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Política

ACM Neto perde apoio de 40 prefeitos para Jerônimo Rodrigues

Lista inclui cidades estratégicas e pode crescer com articulação de Zé Cocá e Zé Ronaldo

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O ex-prefeito de Salvador, ACM Neto (União Brasil) / Flickr: Alex Santana

A disputa política na Bahia para as eleições de 2026 já começa a se desenhar. O ex-prefeito de Salvador e candidato derrotado ao governo em 2022, ACM Neto (União Brasil), perdeu o apoio de ao menos 40 prefeitos, que agora declararam aliança com o atual governador Jerônimo Rodrigues (PT).

O movimento indica um realinhamento político no estado e pode ganhar ainda mais força diante de um “namoro político” entre Zé Cocá (PP), prefeito de Jequié, e Zé Ronaldo (União Brasil), ex-prefeito de Feira de Santana, ambos figuras influentes na articulação municipal.

Jerônimo Rodrigues, por sua vez, tem reforçado que continuará ampliando o diálogo com gestores de diferentes correntes partidárias, incluindo os que antes estavam na oposição:

“Quando um prefeito apresenta uma proposta de querer caminhar conjunto, eu agradeço e acolho. Então, eu quero continuar me reunindo. Quero e quero outros”, afirmou o governador em discurso recente.

Prefeitos que migraram para Jerônimo Rodrigues

Abaixo, a lista dos prefeitos que declararam apoio ao governador:

  • Araçás – Agamenon Coelho (União Brasil)
  • Brejões – Rick de João Lulu (Avante)
  • Brumado – Fabrício Abrantes (Avante)
  • Buerarema – Gel da Farmácia (União Brasil)
  • Buritirama – Dr. Léo (MDB)
  • Caturama – Tõe Leão (PSD)
  • Coaraci – Miltinho do Axé (PSD)
  • Cruz das Almas – Ednaldo Ribeiro (Republicanos)
  • Gongogi – Adriano Mendonça (Avante)
  • Guanambi – Nal Azevedo (Avante)
  • Ibirapitanga – Jé (Avante)
  • Itagi – Saulo Islan (União Brasil)
  • Itapetinga – Eduardo Hagge (MDB)
  • Itororó – Dr. Adauto (Avante)
  • João Dourado – Di Cardoso (PRD)
  • Jussiape – Zé Luz (Avante)
  • Mata de São João – Bira da Barraca (União Brasil)
  • Maria da Vitória – Tonho de Zé de Agdônio (União Brasil)
  • Milagres – Marcos Queiroz (PP)
  • Mansidão – Dr. Juvio (União Brasil)
  • Nilo Peçanha – Jacque Soares (Podemos)
  • Paulo Afonso – Mário Galinho (PSD)
  • Piraí do Norte – Dr. Fabiano (PP)
  • Pojuca – Luizinho Trinchão (PSD)
  • Riachão das Neves – Moab (Republicanos)
  • Rio do Pires – Zé Marcos (Avante)
  • Santa Cruz Cabrália – Girlei Lima (PDT)
  • Santa Maria da Vitória – Tonho de Zé de Agdônio (União Brasil)
  • Santana – Zé Raul (MDB)
  • Sapeaçu – Ramon de Sena (Republicanos)
  • Félix do Coribe – Toni de Dalmir (PP)
  • São Sebastião do Passé – Nilza da Mata (PDB)
  • Serra Preta – Franklin Leite (Avante)
  • Sítio do Mato – Alfredinho Magalhães (União Brasil)
  • Tanhaçú – Valdemir Gondim (PSD)
  • Tancredo Neves – Quinha (Avante)
  • Teixeira de Freitas – Dr. Marcelo Belitardo (União Brasil)
  • Ubaitaba – Gracinha (Avante)
  • Una – Rogério Borges (PP)
Redação Saiba+

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Política

Rui Costa prega união e comenta rompimento de Angelo Coronel

Ex-governador da Bahia evita confronto direto e destaca importância da coesão política para as eleições

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Rui destaca unidade do grupo político e destaca movimento feito por Lídice em 2018 | Bnews - Divulgação Divulgação

O ex-ministro da Casa Civil e ex-governador da Bahia, Rui Costa (PT), comentou publicamente sua relação com o senador Angelo Coronel (Republicanos), que recentemente rompeu com a base governista ao deixar o PSD para se alinhar politicamente ao grupo liderado por ACM Neto nas eleições deste ano.

Durante entrevista concedida nesta segunda-feira (13), no programa Giro Baiana, da rádio Baiana FM 89.3, com transmissão pela BNewsTV, Rui Costa adotou um tom conciliador e destacou que a manutenção da unidade do grupo político é fundamental para garantir competitividade no cenário eleitoral.

Mesmo diante do afastamento político, o ex-governador evitou críticas diretas ao agora adversário e reforçou a necessidade de preservar relações institucionais. A postura sinaliza uma estratégia de diálogo e equilíbrio em meio ao acirramento do ambiente pré-eleitoral na Bahia.

