Polícia
Ex-delegado-geral denuncia ameaças após aposentadoria
Bernardino Brito Filho afirma que facção criminosa agiu para intimidá-lo: “não tenho escolta, vulnerabilidade é grande”

O ex-delegado-geral da Polícia Civil da Bahia, Bernardino Brito Filho, relatou publicamente que sofre ameaças de facção criminosa desde que deixou o cargo de gestão. Ele afirma que um líder do tráfico, cujos membros ele mandou prender durante sua atuação, teria enviado seu filho para dar o aviso intimidatório.
Mesmo tendo dedicado mais de 35 anos à corporação, ocupando cargos de alta responsabilidade — inclusive como delegado-geral e delegado-geral-adjunto —, ele destaca que, em sua aposentadoria, permanece desprotegido, sem escolta oficial e com sensação constante de exposição.
Brito faz analogia com o assassinato de seu colega paulista, ex-delegado-geral Ruy Ferraz, executado após ameaças e sem escolta, afirmando que essa morte foi uma demonstração de vingança do crime organizado. Para o ex-gestor, casos desse tipo acentuam a urgência de medidas de segurança para ex-autoridades que atuaram contra facções criminosas.
Sobre ofertas de novos cargos públicos e da iniciativa privada, ele revela ter recusado convites para funções institucionais e políticas, optando por manter distância e resguardar-se. Ele explica que seu afastamento voluntário dessas atividades visa evitar exposição ou risco adicional tanto para si quanto para quem convive com ele.
Apesar de não contar com escolta permanente, Brito enfatiza que as instituições policiais “oferecem suporte sempre que necessário”, embora esse respaldo seja desigual e pontual. Ele afirma que o cenário exige um fortalecimento dos mecanismos de segurança para quem enfrentou diretamente o crime organizado e está agora na condição de cidadão comum.
O relato de Bernardino Brito Filho reacende o debate sobre proteção a autoridades após o exercício de suas funções, sobretudo nas áreas de segurança pública, e questiona até que ponto o Estado assegura a integridade de quem atuou no enfrentamento ao crime.
Polícia
Piloto tem prisão decretada após transporte de 340 kg de cocaína
Suspeito foi localizado em Goiás depois de pouso forçado, incêndio de aeronave e operação conjunta das forças de segurança.

A Justiça de Goiás decretou a prisão preventiva de Henrique Donizeti Ferri, de 32 anos, suspeito de transportar mais de 340 quilos de cocaína em uma aeronave monomotor. A decisão foi tomada após a prisão do piloto, localizado pelas forças de segurança depois de uma operação realizada na zona rural de Itarumã, no sudoeste goiano.
De acordo com as investigações, o suspeito realizou um pouso forçado em uma área rural durante a madrugada desta quinta-feira. Após a aterrissagem, ele teria determinado que trabalhadores de uma fazenda descarregassem a carga de entorpecentes transportada na aeronave.
Ainda segundo as apurações, ao perceber a aproximação das equipes policiais, o piloto teria incendiado o avião e fugido em direção a uma área de mata, numa tentativa de dificultar a ação das autoridades e eliminar possíveis vestígios relacionados ao transporte da droga.
As forças de segurança montaram um cerco na região e intensificaram as buscas. Durante a operação, policiais encontraram o pai, a esposa e um amigo do suspeito nas proximidades, dentro de um veículo. A partir das diligências realizadas, Henrique Donizeti Ferri acabou sendo localizado e preso pela Polícia Militar.
Segundo o Ministério Público de Goiás, o piloto foi flagrado utilizando uma aeronave monomotor para transportar a carga de cocaína. A apreensão de mais de 340 quilos da droga representa um dos principais desdobramentos da operação, que segue sob investigação para identificar outros possíveis envolvidos no esquema de tráfico.
Com a decretação da prisão preventiva, o suspeito permanecerá à disposição da Justiça enquanto prosseguem as investigações. As autoridades também trabalham para esclarecer a origem e o destino da droga, além de identificar a participação de outras pessoas na logística do transporte do entorpecente.
Polícia
Miliciano procurado por homicídio de vereador é preso no Rio
Conhecido como “Waguinho Batman”, suspeito foi capturado em Itaguaí após operação integrada entre as polícias do Rio de Janeiro e do Espírito Santo.

