Política
STF forma maioria para condenar deputados por desvio de emendas
Primeira Turma decide contra parlamentares acusados de irregularidades com recursos públicos

A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal formou maioria, nesta terça-feira (17), para condenar os deputados Josimar Maranhãozinho (PL-MA), Pastor Gil (PL-MA) e Bosco Costa (PL-SE). Os parlamentares são acusados de desviar recursos provenientes de emendas parlamentares, em um caso que ganhou destaque no cenário político nacional.
De acordo com o julgamento, os ministros entenderam que há elementos suficientes para responsabilizar os acusados pelas irregularidades. A decisão marca um avanço no combate a crimes envolvendo o uso indevido de verbas públicas, especialmente no que diz respeito à destinação de recursos federais.
As investigações apontam que os valores teriam sido direcionados de forma irregular, com indícios de favorecimento e uso indevido de recursos destinados a atender demandas públicas. O caso levanta discussões sobre transparência e controle na aplicação das emendas parlamentares, mecanismo amplamente utilizado por congressistas.
Embora a maioria já tenha sido formada, ainda restam etapas processuais para a definição das penas e possíveis recursos por parte das defesas. A decisão do STF pode ter impacto significativo na trajetória política dos envolvidos, além de influenciar o debate sobre ética e responsabilidade no exercício do mandato.
Especialistas destacam que o julgamento reforça a atuação do Supremo em casos de corrupção envolvendo agentes públicos, contribuindo para o fortalecimento das instituições. O episódio também amplia a pressão por maior fiscalização e rigor na gestão de recursos públicos no Brasil.
O caso segue em análise e novos desdobramentos devem ocorrer conforme a conclusão do julgamento e a definição das sanções cabíveis.
Política
Manifestações na Paulista têm baixa adesão e terminam antes do previsto
Ato convocado por grupos de direita no Dia do Trabalhador reuniu menos de 100 pessoas e registrou confusões

As manifestações convocadas por grupos de direita na Avenida Paulista nesta sexta-feira, 1º de maio, foram marcadas por baixa adesão, episódios de confusão e encerramento antecipado. De acordo com relatos, o ato reuniu menos de uma centena de pessoas, número considerado reduzido em comparação com mobilizações anteriores na mesma região.
Sem a presença de lideranças de destaque do campo conservador, o evento ocorreu com estrutura limitada. No trio elétrico, integrantes do grupo conhecido como “Patriotas do QG” tentaram mobilizar os participantes em torno de pautas políticas, com destaque para a bandeira “Flávio presidente, Bolsonaro livre e Supremo é o povo”, entoada durante a manifestação.
A ausência de nomes de peso da política nacional foi um dos fatores apontados por analistas para o esvaziamento do ato, que também enfrentou dificuldades de organização. Além disso, registros de desentendimentos entre participantes contribuíram para o clima de instabilidade e para o encerramento antes do horário previsto.
O Dia do Trabalhador, tradicionalmente marcado por grandes mobilizações em diferentes espectros políticos, teve neste episódio um contraste evidente, com um público reduzido e menor impacto nas ruas. A Avenida Paulista, conhecida por ser palco de grandes manifestações nacionais, apresentou movimento abaixo do esperado para a data.
O episódio repercutiu nas redes sociais e no meio político, levantando debates sobre o momento atual das mobilizações de rua e o engajamento popular em atos convocados por diferentes grupos ideológicos.
Política
Haddad critica empate entre Lula e Flávio Bolsonaro em pesquisas
Ex-ministro aponta “contraste grande” entre os pré-candidatos e questiona cenário eleitoral

O ex-ministro Fernando Haddad, pré-candidato ao governo de São Paulo pelo PT, comentou o atual cenário das pesquisas de intenção de voto à Presidência da República e atribuiu o empate técnico entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o senador Flávio Bolsonaro a uma “lavagem cerebral coletiva”.
A declaração foi feita nesta sexta-feira durante um discurso na sede da Força Sindical, em São Paulo, em evento que celebrou o Dia do Trabalhador. Na ocasião, Haddad destacou que há um “contraste grande” entre os dois nomes, classificando o cenário apontado pelas pesquisas como “inadmissível”.
Segundo o ex-ministro, os números refletem um momento de forte polarização política no país, além da influência de narrativas que impactam a percepção do eleitorado. A fala ocorre em meio à intensificação das articulações políticas para as eleições, com diferentes lideranças buscando consolidar suas bases e ampliar apoio.
O evento reuniu representantes sindicais, lideranças políticas e trabalhadores, marcando uma data simbólica para debates sobre economia, emprego e cenário político nacional. Nesse contexto, Haddad também reforçou a importância de discussões sobre políticas públicas e desenvolvimento social, temas recorrentes em agendas ligadas ao Dia do Trabalhador.
As declarações repercutiram no meio político e nas redes sociais, reacendendo debates sobre o cenário eleitoral e o papel das pesquisas de intenção de voto na formação da opinião pública.
Política
Lula prepara viagem ao Amazonas em agenda estratégica no Norte
Presidente intensifica presença no país durante ano eleitoral e articula apoio político na região

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva deve viajar nos próximos dias para o estado do Amazonas, marcando sua primeira visita à região Norte em 2026. A agenda faz parte de uma estratégia de fortalecimento político e presença institucional em diferentes regiões do país durante o ano eleitoral.
Desde o início de 2026, Lula já percorreu 23 municípios em dez estados, concentrando suas agendas nas regiões Sul, Sudeste, Centro-Oeste e Nordeste. A ida ao Norte amplia o alcance dessas visitas e reforça a articulação política nacional.
O convite para a viagem partiu dos senadores Eduardo Braga e Omar Aziz, durante um encontro realizado no Palácio da Alvorada no último dia 11. Braga deve disputar a reeleição ao Senado, enquanto Aziz é apontado como pré-candidato ao governo do Amazonas, o que adiciona peso político à visita presidencial.
A expectativa é que a presença de Lula no estado contribua para fortalecer alianças regionais e impulsionar agendas estratégicas, incluindo temas como desenvolvimento sustentável, preservação da Amazônia e investimentos em infraestrutura.
A movimentação também evidencia o papel do Norte no cenário político nacional, especialmente em um momento em que o governo busca ampliar sua base de apoio e consolidar projetos prioritários. A visita deve incluir compromissos oficiais, encontros com lideranças locais e anúncios voltados à região.
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