Rui também fez menção positiva ao deputado federal Diego Coronel (Republicanos), filho de Angelo Coronel, destacando sua atuação política. O gesto foi interpretado como uma tentativa de manter pontes abertas, mesmo diante das divergências recentes.

O rompimento de Angelo Coronel com a base governista representa uma movimentação relevante no tabuleiro político baiano, especialmente em um ano decisivo para as articulações eleitorais. A reorganização de alianças e o reposicionamento de lideranças devem influenciar diretamente o equilíbrio de forças no estado.

Analistas políticos apontam que a capacidade de articulação e manutenção de alianças será determinante para o desempenho dos grupos nas urnas. Nesse contexto, o discurso de união adotado por Rui Costa reforça a importância da coesão interna como estratégia eleitoral.

Redação Saiba+

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Política

Rui Costa critica Bruno Reis por impasse em obra do Minha Casa Minha Vida

Entrega de residencial em Salvador é suspensa após Prefeitura barrar Habite-se, gerando troca de acusações políticas

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Ex-ministro criticou a não liberação de alvará para entrega de conjunto residencial | Bnews - Divulgação Devid Santana

O ex-ministro da Casa Civil e pré-candidato ao Senado, Rui Costa (PT), fez duras críticas ao prefeito de Salvador, Bruno Reis (União Brasil), em meio à polêmica envolvendo a liberação do alvará do Residencial Zulmira Barros, empreendimento vinculado ao programa habitacional federal.

A controvérsia ganhou repercussão após a suspensão da entrega do conjunto habitacional, que estava prevista para a última quinta-feira (2) e contaria com a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O evento foi inviabilizado após a Prefeitura de Salvador não autorizar a emissão do Habite-se, documento essencial para a ocupação legal do imóvel.

Rui Costa atribuiu responsabilidade direta à gestão municipal, afirmando que a decisão prejudicou centenas de famílias que aguardavam a entrega das moradias, além de comprometer a agenda institucional previamente organizada. O ex-governador da Bahia também destacou a importância do programa Minha Casa Minha Vida como política pública de inclusão social e acesso à moradia.

Por outro lado, a Prefeitura de Salvador sustenta que a liberação do Habite-se depende do cumprimento de exigências técnicas e legais, reforçando que os trâmites seguem critérios administrativos que visam garantir segurança e regularidade das obras. O impasse evidenciou divergências políticas e administrativas entre diferentes esferas de governo.

O episódio intensificou o debate político na capital baiana, especialmente diante do cenário pré-eleitoral. A troca de críticas entre lideranças reforça o clima de disputa e amplia a visibilidade do caso no cenário estadual, com impacto direto na opinião pública e nos desdobramentos políticos locais.

Enquanto isso, as famílias beneficiárias seguem na expectativa de uma solução para o impasse, aguardando a regularização do empreendimento e a definição de uma nova data para entrega das unidades habitacionais.

Redação Saiba+

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Política

Moraes interroga Eduardo Bolsonaro em ação sobre trama golpista

Depoimento por videoconferência marca avanço em processo que apura suposta coação à Justiça envolvendo o ex-deputado federal

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PGR denunciou Eduardo Bolsonaro por sua influência em sanções financeiras contra o Brasil | Bnews - Divulgação Marcelo Camargo

O ministro do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes, realiza nesta terça-feira (14) o interrogatório do ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro no âmbito do processo que investiga uma suposta tentativa de coação à Justiça relacionada à chamada trama golpista. O depoimento será conduzido por videoconferência, reforçando o andamento das investigações em curso na Corte.

A oitiva integra uma fase considerada crucial do processo, em que o magistrado busca esclarecer eventuais responsabilidades e a participação direta do investigado nos fatos apurados. Eduardo Bolsonaro é acusado de ter atuado de forma a pressionar ou interferir em decisões judiciais, o que pode configurar crime de coação no curso do processo.

Segundo informações do andamento processual, o interrogatório permitirá que o ex-parlamentar apresente sua versão dos acontecimentos, além de responder a questionamentos formulados pelo relator. A medida ocorre após a coleta de outros depoimentos e análise de documentos que compõem o inquérito.

O caso está inserido em um conjunto mais amplo de investigações conduzidas pelo Supremo Tribunal Federal, que apuram ações articuladas para desacreditar instituições democráticas e influenciar o funcionamento do Judiciário brasileiro. O avanço das apurações tem sido acompanhado de perto por autoridades e pela opinião pública, dada a relevância institucional do tema.

Especialistas avaliam que esta etapa pode ser determinante para os próximos desdobramentos do processo, incluindo possíveis denúncias formais ou arquivamentos, a depender dos elementos reunidos. A condução do interrogatório por Alexandre de Moraes reforça o protagonismo do STF na condução de casos ligados à defesa da ordem democrática.

O resultado do depoimento deve impactar diretamente o ritmo das investigações e poderá abrir espaço para novas diligências ou encaminhamentos jurídicos nos próximos dias.

Redação Saiba+

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