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Política

Câmara de Salvador prioriza votação do Plano Municipal de Segurança no primeiro semestre

Carlos Muniz afirma que aprovação do PMSPDS será foco central da Casa para fortalecer políticas de prevenção e defesa social na capital.

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Muniz afirmou que a votação do plano de segurança está prevista para ser concluída até o final de março, com espaço para emendas. | Bnews - Divulgação Devid Santana

O presidente da Câmara Municipal de Salvador (CMS), Carlos Muniz (PSDB), anunciou nesta segunda-feira (2) que a principal prioridade do Legislativo soteropolitano neste primeiro semestre será a votação do Plano Municipal de Segurança Pública e Defesa Social de Salvador (PMSPDS). A proposta, considerada estratégica para a cidade, deve orientar ações de prevenção, integração institucional e fortalecimento das políticas de proteção ao cidadão.

Segundo Muniz, o plano representa um avanço importante para a capital baiana, pois estabelece diretrizes claras para enfrentar desafios relacionados à violência urbana, ampliar a atuação preventiva e melhorar a articulação entre diferentes órgãos públicos. O presidente destacou que a Casa está comprometida em garantir uma análise responsável e célere da matéria, dada sua relevância para a população.

O PMSPDS reúne medidas que envolvem desde ações de inteligência e monitoramento, passando por programas sociais voltados à juventude, até iniciativas de modernização da Guarda Civil Municipal. A expectativa é que o texto receba contribuições dos vereadores durante a tramitação, fortalecendo o debate e ampliando a participação dos diversos setores da sociedade.

Muniz reforçou que a votação do plano será tratada como pauta prioritária, ressaltando que a segurança pública é uma demanda urgente e que Salvador precisa avançar em políticas integradas e sustentáveis. A previsão é de que as discussões ganhem ritmo nas próximas semanas, com possibilidade de aprovação ainda no primeiro semestre.

Redação Saiba+

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Política

Tensão Diplomática Cresce Após Declaração de Embaixador Sobre Assassinato de Líder Mundial

Representante estrangeiro alerta para riscos globais e classifica como “inaceitável” qualquer ataque contra chefe de Estado em exercício.

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Líder supremo do Irã, Ali Khamenei, foi morto por bombardeio dos EUA | Bnews - Divulgação Fábio Rodrigues Pozzebom

A repercussão internacional ganhou novos contornos após a forte declaração de um embaixador durante entrevista à GloboNews nesta segunda-feira (2). O diplomata afirmou que “ninguém é juiz do mundo” e classificou como “condenável e inaceitável” o assassinato de qualquer líder de país que esteja no exercício do poder. Segundo ele, o cenário atual exige cautela e vigilância, destacando que “devemos nos preparar para o pior” diante das tensões geopolíticas crescentes.

A fala ocorre em um momento de instabilidade global, no qual conflitos regionais, disputas de poder e ações unilaterais têm elevado o nível de preocupação entre governos e organismos internacionais. Para o embaixador, ataques dessa natureza não apenas violam princípios diplomáticos fundamentais, mas também colocam em risco a segurança coletiva e o equilíbrio entre nações.

Especialistas em relações internacionais avaliam que declarações como essa reforçam o alerta sobre a necessidade de mecanismos multilaterais mais robustos, capazes de evitar escaladas violentas e preservar a estabilidade global. A comunidade internacional acompanha atentamente os desdobramentos, enquanto líderes mundiais discutem medidas para conter possíveis crises.

O posicionamento firme do embaixador ecoa entre analistas e autoridades, que veem na fala um chamado urgente para a defesa do direito internacional e para a rejeição de ações que possam desencadear conflitos de grandes proporções.

Redação Saiba+

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Política

Lula sobrevoa áreas atingidas por chuvas em Minas Gerais

Presidente acompanha regiões em calamidade pública na Zona da Mata, onde mais de 60 mortes já foram registradas.

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Presidente também se reúne com prefeitos de municípios da Zona da Mata | Bnews - Divulgação Rovena Rosa

As fortes chuvas que atingem Minas Gerais levaram o presidente Luiz Inácio Lula da Silva a sobrevoar a região da Zona da Mata, uma das mais afetadas pelos temporais que já resultaram em mais de 60 mortes. A visita ocorre em meio ao esforço federal para avaliar danos, reforçar ações emergenciais e apoiar municípios que enfrentam graves impactos estruturais e humanitários.

Durante a agenda, Lula deve se reunir com os prefeitos Margarida Salomão (Juiz de Fora), José Damato (Ubá) e Maurício dos Reis (Matias Barbosa) — cidades oficialmente reconhecidas em situação de calamidade pública. O governo federal acompanha de perto as necessidades locais, especialmente nas áreas de deslizamentos, enchentes e desabrigados.

Além desses municípios, Divinésia e Senador Firmino foram classificadas em situação de emergência, o que permite a liberação acelerada de recursos e medidas de apoio. As equipes de Defesa Civil, Forças Armadas e órgãos estaduais seguem mobilizadas para resgates, assistência às famílias e recuperação de infraestrutura essencial.

A presença do presidente reforça o compromisso do governo em priorizar ações humanitárias, garantir suporte imediato às populações afetadas e coordenar respostas rápidas diante da continuidade das chuvas na região.

Redação Saiba+

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Política

Brasil condena ataques de EUA e Israel ao Irã

Governo manifesta grave preocupação e reforça defesa do diálogo como único caminho para a paz no Oriente Médio.

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O Ministério das Relações Exteriores (Itamaraty) condenou os ataques dos EUA e Israel contra o Irã na manhã deste sábado (28) | Bnews - Divulgação Marcelo Camargo

O governo brasileiro divulgou neste sábado (28) uma nota oficial na qual condena os ataques realizados pelos Estados Unidos e Israel contra alvos no Irã, classificando a escalada militar como motivo de “grave preocupação” para a estabilidade internacional.

No comunicado, o Ministério das Relações Exteriores destacou que as ofensivas ocorreram em meio a um processo de negociação entre as partes, considerado pelo Brasil como o único meio viável para alcançar uma solução pacífica e duradoura na região. A chancelaria reiterou que o país mantém, historicamente, uma postura de defesa do diálogo diplomático e da mediação multilateral em conflitos no Oriente Médio.

Segundo o Itamaraty, ações militares unilaterais comprometem esforços de paz e ampliam o risco de instabilidade regional, afetando não apenas os países diretamente envolvidos, mas também a segurança global. O governo brasileiro reforçou ainda que seguirá acompanhando a situação e defendendo iniciativas que priorizem a diplomacia, o respeito ao direito internacional e a proteção de civis.

A nota reafirma a posição tradicional do Brasil de buscar soluções negociadas, evitando o agravamento de tensões e incentivando a retomada imediata das conversações entre os envolvidos.

Redação Saiba+

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