Polícia
Aluno é apreendido após ameaça em escola
Adolescente foi encontrado com faca, martelo e luvas após mensagens ameaçadoras e símbolos nazistas serem identificados em banheiro escolar

Um adolescente aluno da Escola Estadual João Valeriano foi apreendido após uma série de ameaças e episódios de intimidação registrados dentro da unidade escolar. O caso mobilizou a Polícia Militar e causou preocupação entre professores, funcionários, estudantes e familiares.
Segundo as investigações, o estudante vinha apresentando comportamento considerado agressivo e estaria intimidando servidores da escola nos últimos dias. A situação ganhou maior gravidade após a descoberta de pichações em um dos banheiros da instituição com mensagens como “massacre” e “todos vão morrer”, além de desenhos com simbologia nazista.
Diante da ameaça, a direção da escola acionou imediatamente a Polícia Militar. Os agentes localizaram o adolescente ainda dentro das dependências da unidade de ensino. Durante a abordagem, realizada na presença de familiares e representantes da escola, os policiais encontraram na mochila do estudante uma faca, um martelo e luvas.
O caso gerou forte preocupação na comunidade escolar e reacendeu o debate sobre segurança nas instituições de ensino e prevenção à violência entre adolescentes. A rápida atuação da escola e da Polícia Militar foi considerada fundamental para evitar possíveis riscos dentro da unidade escolar.
Após a apreensão, o material encontrado foi recolhido para investigação, enquanto as autoridades analisam o conteúdo das ameaças e a motivação do estudante. O caso deverá ser acompanhado pelos órgãos de segurança e também pelo sistema de proteção à infância e adolescência.
Especialistas apontam que situações envolvendo ameaças em ambiente escolar exigem atenção imediata, principalmente diante de sinais de comportamento violento ou mensagens que indiquem intenção de ataque. O episódio também reforça o alerta para monitoramento de conteúdos extremistas e discursos de ódio entre jovens.
A direção da escola informou que segue colaborando com as autoridades e adotando medidas para garantir a segurança de alunos e funcionários. O clima na unidade ainda é de apreensão após o ocorrido.
Polícia
Jovem de 23 anos é morta a tiros em praça
Estudante de Direito da Unitau foi assassinada em Pindamonhangaba; ex-companheiro é suspeito e foi preso em flagrante

A jovem Lívia Berthoud, de 23 anos, foi morta a tiros na manhã desta segunda-feira (10), em uma praça de Pindamonhangaba, no interior de São Paulo. A vítima era estudante do 10º semestre do curso de Direito da Universidade de Taubaté (Unitau).
O principal suspeito do crime é o ex-companheiro da jovem, identificado como Carlos Eduardo Barbosa Vieira Leite. Ele foi preso em flagrante dentro do próprio apartamento após o assassinato.
Durante a ocorrência, um revólver calibre 38 teria sido localizado no imóvel do suspeito. O armamento foi apreendido e deverá ser analisado pelas autoridades responsáveis pela investigação.
Segundo relatos de familiares e testemunhas, o relacionamento entre a vítima e o suspeito havia terminado, mas o homem não aceitava o fim do namoro. Ainda conforme os relatos, a jovem já teria sido ameaçada de morte anteriormente.
O caso é investigado pelas autoridades policiais, que deverão apurar as circunstâncias do assassinato, a dinâmica dos disparos e os antecedentes de possíveis ameaças sofridas pela vítima.
A morte de Lívia causou comoção entre pessoas próximas e integrantes da comunidade acadêmica. A jovem estava na etapa final da graduação em Direito e tinha previsão de concluir o curso após o cumprimento do último semestre.
A prisão do suspeito em flagrante ocorreu após o crime e ele deverá permanecer à disposição da Justiça. As circunstâncias que levaram ao assassinato serão esclarecidas ao longo da investigação.
O episódio reforça a preocupação com casos de violência contra a mulher e crimes cometidos após o fim de relacionamentos, especialmente diante de situações envolvendo ameaças e perseguição. As autoridades devem reunir depoimentos, provas materiais e demais elementos para determinar a motivação e a responsabilidade pelo crime.
Polícia
Paulinho Neblina é transferido para hospital psiquiátrico
Apontado como uma das lideranças do PCC pelo Ministério Público de São Paulo, detento foi encaminhado para tratamento após diagnóstico de insanidade mental

Paulo Cézar Souza Nascimento Júnior, conhecido como Paulinho Neblina, foi transferido de uma unidade prisional de segurança máxima para um hospital psiquiátrico após receber diagnóstico de doença mental. A mudança ocorreu depois de uma avaliação que apontou um quadro de insanidade mental, segundo informações relacionadas ao processo.
Aos 53 anos, Neblina estava havia cerca de oito anos custodiado na Penitenciária Federal de Campo Grande, no Mato Grosso do Sul. De acordo com o laudo médico, o quadro psiquiátrico apresentado pelo detento teria sido agravado pelas condições do ambiente prisional em que ele permanecia.
O detento é apontado pelo Ministério Público de São Paulo (MPSP) como uma das lideranças do Primeiro Comando da Capital (PCC), uma das principais organizações criminosas do país. A transferência para uma unidade especializada em saúde mental ocorre em razão da necessidade de acompanhamento psiquiátrico e tratamento adequado ao quadro diagnosticado.
A mudança de custódia representa uma alteração significativa no regime de acompanhamento de Paulinho Neblina, que deixou uma penitenciária federal de segurança máxima para ser submetido a cuidados médicos especializados.
O diagnóstico de insanidade mental passou a ser considerado pelas autoridades responsáveis pelo caso, especialmente diante da avaliação médica que identificou a necessidade de tratamento em ambiente psiquiátrico.
A transferência também chama atenção para a situação de presos submetidos a condições de encarceramento de alta segurança e que desenvolvem ou apresentam agravamento de transtornos mentais durante o cumprimento da pena.
Paulinho Neblina permanece sob custódia do Estado, agora em uma unidade destinada ao atendimento psiquiátrico, enquanto seu quadro de saúde mental é acompanhado por profissionais especializados.
Polícia
Recém-nascida desaparecida é encontrada no Paraguai
Bebê foi localizada em Pedro Juan Caballero com um casal, que acabou preso em flagrante; criança foi repatriada para o Brasi

Uma recém-nascida que havia desaparecido em Campo Grande (MS) na última quinta-feira (6) foi encontrada na madrugada deste domingo (9), em Pedro Juan Caballero, no Paraguai.
Segundo as informações divulgadas sobre o caso, a bebê estava com um casal no momento em que foi localizada. Os dois foram presos em flagrante pelas autoridades paraguaias e a criança foi encaminhada de volta ao Brasil.
Após a localização, a recém-nascida foi repatriada e levada ao Conselho Tutelar de Ponta Porã, cidade sul-mato-grossense que faz fronteira com o Paraguai.
De acordo com o órgão, a bebê está segura e passa bem. A localização encerra uma etapa das buscas que mobilizaram autoridades brasileiras e paraguaias desde o desaparecimento registrado em Campo Grande.
A ocorrência também deverá ser investigada pelas autoridades para esclarecer como a recém-nascida deixou o Brasil, quem participou da retirada da criança e quais eram as circunstâncias que envolveram o deslocamento até Pedro Juan Caballero.
A atuação conjunta das autoridades dos dois países foi fundamental para a localização da bebê e para o retorno ao território brasileiro.
As investigações continuam para esclarecer todos os detalhes do caso e identificar eventuais responsabilidades relacionadas ao desaparecimento e à transferência da criança para o Paraguai.
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