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Polícia

Operação Swell mira estrutura do Comando Vermelho

Ação das forças de segurança busca enfraquecer núcleos operacional e financeiro da facção no Complexo do Nordeste

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A Operação Swell, deflagrada nesta quinta-feira (7) no Complexo do Nordeste, tem como principal objetivo desarticular os núcleos operacional e financeiro do Comando Vermelho (CV) instalados em diferentes pontos considerados estratégicos para a atuação da facção criminosa.

A ofensiva das forças de segurança ocorre após semanas de monitoramento e inteligência policial voltadas para identificar lideranças, movimentações financeiras e estruturas utilizadas pelo grupo criminoso. A região é apontada pelas autoridades como um dos principais “QGs” da organização na área investigada.

Dias antes da operação, já havia sido divulgada a informação de que algumas lideranças da facção estavam no radar das forças de segurança. O avanço das investigações permitiu o planejamento da ação integrada, que mobilizou equipes em diversos pontos do complexo.

Segundo informações ligadas à investigação, a operação busca atingir diretamente a logística da organização criminosa, incluindo comunicação, distribuição de ordens e movimentação de recursos financeiros utilizados para manter as atividades ilegais do grupo.

A presença ostensiva das equipes de segurança provocou intensa movimentação na região durante as primeiras horas da manhã. O trabalho das autoridades incluiu cumprimento de mandados, ações de inteligência e monitoramento de suspeitos ligados ao Comando Vermelho.

Além do combate direto ao tráfico de drogas e às estruturas criminosas, a Operação Swell também pretende enfraquecer a capacidade de articulação da facção em comunidades consideradas estratégicas pelas autoridades de segurança pública.

O avanço das operações policiais contra organizações criminosas tem sido intensificado nos últimos meses, especialmente em áreas onde facções disputam território e influência.

Redação Saiba+

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Polícia

Adolescente é apontado como suspeito de matar padrasto em Campo Grande

Vítima de 28 anos foi encontrada com diversas facadas em um terreno próximo a uma escola; Polícia Civil investiga a motivação do crime.

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A Polícia Civil de Mato Grosso do Sul identificou um adolescente de 15 anos como o principal suspeito de assassinar o padrasto, Alessandro Souza Grefe, de 28 anos, em Campo Grande. O crime ocorreu na madrugada da última segunda-feira (15), no bairro Jardim das Macaúbas, e segue sendo investigado pelas autoridades.

O corpo da vítima foi localizado em um terreno próximo a uma escola municipal, apresentando diversas marcas de golpes de faca. A cena do crime mobilizou equipes policiais, que iniciaram imediatamente os trabalhos de perícia e levantamento de informações para esclarecer as circunstâncias do homicídio.

Como Alessandro estava sem documentos de identificação, o corpo foi encaminhado ao Instituto de Medicina e Odontologia Legal (Imol), onde exames periciais permitiram confirmar sua identidade. A partir da identificação, os investigadores avançaram nas diligências e chegaram ao adolescente, apontado como o principal suspeito do assassinato.

Até o momento, a Polícia Civil não divulgou detalhes sobre a motivação do crime nem informou as circunstâncias que teriam levado ao ataque. O caso permanece sob investigação, e novas diligências deverão esclarecer a dinâmica dos fatos, além de reunir provas que possam subsidiar a conclusão do inquérito.

O homicídio causou repercussão em Campo Grande e reforça a preocupação com casos de violência envolvendo adolescentes. A expectativa é de que o avanço das investigações permita esclarecer todos os detalhes do crime e definir as medidas legais cabíveis em relação ao suspeito.

Redação Saiba+

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Polícia

Suspeito de latrocínio contra idosa é preso no oeste da Bahia

Homem de 26 anos foi localizado em uma fazenda na zona rural de Santa Rita de Cássia; vítima foi encontrada morta dentro de casa no início de junho.

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A Polícia Civil da Bahia prendeu, na tarde deste sábado (20), um homem de 26 anos investigado por latrocínio contra uma idosa no município de Santa Rita de Cássia, localizado no oeste do estado. O suspeito foi capturado na Fazenda Ipê, situada na zona rural da cidade, durante uma ação das equipes responsáveis pela investigação.

De acordo com a Polícia Civil, a vítima, Vivaldina de Jesus Bonfim, de 64 anos, foi encontrada sem vida no dia 7 de junho, no banheiro de uma residência localizada na região central do município.

As informações da investigação apontam que o corpo estava coberto por um lençol e apresentava lesões na região da cabeça e das costas, circunstâncias que levaram à instauração do inquérito para apurar o crime, classificado como latrocínio — roubo seguido de morte.

Após o avanço das diligências e a coleta de elementos investigativos, os policiais localizaram o suspeito na zona rural de Santa Rita de Cássia, onde foi efetuada a prisão. O homem deverá permanecer à disposição da Justiça enquanto o caso segue em apuração.

A Polícia Civil continua realizando diligências para esclarecer todos os detalhes do crime, incluindo a dinâmica dos fatos e a possível participação de outras pessoas. O inquérito deverá reunir laudos periciais, depoimentos e demais provas para subsidiar a conclusão da investigação.

O caso gerou grande repercussão entre os moradores de Santa Rita de Cássia e reforça a atuação das forças de segurança no combate aos crimes patrimoniais com resultado morte no interior da Bahia.

Redação Saiba+

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Polícia

Wellington César tem trajetória ligada ao PT e a Jaques Wagner

Ministro da Justiça, ex-MPBA e aliado histórico do senador baiano, ocupa cargo em meio à operação que atingiu Wagner na PF.

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O atual ministro da Justiça, Wellington César Lima e Silva, possui uma trajetória política e institucional diretamente ligada ao Partido dos Trabalhadores (PT) na Bahia, com forte proximidade ao senador Jaques Wagner (PT-BA).

No comando do Ministério da Justiça, pasta à qual a Polícia Federal é vinculada administrativamente, Wellington exerce o cargo em um momento marcado pela deflagração da 9ª fase da Operação Compliance Zero, que teve como um dos alvos o senador baiano, atingido por mandados de busca e apreensão no último dia 18 de junho.

Natural de Salvador (BA), o ministro é formado em Direito pela Universidade Federal da Bahia (UFBA) e construiu sua carreira no Ministério Público da Bahia (MPBA), onde atuou entre 1991 e 2023. Durante sua trajetória no órgão, foi escolhido por Jaques Wagner para exercer dois mandatos consecutivos como procurador-geral de Justiça, em 2010 e 2012.

Na primeira indicação, Wellington César integrava a lista tríplice na última colocação, mas acabou sendo nomeado para o cargo, consolidando uma relação institucional de confiança com o grupo político liderado por Wagner no estado.

A nomeação e a trajetória do ministro são frequentemente associadas à sua atuação técnica no Ministério Público e à sua relação com a gestão estadual da época, quando ocupava posição de destaque no sistema de Justiça da Bahia.

O cenário atual reforça o protagonismo do ministro da Justiça em um período de forte atenção institucional, diante de investigações envolvendo figuras políticas de alta relevância no cenário nacional.

Redação Saiba+

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