlamentares governistas também questionaram a pertinência da quebra de sigilo, alegando ausência de elementos concretos que justificassem a medida. Para Jaques Wagner, a aprovação ocorreu em um ambiente de tensão e disputa narrativa, o que compromete a credibilidade do processo.
O senador reforçou que o governo continuará atuando para garantir que a CPMI cumpra seu objetivo original e que decisões tomadas sem base técnica sejam contestadas. Ele destacou ainda que a insistência em incluir familiares do presidente nas investigações demonstra uma estratégia de politização das apurações, afastando o debate das questões estruturais do INSS.
A votação reacende discussões sobre os limites de atuação das CPIs e o uso de instrumentos legislativos para fins políticos, tema que deve seguir em destaque nas próximas sessões.
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