A Polícia Civil do Rio de Janeiro (PCRJ) divulgou imagens da operação que resultou na prisão de Gilbert Wagner Antunes Lopes, de 47 anos, conhecido pelo apelido de “Waguinho Batman”. O suspeito, apontado como integrante de organização criminosa e investigado pela morte de um vereador, foi localizado em Itaguaí, na Região Metropolitana do Rio de Janeiro.
De acordo com as investigações, o homem era considerado um dos criminosos mais procurados do Espírito Santo e estava sendo monitorado havia cerca de dois meses por equipes das forças de segurança dos estados do Rio de Janeiro e do Espírito Santo. A ação conjunta permitiu identificar o paradeiro do suspeito e cumprir a ordem de captura.
No momento da abordagem, Gilbert Wagner Antunes Lopes portava documentos falsos, circunstância que também será apurada pelas autoridades durante o andamento das investigações. A utilização de identidade falsa, segundo a polícia, fazia parte da estratégia para dificultar sua localização e evitar o cumprimento das medidas judiciais.
A prisão representa mais um avanço no combate às organizações criminosas que atuam na região Sudeste. As forças de segurança destacaram a importância da cooperação entre os estados para localizar foragidos de alta periculosidade e reforçaram que as investigações continuam para identificar possíveis integrantes da mesma organização.
As imagens divulgadas pela Polícia Civil registram o momento da captura do suspeito, que agora permanecerá à disposição da Justiça para responder pelos crimes atribuídos a ele. O caso segue sob investigação, e novas diligências poderão ser realizadas para aprofundar as apurações relacionadas à atuação do grupo criminoso.
Polícia
Operação prende suspeitos de ordenar ataques em Salvador
Ação da Polícia Civil cumpriu mandados em quatro estados e mira grupo criminoso com atuação na capital baiana e Região Metropolitana.

A Polícia Civil prendeu, na manhã desta quinta-feira (16), dois integrantes de um grupo criminoso investigado por ordenar ataques contra facções rivais em bairros de Salvador. As prisões ocorreram durante a Operação Fronteira Final, que tem como objetivo enfraquecer a atuação da organização criminosa.
De acordo com as investigações, um dos suspeitos foi capturado em Salvador, enquanto o segundo foi localizado e preso no município de São Bernardo do Campo, no estado de São Paulo. As ações fazem parte de uma ofensiva integrada voltada ao combate da criminalidade organizada.
Além das prisões, foram cumpridos seis mandados de busca e apreensão nos estados da Bahia, Rio de Janeiro, São Paulo e Santa Catarina. As diligências buscam reunir provas, localizar materiais de interesse da investigação e identificar outros possíveis integrantes do grupo.
A organização criminosa é investigada por comandar ataques contra rivais e atuar em Salvador e na Região Metropolitana, segundo informações da Polícia Civil. A operação faz parte das estratégias de enfrentamento às ações de grupos envolvidos em disputas territoriais e outros crimes violentos.
As investigações continuam para identificar todos os envolvidos no esquema e aprofundar a apuração sobre a estrutura da organização criminosa. O material apreendido durante a operação será analisado e poderá contribuir para novas fases da investigação e para o cumprimento de outros mandados judiciais.
Entretenimento4 dias atrásAna Castela rebate crítica sobre o corpo e viraliza nas redes
Esportes5 dias atrásKléberson é internado após sentir dores no peito em Curitiba
Entretenimento4 dias atrásGilberto Gil emociona ao relembrar Preta Gil em documentário
Política4 dias atrásFiscalização resgata 13 trabalhadores em obra no sertão da Bahia
Polícia4 dias atrásBebê morre e dois homens são presos por estupro seguido de morte no Ceará
Bahia5 dias atrásVan capota e provoca lentidão na Avenida Magalhães Neto
Brasil7 dias atrásDaniel Vorcaro completa 15 dias preso em batalhão da PM no DF
Política5 dias atrásAlice Portugal cobra transparência sobre arrecadação de multas em Salvador














