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Polícia

TJ-SP absolve ex-assessor de Moraes e libera devolução de arma

Tribunal paulista julgou improcedente a acusação de disparo de arma de fogo contra Eduardo Tagliaferro, ex-assessor do TSE, e autorizou a devolução de sua pistola.

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O perito computacional Eduardo Tagliaferro ao lado do ministro Alexandre de Moraes. Foto: @edutagliaferro via Instagram

A 4ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) decidiu, nesta terça-feira (16), absolver por unanimidade o perito judicial Eduardo Tagliaferro, ex-assessor-chefe do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), no processo em que era acusado de disparo de arma de fogo. A decisão também permite que ele requisite a devolução de sua pistola Taurus TH9, desde que comprove autorização válida junto ao órgão competente.

Em maio de 2023, Tagliaferro foi preso em Caieiras (SP) sob acusação de violência doméstica contra a ex-esposa, ocasião em que seu celular foi apreendido e ele acabou exonerado do TSE. À época, o episódio resultou em forte repercussão, já que o servidor integrava a equipe do ministro Alexandre de Moraes, no Supremo Tribunal Federal (STF).

Tagliaferro havia assumido, em 16 de agosto de 2022, a função de assessor-chefe da Assessoria Especial de Enfrentamento à Desinformação, vinculada à Secretaria-Geral da Presidência do TSE.

De acordo com os autos, durante uma discussão com a ex-mulher, a arma que estava em posse do perito teria disparado no momento em que um policial tentava retirá-la de sua mão. A defesa argumentou que não houve dolo, e os desembargadores aceitaram parcialmente o recurso, absolvendo-o da acusação de disparo de arma de fogo.

A decisão representa uma reviravolta no caso, que desde 2023 levantava questionamentos sobre a atuação de auxiliares diretos de autoridades do Judiciário em situações de violência doméstica. Com a absolvição, Eduardo Tagliaferro poderá solicitar oficialmente a restituição do armamento após a devida regularização documental.

Redação Saiba+

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Polícia

Marceneiro é preso suspeito de dopar vítimas em Itabuna

Jovem de 23 anos teria conquistado a confiança das vítimas antes de dopá-las e retirar dinheiro das contas bancárias

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Um marceneiro de 23 anos, identificado como Carlos Henrique Rosa dos Santos, foi preso neste sábado (15), em Itabuna, no sul da Bahia, suspeito de dopar pessoas para retirar dinheiro das contas bancárias delas. Até o momento, pelo menos três vítimas foram identificadas durante as investigações.

Segundo informações divulgadas sobre o caso, o suspeito teria utilizado uma estratégia para se aproximar das vítimas e conquistar a confiança delas antes de cometer os crimes.

Após estabelecer proximidade, Carlos Henrique é suspeito de administrar medicamentos e, em algumas situações, substâncias apontadas como venenosas, fazendo com que as vítimas perdessem os sentidos.

Com as vítimas desacordadas, o suspeito teria aproveitado a situação para acessar os recursos financeiros e realizar retiradas das contas. As circunstâncias dos crimes ainda são investigadas pelas autoridades.

A prisão do suspeito representa um avanço nas investigações, que buscam identificar outras possíveis vítimas e esclarecer a extensão da prática criminosa. Pessoas que possam ter sido abordadas de maneira semelhante devem procurar as autoridades para relatar os casos.

O caso segue sob investigação em Itabuna, e a polícia deverá reunir novas informações para determinar a dinâmica dos crimes e a eventual participação do suspeito em outras ocorrências.

Redação Saiba+

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Polícia

Empresário Ivo Kos é preso por violência doméstica

Sócio-fundador da securitizadora Virgo foi detido em flagrante e permanece preso após audiência de custódia

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O empresário Ivo Kos, sócio-fundador da securitizadora Virgo, foi preso em flagrante na noite desta sexta-feira (14), sob acusação de violência doméstica contra a esposa, a dentista Giullia Falcão Kos, de 27 anos.

Após a prisão, o empresário passou por audiência de custódia e, conforme as informações divulgadas sobre o caso, permanece detido.

Ivo Kos é conhecido no mercado financeiro por sua atuação à frente da Virgo, empresa do setor de securitização. A prisão por violência doméstica repercutiu no meio empresarial e nas redes sociais.

O caso deverá seguir sob investigação das autoridades, que deverão apurar as circunstâncias da ocorrência e reunir elementos para esclarecer o episódio envolvendo o casal.

A prisão em flagrante ocorre em meio ao aumento da atenção sobre casos de violência doméstica e agressões contra mulheres, tema que continua sendo alvo de ações de prevenção e combate por parte das autoridades brasileiras.

Enquanto o processo segue seus trâmites legais, Ivo Kos permanece detido após a audiência de custódia, aguardando as próximas decisões da Justiça.

Redação Saiba+

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Polícia

Dois suspeitos ligados ao PCC são presos em SP

Homens são acusados de integrar rede que planejava atentados contra autoridades, segundo denúncia do Ministério Público

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Dois homens foram presos na sexta-feira (14), em Presidente Prudente, no interior de São Paulo, sob acusação de integrar uma rede ligada ao Primeiro Comando da Capital (PCC). Segundo denúncia do Ministério Público de São Paulo (MPSP), o grupo estaria envolvido em planos para realizar atentados contra autoridades.

Entre os possíveis alvos estaria o promotor Lincoln Gakiya, conhecido por atuar em investigações relacionadas à facção criminosa e considerado um dos principais investigadores do PCC no país.

Os presos foram identificados como Victor Hugo da Silva, conhecido como “VH”, e Adilson Audinir Oliveira Junior, o “Ju Machado”. Os dois já haviam sido denunciados pelo Ministério Público no final do mês passado por suspeita de envolvimento com a organização criminosa.

Além deles, também foram denunciados Wellison Rodrigo Bispo de Almeida, conhecido como “Corinthinha”, e Sérgio Garcia da Silva, o “Messi”. As investigações buscam esclarecer a participação de cada um dos denunciados na suposta estrutura criminosa.

A prisão dos dois suspeitos representa mais uma etapa das ações das autoridades contra integrantes e possíveis colaboradores da facção. O caso permanece sob investigação, e os envolvidos responderão às acusações conforme o andamento do processo judicial.

As autoridades continuam apurando informações sobre os supostos planos de ataques e a extensão da rede investigada pelo Ministério Público paulista.

Redação Saiba+

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